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[Conto KING] Punhetei com meu colega de quarto hétero – Final

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O primeiro jato de porra quente saiu com força do pau latejante do Wagner e foi parar no fundo da minha garganta. Os outros jatos, de menor intensidade, foram despejados sobre a minha língua e só então pude sentir o sabor da porra dele em mais detalhes. Era ao mesmo tempo salgada e azeda, um gosto que me fazia lembrar de virilidade e vida. Era cremosa, bem branquinha, e tive de me segurar para não bebê-la naquela hora.

Parte 1Parte 2Parte 3Parte 4 – Final

Wagner foi gozando até a última gota de porra sair pela fenda da cabeça do pau dele, e toda a porra ser depositada na minha língua. Uma piscina de sêmen havia se formado na minha boca e Wagner olhava maravilhado para o seu feito. Aos poucos fui engolindo a porra, sentindo todo o gosto dele. Wagner sorriu e falou “Agora uma parte de mim está dentro de você”. Aquilo me deixou muito louco e, para a minha alegria, o pau dele não baixou depois da gozada. Iniciei outra mamada, que Wagner controlou segurando nos meus cabelos. A sensibilidade da cabeça do pau dele, aumentada após o gozo, fazia com que ele gemesse ainda e mais e suas pernas amolecessem, de modo que ele sentou no braço do sofá para não cair no chão.

Não tive dó. Fui chupando utilizando todas as técnicas que aprendi durante os anos de putaria. Certo momento, Wagner me puxou para um beijo e nossos paus ficaram lutando. Empurrei ele para o sofá e fiquei deitado em cima dele, os dois nus.

Wagner cravou as duas mãos na minha bunda, procurando o meu buraquinho. Ao encontrar, ficou brincando com o dedo indicador na entrada. Nossos beijos ficaram mais intensos e eu rebolava tanto para que nossos paus se encontrassem quanto para que o dedo dele acariciasse o meu cu.

Sem querer, rolamos do sofá para o tapete. O susto da queda nos fez rir, mas não apagou a chama do nosso tesão. Pelo contrário, o contato dos nossos corpos nus com o tapete dava uma sensação de que estávamos fazendo algo errado, que era muito excitante. Com a queda, eu fiquei deitado de costas, enquanto Wagner ficou em cima de mim. Aproveitei para apalpar a bunda grande que ele tinha, também brincando com o cu dele.

Wagner então sentou nas minhas pernas e começou um movimento com o quadril, usando a bunda para me masturbar. Sem penetração mesmo. Nunca tinha visto aquilo, mas era ótimo. Eu achava que era o professor da putaria, mas pelo visto estava aprendendo algo com o meu aluno kkkkk.

Nossos corpos já estavam suados, exalando masculinidade. “Fica de quatro, Wagner”, falei, minha voz quase falhando de tanto tesão. “Não sei se estou preparado, Dani”, ele falou com apreensão. O “Dani” que ele disse encheu o meu coração de alegria. “Não vou me precipitar” falei.

Wagner ficou de quatro, com a bundona virada para mim. Comecei mordendo aquelas nádegas fartas, dando pequenas palmadas. Encontrei o cu peludo dele piscando, convidativo para uma chupada. Enfiei a língua com vondade, fazendo o Wagner gemer feito uma putinha. Com o tempo, ele mesmo forçava o cu contra a minha cara, que estava enterrada por completo no rabo dele. Minha língua vencia a barreira de contração do cu dele cada vez mais e a cada instante ela ia mais fundo. “Não pára, Dani” ele falou com uma voz chorosa, socando uma punheta com força e tendo o rabo fodido pela minha língua.

De tempos em tempos eu parava de lamber, tomava fôlego e voltava para dentro dele. Nessa configuração, Wagner gozou mais uma vez, gemendo pra caralho e melando o tapete abaixo de nós. Ele já tinha gozado duas vezes e eu nenhuma ainda. O meu pau já estava roxo e qualquer estímulo me faria gozar.

Vendo o meu estado, Wagner engoliu a minha vara e chupou desajeitadamente. Era a primeira vez que ele fazia aquilo. Aos poucos foi pegando o jeito, se acostumando com o sabor e me fazendo contorcer. Não demorou muito e anunciei que ia gozar. “Vamos ver se a sua porra é mais gostosa que a minha, mesmo!” ele falou com aquela cara safada. Isso me fez gozar instantaneamente. O jato foi tão forte que errei a boca do Wagner e atingi o sofá à nossa frente. Rapidamente lá estava o Wagner lambendo o sofá todo esporrado. Depois de limpar o sofá com a língua, ele veio limpar o meu pau com a boca, ávido por mais porra. “Gostou?”, falei enquanto ele limpava a cabeça rosada do meu pau com a língua. “Foda, é gostosa pra caralho!”.

Satisfeitos, arriamos no tapete da sala, os dois abraçados, os paus amolecendo. Nos beijamos com carinho, eu acariciando os cabelos do Wagner. Nos nossos olhares a cumplicidade estava nítida. “Agora fodeu”, ele falou. Eu ri, feliz da vida, e o corrigi “Agora deixa rolar”.

Ficamos deitados ali por um bom tempo. Muitas vezes, depois de um sexo casual, tudo o que eu queria era sair de onde estava e que cada um seguisse o seu caminho. Com o Wagner foi diferente. Eu queria estar ali com ele, mesmo depois do tesão passar. E ele queria o mesmo.

E o mundo é o melhor lugar que pode existir quando os sentimentos são recíprocos.

Fim…

Nota do autor: Gostaria de agradecer a todos aqueles que acompanharam o conto, com comentários de incentivo e críticas construtivas. Alguns perguntaram se o conto era real ou não. Embora o conto possua elementos ficcionais, ele é fortemente baseado em fatos reais, como muitos puderam perceber pelos diálogos. O limiar entre ficção e realidade eu prefiro não definir, pois acredito que foi o motivo do conto ser tão bem recebido por vocês. Obrigado pela companhia e nos veremos em breve!

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21 comentários

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  1. Alguém ai

    “E o mundo é o melhor lugar q pode existir quando os sentimentos são recíprocos” chorei o final me agradou muito, adorei o conto simplesmente fantástico, adoraria tbm q vc escrevesse mias alguns contos eu leria todos eles.

  2. Rodrigo Sabih

    Bonzinho o conto hahaha Mentira! Tenho que dá o braço a torcer, curti muito. Fechou bonito com um belo drama misturado com muito prazer, e aquela sensação de quero mais no FIM. A frase final veio a colaborar ainda mais deixando claro o desfecho da história.
    Quem tiver um bom papo, assim como o autor do conto deve ter, chama lá!
    Skype: srdick20

  3. André

    O conto foi ótimo, meus parabéns. A história correu de forma natural, não parecendo algo forçado ou irreal. A cumplicidade e os diálogos intimistas, mergulhados no desejo e avidez da juventude, unem-se de tal forma que o leitor sente parte desta experiência. Minha mente foi a mil com este conto -e outras coisas também-!

  4. Juninho

    Simplesmente perfeito o conto, narrativa interessante e cheia de vigor.Estou a fim de vivenciar uma história assim. Quem se habilita? Rssss.Parabéns.

  5. LucasRc

    Que conto bom, mds deu ate vontade de ler de novo pq nossa man n consigo nem descrever kkkkk foi simplesmente perfeito *o* Deu ate vontade de vivenciar essa historia kkkkkk


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