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[Conto KING] Punhetei com meu colega de quarto hétero – Parte 2

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Depois da nossa primeira punheta juntos, a gente se limpou com papel toalha, se vestiu e conversou um pouco. O clima de intimidade nos ajudou a confiar um no outro e ele me confessou que ainda era virgem. Falou que já tinha ficado com garotas e com algumas delas até tinha feito umas brincadeiras, mas que nunca tinha chegado aos “finalmentes” com nenhuma.

Parte 1 – Parte 2 – Parte 3 – Parte 4 – Final

“Sou muito tímido, não tenho jeito com garotas… e acho que tenho problema de auto-estima” ele falou. Perguntei o motivo e ele disse “Ah, não sou muito seguro com o tamanho do meu pinto…”

Eu ri e depois parei. Pelo visto era algo sério para ele. Então falei “Mano, desencana, pelo que eu vi, seu pau tá na média. Nunca ouviu a música do Hermes e Renato? ‘Mulher gosta é de dinheiro, quem gosta de piru é bicha’” Ele riu e disse “Então eu estou fudido mesmo!”. Caímos na risada. O clima entre nós estava da hora.

Durante a semana não tivemos muito tempo para conversar pois tanto engenharia quanto física são dois cursos que consomem a alma do indivíduo. Eu costumo me masturbar quase todos os dias, mas com a possibilidade de bater uma junto com o Wagner, deixei acumular o tesão durante a semana.

Já na sexta à noite, quando os guris que dividiam a casa conosco foram para as suas respectivas cidades, eu cheguei pilhadão para bater uma antes de sair pra balada. Quando entrei no quarto, o Wagner logo perguntou “Qual a boa de hoje?”, falei da balada com uns amigos e perguntei se ele estava afim de ir. Ele disse que não e me pareceu meio desapontado. Então joguei o verde “Mas antes uma punhetinha para descansar da semana e não assustar as minas na balada”. Ele deu uma risada e falou meio sem jeito “Quero ver que filme você vai escolher”.

Bingo! O filho da mãe também gostou da nossa putariazinha e também queria um replay. Meu pau ficou meia bomba na hora. “Já é, então!” falei, tirando o notebook da mochila e sentando na cama. Ele veio rapidinho e sentou do meu lado. “Que tipo de vídeo você curte?” ele perguntou. Falei que gostava de vídeos de cornos. Ele riu e me perguntou que porra era essa. Então coloquei um vídeo amador em que o marido filmava a mulher sendo fodida por um amigo. “Nem sabia que isso existia” ele riu.

Ficamos vendo o vídeo, cada um acariciando o próprio pau por cima da calça. Sem cerimônia tirei a roupa e fiquei só de camiseta. Wagner tirou toda a roupa e ficou completamente nu. Ficamos lado a lado socando uma punha e respirando pesado. Com o tempo, começamos a gemer baixinho. “Nossa mano, que tesão. Você teria coragem de ver sua mina fodendo com outro?” ele me perguntou. “Não sei. Acho que eu ia querer participar” falei, e pra atiçar emendei “Ahh, se fosse você eu até deixava!”. Wagner me olhou, o tesão faiscando nos olhos dele “Sério, mano?”. “Você é meu brother, já” falei e ele me pareceu feliz em ouvir isso.

No vídeo, o macho acabou gozando dentro da boceta da mulher, dando urros de prazer. O corno não se fez de rogado e meteu a língua na boceta da esposa, saboreando a porra quente do amigo ao mesmo tempo em que fazia sexo oral nela. A cena foi tão louca que o Wagner apenas falou “Nossa…” socou com força aquele pau grosso e cheio de veias, e gozou uma porra branca, em vários jatos fortes que ele direcionou para cima. A porra melou a mão dele inteira, os pentelhos, o saco e o resto caiu no chão. Eu ainda estava socando, quando ele, acho que na brincadeira, me ofereceu a mão melada de porra dizendo “Experimenta aí, pra já saber o gosto quando eu gozar na tua mina” ele deu um risinho e eu lambi a porra na mão dele. 

Ele tirou a mão bem rápido e me olhou estranho. Com o gosto forte da porra dele na boca, eu levantei, segurei o meu pau pela base com uma mão e com a outra fiquei fazendo movimentos circulares com a palma na cabeça do meu pau em formato de cogumelo. Wagner estava com os olhos vidrados em mim e com o pau, embora mole, dando sinais de vida latejando. 

Gozei no chão, formando uma poça de porra. Depois que eu gozei, Wagner falou “Daniel, eu estava brincando…”. Para disfarçar, falei “Mano, eu estava com muito tesão, nem raciocinei direito”. Nos limpamos em silêncio e depois de vestidos ele falou “Mas diz ae, minha porra é gostosa?”. E eu respondi “A minha é mais!”. “Nossa, você já provou da sua porra?” ele parecia mais curioso do que assutado. “Claro, isso é normal mano! Você deveria provar…”. Ele não respondeu nada.

Tomei banho e me arrumei para a balada. Perguntei se ele não queria mesmo ir e ele falou que estava de boa. Antes de eu sair ele disse meio que de brincadeira “Se arrumar uma mina por lá, lembra que você falou que deixaria eu comer”.

“Já é” falei, dando um sorriso safado.

> O que vocês acharam? Continua!

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