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Conto erótico gay (1)

[Conto KING] Punhetei com meu colega de quarto hétero – Parte 4

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A tensão sexual entre eu e o Wagner aumentou tanto, que ele pediu a um dos caras que moravam com a gente para trocar de quarto. Ele não me disse nada. Um dia, quando cheguei da universidade, ele já não estava mais no nosso quarto. Não sei o que ele disse para o Jonas (o outro cara) para justificar a mudança de quarto.

Parte 1 – Parte 2 – Parte 3 – Parte 4 – Final

Durante os fins de semana ele passava a maior tempo no quarto dele, e quando nos víamos ele baixava a cabeça e passava reto. Aquilo estava me consumindo, pois eu achava o Wagner um cara bacana e não queria perder a amizade dele.

A situação ficou desse jeito por um tempo, até que eu o coloquei contra a parede em um dos finais de semana que ficamos a sós. “Mano, precisamos conversar”, falei. “Se for sobre o que nós fizemos, digo logo que não sou viado e que foi só uma experiência. Não quero ficar me pegando com macho não”, falou com agressividade. Fiquei sem ação, bem chateado mesmo, mas não ia ficar para trás. “Agora vai dizer que não gostou?”, ele olhou para mim com raiva e saiu em direção ao quarto. Segurei ele pelo braço e puxei ele para perto de mim.

Ficamos um olhando dentro do olho do outro. Eu, magoado e triste. Ele, com raiva e nojo. Minha respiração era pesada e a dele acelerada. Esperei pelo soco, por uma cusparada na cara, qualquer ato de violência. Mas para a minha felicidade já era tarde demais. A nossa ligação era forte.

Foi coisa de novela. Ele agarrou o meu cabelo com brutalidade e me beijou vorazmente, como se estivesse com fome daquilo. Não entendi nada, mas instintivamente retribuí o beijo. Logo ele me colocou contra a parede e nos agarramos como se não houvesse amanhã kkkkkk. Como eu era mais alto e mais forte que o Wagner, era destoante que ele estivesse tomando as rédeas da pegação.

Nossos beijos nos deixavam sem fôlego, mas logo emendávamos outro e outro, com virilidade transbordando. Nossos paus muito duros dentro das bermudas e nossos corpos colados um no outro. Certo momento, afastei o corpo dele e ainda embriagado de prazer, falei “Mano, sério, não entendo você. O que você quer de mim?”. “Eu quero você!”, ele falou.

Dessa vez eu que o ataquei, tirando a camiseta dele e lambendo os mamilos. Ele só gemia e acariciava os meus cabelos. Voltei a beijá-lo, enquanto enfiava a minha mão dentro da bermuda dele. Ele fez o mesmo e ficamos punhetando um ao outro, enquanto nos olhávamos com tesão. Minha ansiedade me dizia que tudo o que eu mais sonhava estava prestes a acontecer.

O pau dele começou a babar na minha mão durante a punheta e respirávamos sincronizados. Tiramos nossas bermudas e ficamos nus na sala, um punhetando o outro. Retomamos os beijos, pois não aguentamos manter nossas línguas separadas. O gosto dele fazia o meu coração acelerar. “Me chupa, Daniel!”, ele falou de repente. No olhar dele, vi que ele precisava disso mais que tudo.

Ajoelhei. O pau dele latejava e babava na minha frente. O cheiro era convidativo. Arregacei o pau dele até a cabeça lubrificada aparecer. Segurei o pau pela base com uma mão e iniciei uma massagem no saco com a outra. Eu ia fazer um boquete que ele nunca mais esqueceria.

Iniciei o vai-e-vem devagar, fazendo movimentos circulares com a língua na cabeça do pau dele. Depois passei a engolir o pau dele inteiro, como sabia que ele gostava. As pernas do Wagner estremeciam, bambeando, e ele controlava a mamada com a mão atrás da minha nuca. O cheiro da virilha dele era maravilhoso, cheiro de homem de verdade. “Que cacete gostoso!”, falei, com o pau dele na boca. Wagner ficou ouriçado e fodeu a minha boca desesperadamente.

Cada vez que eu engolia o pau dele, aproveitava para lamber o saco. Ele foi ficando louco e anunciou que iria gozar.

Abri a boca olhando para ele. Ele olhou para mim antes de esporrar. E o momento pareceu infinito.

Continua para a parte final…

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16 comentários

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  1. J.C.

    Oi.

    Não sei quem está escrevendo esse conto, mas sou escritor profissional e quero parabenizá-lo(a). Apesar de a publicação acontecer em um site pornográfico, com intuito de gerar prazer sexual nos internautas, preciso dizer que sua literatura é exemplar.

    Ortográfica e gramaticalmente bem amarrado, o texto sabe criar as cenas como se fossem de um filme. Às vezes, você usa um “kkkkk” para retomar a linguagem informal de um internauta comum, que é a personagem narradora.

    Os leitores têm pedido que o conto não vire um drama, mas ele já é um drama excitante, e você tende a ir para essa linha, e não deve perder essa sua intuição. Não esqueça o foco erótico, mas não se detenha em parar o drama – é diferente de escrever um “dramalhão”, mas isso você já mostra que sabe evitar.

    Você poderia facilmente escrever e publicar um livro, tanto de conteúdo erótico quanto de drama e/ou romance. Entre em contato comigo pelo e-mail para que possamos trocar algumas dicas.

    Abraço e sucesso!

  2. Enzzo

    Olha este conto esta ótimo, confesso que foi o melhor que ja li ate agora.
    Meus parabéns pela sua bela narração.
    Estou ansioso pela proxima parte.

  3. Leonardo

    acho que como a história ta fazendo sucesso, poderia ir bem mais a fundo nisso ( do que só sexo ), e se continuar, pode fazer mais sucesso do que está fazendo, estou interessado em ajudar, se quiserem me contatar ! NÃO TEM SENTIDO TERMINAR a história

  4. Eduardo

    Excelente! Cada vez melhor! Eu entro aqui no Kinguys mais para ver se já saiu a continuação! Não é um conto apenas sobre prazer, sexo, desejo. Tem toda uma ligação nesse casal. Parabéns!

  5. Rodrigo Sabih

    Sou fissurado nesses contos e costumo também compartilhar minha experiências com “conhecidos” até mesmo inventar pra excita-los. Não sei se é real esse conto, mas me parece bem realista e fico imaginando cada detalhe. Ahhh parabéns principalmente por não abreviar as palavras!
    Skype: srdick20


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