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[Conto KING] Thomaz, o garoto idiota da natação – Final

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Depois das aulas não saíamos mais da piscina. Nem sei como o nosso treinador não desconfiava. Não era sempre que fazíamos sacanagem, mas quando fazíamos, ficávamos punhetando debaixo d’água ou brincando de dar chutinhos do pau duro do outro.

Parte 1 Parte 2 Parte 3Parte 4 –  Final

Certo dia Thomaz inovou. Estávamos brincando de tentar imobilizar o outro dentro da piscina. Thomaz era mais forte que eu e sempre conseguia me pegar por trás, segurando os meus braços nas costas. Como tempo fui percebendo que sempre que ele me imobilizava, dava um jeito de encostar o pau na minha bunda. Não demorou muito para ele ficar completamente duro. Vendo que eu não protestei, chegou um momento em que deixamos de lado a brincadeira de imobilizar e ficamos nos esfregando. Sempre de olho na beira da piscina, para ver se alguém aparecia.

Ele me abraçava pelo tronco, enquando os meus braços estavam apoiados na beirada da piscina. Sentia a sua respiração ofegante na minha nuca. Com o tesão no máximo, baixei a parte de trás da sunga, deixando a minha bunda à mostra. Thomaz entendeu o recado e colocou o pau para fora, fazendo-o roçar entre as minhas nádegas. Eu sentia toda a virilidade dele chegar até o meu cóccix e até comprimia as nádegas de modo a colocar resistência para o esfrega-esfrega dele.

Thomaz então falou baixinho em meu ouvido “Faz comigo!”. Trocamos de lugar e eu iniciei um vai-e-vem entre as nádegas dele. A água facilitava a coisa, pois era um lubrificante perfeito. Percebi que Thomaz se punhetava enquanto eu esfregava o meu pau nele. Nós estávamos embriagados de prazer e não importava mais se alguém estava vendo. Até descuidamos da vigilância. Encostei minha cabeça na nuca dele, sentindo o cheiro gostoso que ele exalava. Thomaz empinou a bunda, de modo a servir melhor o meu pau duro.

“Ahh, vou gozar…” ele anunciou baixinho e eu também estava perto. Ele gozou logo em seguida, o corpo tremendo todo. Aquilo me excitou tanto que gozei também, minha porra formando padrões engraçados debaixo d’água.

Depois de gozar nos recompomos e saímos da água. Agimos como se nada tivesse acontecido. Nós éramos bons nisso.


Um outro dia, também dentro da piscina, o Thomaz puxou conversa sobre o meu pau. “Dani, lembra que eu falei que o pau do meu primo era como o seu?” “Aham” falei, tentando descobrir onde essa conversa ia parar. “Então, ele conseguiu colocar a cabeça pra fora com a ajuda da água quente do chuveiro” ele estava bem sério, então não devia ser zoação. “Mesmo? Como isso funciona?” “Ahh mano, não sei. Ele falou que se não tivesse conseguido ia ter que operar. Falou que tem a ver com higiene e não sei o quê mais…”

Aquilo me soou tão fatalista que logo imaginei um médico cortando metade do meu pau. Devo ter ficado pálido, pois Thomaz emendou dizendo “Você não quer tentar por essa cabeça pra fora nos chuveiros do vestiário?” “Dói muito quando eu tento.” falei, desanimado. “Mano, eu vou estar do teu lado!”. O que Thomaz disse foi tão fofo e encorajador, que qualquer medo que eu tinha passou na hora.

Fomos até o vestiário, que estava vazio àquela hora. Abrimos dois chuveiros na água quente, um do lado do outro. “Agora você tem que ficar duro.” Thomaz falou, como que seguindo um manual de instruções. “Pensa em uma mina muito gata do teu colégio, pensa nela te chupando…”. Pensei NELE me chupando. Fiquei com o pau duro rapidinho.

Tirei o pau da sunga e tentei colocar a cabeça para fora. Doeu e eu recuei. Vendo o meu estado, Thomaz acabou ficando excitado também. Ele tirou o pau pra fora e começou a me dar uma aula prática. “O meu primo ficou tentando alargar a pele do pau fazendo massagem e molhando com água quente.” ele então ficou me mostrando o movimento que repeti no meu.

Depois de cada massagem, ele fazia aparecer um pouco da cabeça do pau dele. Eu fui repetindo. Ele não chegou a pegar no meu pau com as próprias mãos, como tinha acontecido no sonho, mas estávamos tão próximos que nossos paus quase se tocavam. Aos poucos, a cabeça do meu pau foi surgindo e fui vencendo a dor que me inibia. Quando consegui expor toda a cabeça do meu pau, foi como me tornar um vencedor. Thomaz deu um soco no meu ombro e continuamos com a punheta.

Fiquei maravilhado com a cabeça do meu pau e acho que Thomaz também. Era bem vistoso o meu garoto. Gozamos mirando o ralo e saímos felizes da vida.

Ao descer do carro dos pais do Thomaz, me despedi dos velhos e dei um abraço no meu amigo. “Valeu muleque!” falei, e ele entendeu o que eu quis dizer.


Eu gostaria de poder dizer que a nossa relação avançou. Que com Thomaz eu perdi a virgindade e que ele mete fundo, me fazendo delirar. Que ele se viciou em chupar a cabeça de cogumelo do meu pau, as vezes me fazendo gozar só com isso. Que iniciamos um namoro e enfrentamos nossas famílias pelo nosso amor. Mas isso não aconteceu.

E, na boa, isso dificilmente acontece na vida real. O que aconteceu foi que Thomaz começou a se interessar cada vez mais por meninas e que nossas brincadeiras foram ficando cada vez mais raras. Quando ele arrumou o primeiro namoro sério, nós paramos com tudo. Mantivemos contato por um tempo, até que eu entrei na faculdade e ele preferiu ir trabalhar. Engravidou uma namorada. Foi morar com ela. Agora tem uma filha linda.

Atualmente nos falamos apenas pelo facebook, por ocasião do aniversário dele ou do meu. De vez em quando ele curte uma postagem minha e é só. Não temos assuntos em comum.

Quem sabe se um dia em que a mulher dele está com dor de cabeça, mas mesmo assim o tesão aflora, ele não corre para o banheiro e se masturba lembrando das nossas brincadeiras como eu, às vezes, faço?

Acho que foi Freud quem disse que nascemos bissexuais e que só mais tarde optamos para um lado da sexualidade. Há quem diga que a orientação sexual tem raízes genéticas. Outros, mais conservadores, falam que é comportamental. Não sei em que caso o Thomaz se encaixa. Mas sei que o ser humano é tão complexo que é uma perda de tempo toda essa discussão. Olhando de perto, chega a ser assustadoramente simples.

Foi simples para mim o papel do Thomaz na minha vida. Ele era a confirmação de que eu podia gostar de garotos e não havia culpa nisso. Que o carinho e o tesão por uma pessoa do mesmo sexo podem ser tão naturais quanto qualquer outro sentimento.

Não é à toa que o primeiro prazer genuíno que Thomaz me proporcionou não tenha nada a ver com putaria. E sim com um sorriso aberto que, no momento, eu nem sequer retribuí.



Nota do autor: O tratamento da fimose, como mostrado nesse conto, não é recomendado pelos médicos. No meu caso deu certo, pois o estreitamento do prepúcio (pele que recobre a cabeça do pênis) não era tão grande a ponto de me causar algum ferimento. Ou seja, tive SORTE. O recomendado é procurar um urologista para que se possa avaliar a necessidade ou não de cirurgia.


Bate-papo com o autor: Olá pessoal. Pensei em fazer um bate-papo via skype para trocar uma ideia com vocês. A intenção é falar sobre os contos e trocar experiências da vida. De repente podemos ser até amigos! Se vocês quiserem entrar na roda de conversa, me adicionem no skype: AloneWriterNão adianta colocar o nome skype nos comentários! Apenas os que me adicionarem entrarão no bate-papo. Mais informações via skype. Um abraço!


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24 comentários

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  1. Tesla

    Cara seus contos são ótimos, este particularmente tem uma final inusitado diferente da maioria dos contos onde todo termina as mil maravilhas.

    Parabéns pela criatividade

  2. Bruno

    Um ótimo conto.
    Sempre quis ler um conto bem realista, esse sem dúvida foi o que eu esperava, fantasiar ou abrilhantar momentos vividos com certeza é lindo de se ler. Mas a necessidade de encarar as coisas de modo com elas realmente acontecem é esplendoroso e você soube como ajustar tudo isso em um só texto. Parabéns um belo conto e POR FAVOR, não pare!

  3. Alguém ai

    Então….
    Olha eu aqui de novo comentando *U*
    Mds que final é esse?com certeza eu não imaginaria isso ai, eu gostaria muito que esses dois ficassem juntos. u_u
    Mas…Esse final ficou ótimo,Adorei a parte em que o Thomaz fala “Mano, eu vou estar do seu lado!”, gente isso me deixou feliz. *-*Ele ajudou o Daniel do começo ao fim isso me alegrou bastante, e que pelo menos eles tentaram até o fim. 🙂
    Espero mais contos de vc! Eles são ótimos de primeiríssima qualidade.

  4. Guto

    Teus contos são otimos. Voce nao pode parar. Não há tanta centralidade no sexo, como nos outros contos, voce sabe medir isso bem; todas as caracteristicas das personagens, existem pq sao assim, e não para o sexo; a narrativa não conflui apenas pro sexo, ele acontece.

    Por favor, escreva mais!

  5. Marco

    Cara está de parabéns pelo conto, escreve muito bem, e principalmente pela finalização desse texto, perfeito. Acho que a maioria já teve casos assim, numa fase de descobertas do nosso corpo e do prazer,também passei por algo bastante similar.

  6. Mochi

    Cara, parabéns pelo conto! É a primeira vez que comento aqui porque sempre tive vergonha (as vezes acho que sou a unica menina aqui) mas seu conto não podia ficar sem meus parabéns.
    Eu realmente adorei, fiquei super excitada, torci pros dois ficarem juntos, até me emocionei (eu sei que é estranho), adoraria te adicionar no skype, mas sou timida e…bem, parabéns novamente pelo conto!

  7. Phill

    Parabéns pelo conto, me faz lembrar da minha adolescencia ñ tao distante… porra pq temos q ser uma coisa ou outra sempre? Varios caras q eu conheço fizeram como o Thomaz e talvez eu tbm tenha q fazer em breve =(

  8. Theus

    Sou novo aqui no site e adorei tudo, principalmente os contos. adoro ler, uma sacanagem então.. Oh! Eu não sei se tem conto aqui de padrasto, mas se não tiver, tem como usar essa sua bela criatividade pra fazer?

  9. Vagner

    parabéns! você é demais cara,que final foda 😮
    cara sei que não é da minha conta, mas cara tente falar com ele
    não deixe o restinho da amizade acabar
    fale o que você sentiu por ele, fale da sua amizade por ele
    talvez você ja tentou fazer isso ou ja fez, mas não desista.
    Beijos…

  10. Vinicius

    Muito bom o fim, como nem tudo são flores, realmente muito bom! Parabéns.. Ótimo conto e bem realista, por um momento pensei que o conto fosse real.

  11. Marcelo

    (Meu primeiro comentário -:))Cara , parabéns pelo conto, já entrei muitas vezes aqui ,tanto pela qualidade dos vídeos quanto pelo dos contos , mas desta vez não resisti e tenho que parabeniza-lo pelo seu excelente conto ! O que mais gostei foi o fato de ser bem verídico (acredito eu), e por não terminar como a maioria , que são sempre fantasiosos . Lendo este conto fez me recordar da minha infância , e acredito que vc esteja certo sobre nascemos bissexuais, ate porque pode vivenciar experiências semelhantes a sua , mas com o mesmo final . Enfim , eu ainda não me assumi e nem pretendo , ate porque e uma particularidade da minha vida , e vejo que não e fácil viver com a homossexualidade , ainda mais quando gostamos de uma pessoas e sabemos que nunca haverá uma relação entre ambos , pelo fato de termos opção sexual diferente , parabéns pelo conto e sucessos pra vc!

  12. Pedro

    Como eu faço para enviar um conto meu a vocês, eu queria saber se vcs gostam dele e talvez possam publicar aqui no site. Amo esse site <3

  13. Dudu

    Cara, quando vc vai postar o próximo conto?
    Ta massa de mais seus contos. Entro todo dia no site pra v se vc postou algo. Espero que escreva algo em breve, vc tem talento pra coisa. Abraço cara.

  14. LucasRc

    Nossa adorei o conto e me identifiquei mt *-* Pois é vdd msm, na maioria das vezes a gente descobri isso com um amigo e ate faz algumas brincadeiras mais nunca chega a rolar sexo oral ou anal, quando eu brincava na rua de esconde esconde eu me escondia no escuro atrás de uma arvore, e meu melhor amigo vinha e sempre ficava se esfregando atrás de mim, eu era novo e levava aquilo na brincadeira, com o tempo a gente se afastou tbm pois ele arranjo namorada e eu meio q fui me afastando do pessoal daqui da minha rua(nem sei o motivo o.O), mais ainda vejo ele de vez em quando e nos falamos ate, mais tipo apenas como conhecidos ate pq nem vejo ele mt….mais a vida segue, e gostei mt do conto pq fez eu me lembrar da minha amizade com ele kkkkkkkk :’)


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