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Everton, o meu grande colega de trabalho – Relato Real

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Era uma sexta-feira, meio dia. Intervalo para o almoço. Como de costume, eu almoçava com meu amigo e colega de trabalho Everton. Contava para ele que havia deixado o carro no mecânico para um conserto, e que só ficaria pronto no sábado pela manhã. Como estava sem carro, perguntei a Everton se ele poderia me dar uma carona pra casa no final do expediente.

– Eu tenho uma ideia melhor – respondeu Everton. – por que não vamos lá pra casa e você janta comigo? Eu aprendi uma receita nova de risoto, você vai adorar. Depois do jantar eu te levo pra casa.

Everton era meu amigo desde que entramos na empresa, dois anos antes. Era comum que um convidasse o outro para jantar, e como eu sabia dos dotes dele na cozinha, prontamente aceitei o convite.

No fim do dia, esperei por ele no sofá do hall da empresa, e quando ele chegou fomos para a casa dele. Everton morava em um apartamento em um bairro próximo ao centro da cidade. Não era luxuoso, mas era bastante confortável. Assim que entramos ele me indicou o sofá e pediu que eu me sentisse em casa. Após fechar a porta e largar a chave do carro, começou a desabotoar a camisa enquanto dizia:

– Fica à vontade, se quiser beber alguma coisa pega na geladeira. Eu vou tomar um banho e já volto.

Até ele terminar a frase já estava com a camisa toda desabotoada, revelando seu torso. Seu peito e barriga brancos mostravam alguns pêlos aqui e ali, mas no geral a sua pele era lisa. Já havia visto Everton sem camisa um milhão de vezes, pois tínhamos certa intimidade, mas era sempre bom admirar aquele corpo. Ele não tinha músculos muito salientes, só o suficiente para ser definido. De fato, não tinha nada demais, mas é exatamente o tipo de corpo que me chama atenção.

– OK, valeu – respondi, antes de ele se dirigir ao banheiro.

Everton voltou de cabelo molhado e com roupas mais confortáveis e nos preparou um jantar delicioso. Depois do jantar ficamos jogando conversa fora até tarde da noite atirados no sofá. O assunto entre nós nunca acabava, tamanha a afinidade. Lá pelas 2 da madrugada, olhei o relógio e disse que era hora de ir. Lembrei a Everton de que ele tinha que me levar pra casa. Assim como aconteceu no almoço, meu pedido deu lugar a uma proposta.

– Por que você não dorme aqui? Eu posso levar você sem problema nenhum, mas já está tarde. Se quiser dormir aqui eu não me importo, e amanhã te deixo na oficina para buscar o seu carro.

Não seria a primeira vez em que eu dormia na casa do Everton, então não vi nada de estranho no convite e aceitei. Começou a ficar estranho em seguida, quando ele sugeriu que eu dormisse na mesma cama que ele a pretexto de não precisar de roupa de cama extra para eu dormir no sofá. Estranhei, mas como não tinha nada a perder, aceitei.

Tanto eu quanto Everton tínhamos o costume de dormir usando apenas uma cueca, e naquela noite não foi diferente. Era estranho para mim aos 24 anos estar seminu na cama com um homem e não transar com ele; a última vez que isso acontecera fora na adolescência, quando era comum eu dividir a cama com algum primo ou amigo.

Eu já estava deitado enquanto Everton terminava de escovar os dentes. Quando ele chegou no quarto já estava só de cueca e ostentava um volume bastante saliente. Ele notavelmente não estava excitado, mas parecia ter ajeitado o seu pacote para ele parecer maior. Procurei não olhar muito, mas aquilo realmente chamava a atenção. Em dado momento ele pareceu perceber que eu estava olhando, mas não falou nada. Me perguntei se aquilo não fora feito para me provocar e se ele não havia criado toda aquela situação já com alguma segunda intenção. A ideia de que Everto pudesse estar interessado em mim mexeu comigo, e me fez pensar se eu não teria interesse nele também. Achei melhor não pensar muito nisso e ver no que aquela história ia dar.

No fim das contas, ambos dormimos minutos após apagarmos as luzes e nada de emocionante aconteceu naquela noite. Na manhã seguinte, ao acordar e me dar conta de que nada havia acontecido, me perguntei se eu não estaria delirando ao pensar que algo pudesse acontecer entre eu e Everton. Peguei o celular que estava na cabeceira e vi que ainda era cedo para acordar em um sábado. Everton ainda dormia ao meu lado e eu resolvi voltar a dormir também. Eu só precisava ir ao banheiro antes.

Como em praticamente todas as manhãs da minha vida, eu havia acordado de pau duro. Por sorte Everton ainda estava dormindo então ninguém iria ver enquanto eu fazia a volta na cama e caminhava até o banheiro com a barraca armada. Fui ao banheiro, fiz xixi e então meu amiguinho resolveu sossegar. Quando voltei para o quarto, Everton já estava acordado. Antes mesmo de me dar bom dia, ele sorriu debochado e caçoou:

– Alguém acordou de pau duro! – e então começou a gargalhar

Fiquei com vergonha, mas também comecei a rir da situação.

– Puta merda. Você viu? Eu achei que estivesse dormindo!

– Eu já estava acordado e vi tudinho, passou aqui na frente com a cueca estourando – Everton continuava rindo.

Sem poder negar, aguentei o deboche, e argumentei:

– Vai dizer que você nunca acordou de pau duro?

– Todos os dias. Inclusive agora, ele tá duro também – respondeu ele prontamente.

Como eu não esbocei resposta alguma, ele continuou, com um sorriso malandro:

– Quer ver?

Ele me olhava com uma cara de moleque, e ele claramente não esperava que eu dissesse que sim. Resolvi desafiá-lo.

– Quero. Mostra aí.

Ele não conseguiu esconder a sua surpresa com a minha reação, mas logo em seguida manteve a pose. E quem acabou surpreendido fui eu, pois ele não titubeou e abaixou o edredom, revelando o seu pau bem duro fazendo volume na cueca.

Se na noite anterior foi difícil desviar a atenção da sua mala, agora então era impossível. O pau estava tão duro que chegava a erguer um pouco o elástico da cueca. Após uns instantes fitando aquele pacote e processando toda aquela informação, olhei para o rosto dele e vi o mesmo sorriso malicioso de antes. Ele claramente estava se deliciando com a situação. Resolvi entrar de vez no jogo dele e ver no que aquilo ia dar.

– Uau, tá bem duro mesmo hein – falei, demonstrando interesse.

– Duríssimo, encosta pra você ver – provocou ele, me testando.

Não me fiz de rogado e levei minha mão até o pau dele, cutucando de leve com a ponta dos dedos. Ele então pegou a minha mão e apertou contra o pau dele.

– Tem que segurar assim pra sentir – “explicou” ele.

– Hmm, dá pra sentir mesmo – respondi, apertando de leve o seu pau por cima da cueca e percorrendo toda a sua extensão.

Naquele momento, ambos sabíamos que aquele era um caminho sem volta e parecíamos estar muito satisfeitos com isso. Ele já dava suspiros pesados enquanto eu acariciava seu pau e já movia minha mão na direção das suas bolas. Teve uma hora que ele não aguentou mais, me olhou e disse:

– A gente vai transar né?

Ao que eu respondi, sem tirar a mão do seu pau.

– Sim, a gente vai transar muito.

E então ele me puxou na direção dele, me segurando pela nuca, e me beijou demoradamente. Com minhas mãos, fui acariciando seu corpo enquanto montava nele. Me deitei sobre ele, colocando nossos corpos em contato. Peito com peito, barriga com barriga, pau com pau. Ele me abraçava e apertava minhas costas enquanto nos beijávamos. Entre um beijo e outro, ele me olhou e disse:

– Caralho, o que a gente tá fazendo?

– Não sei, só sei que está sendo ótimo – respondi, voltando a beijar sua boca deliciosa em seguida.

As mãos dele desciam pelas minhas costas e chegavam à minha bunda. Não demorou até ele estar apertando minhas nádegas com as duas mãos, e um pouco depois invadia a minha cueca, levando seus dedos à entrada do meu cu.

Eu beijava sua boca com vontade, e também seu pescoço, seu queixo, seu rosto. Comecei a explorar seu corpo com a boca e as mãos, descendo a partir do seu pescoço. Acariciei seu peito com as mãos e depois com a boca, lambendo seus mamilos. Beijei sua barriga e acompanhei o seu “caminho da felicidade” seguindo os pêlos que começavam embaixo do umbigo e levavam diretamente ao seu pau.

Ao chegar lá embaixo, encontrei sua cueca molhada pelo pau que babava e pulsava de tão duro.

– Hmm, molhadinho, que delícia.

– Culpa sua, você que me deixou assim.

Distribuí uns beijos em seu pau por cima da cueca, provocando-o. Em seguida comecei a abaixar a cueca lentamente, observando cada pedacinho dele que ia sendo revelado. Seu pau logo saltou na minha frente, duro feito pedra, e então eu tirei sua cueca o deixando nu. Evandro tinha um lindo pau: branquinho, grosso, cabeçona rosada. Tinha o tamanho perfeito: grande o suficiente para estar acima da média, mas não tão grande a ponto de tornar a penetração desagradável.

Segurei aquele caralho pela base e deixei que ele observasse, orgulhoso, enquanto eu admirava a beleza do seu membro. Em seguida, o coloquei na boca. Dei àquele pau o tratamento que ele merecia. Chupei muito, de cima a baixo, lambendo e beijando cada centímetro. Engoli, ouvindo Evandro gemer mais alto cada vez que a cabeça do seu pau atravessava a minha garganta. Lambi e chupei com vontade suas bolas deliciosas enquanto o masturbava com as mãos. Evandro se contorcia enquanto eu fazia loucuras com minhas mãos e boca naquele caralho.

Quando terminei o boquete, Evandro me colocou deitado na cama e veio por cima de mim. Louco de tesão, me chamava de gostoso enquanto beijava meu corpo todo. O toque áspero da sua barba na minha pele me causava arrepios e me dava um tesão do caralho. Arrancou minha cueca, encontrando meu pau todo melado e estourando de tão duro. Imediatamente o enfiou na boca, me fazendo um boquete delicioso. Com suas mãos segurava firmemente minhas bolas e puxava, forçando o meu pau na sua direção. Com a língua, percorria todo o meu pau e saco, lambendo minhas bolas com vontade.

Levantei minhas pernas, oferecendo o meu cu para que ele chupasse. Ele sorriu com malícia e logo caiu de boca. Começou lambendo e chupando a entradinha do meu cu, para então meter a língua fundo no meu rabo, me levando à loucura. Ele demonstrou uma habilidade enorme em chupar cu, pois dedicou um bom tempo àquilo. Meu tesão era tanto que meu corpo se contorcia a cada investida daquela língua no meu cu.

Em meio à seção de linguadas, seus dedos entraram na brincadeira – e no meu cu também. Enquanto ele dizia o quanto meu cu era apertadinho e o quanto ele queria me comer, ia introduzindo o dedo no meu buraquinho. Com dois dedos enfiados no meu cu, ele voltou a chupar o meu pau, me fazendo quase gritar de tesão.

Ele então me virou de bruços, me deixando bem empinado. Sem parar o vai-e-vem de dedos do meu cu, ele foi beijando a minha bunda e subindo pelas minhas costas, posicionando-se em cima de mim. Ele tirou os dedos do meu cu e os levou até a minha boca, me fazendo chupá-los. Encaixou o pau no meu rego e ficou se movimentando como se estivesse me comendo.

– Gostoso, tô doido pra comer esse cuzinho apertado – dizia ele no meu ouvido – Quer levar pica nesse cuzinho, quer?

– Mete esse pauzão no meu cu, gostoso. Me come.

Ele se levantou e voltou com camisinha e lubrificante. Rapidamente encapou seu pau e passou o gel tanto no seu pau como no meu cu. Posicionou-se em cima de mim, beijando a minha nuca. Eu empinei a bunda enquanto ele encaixava a cabeça do pau na entrada do meu cu e pedi que ele fosse com calma. Relaxei meu cu para receber aquele pau, e ele foi lentamente me penetrando, me fazendo sentir com prazer cada pedacinho daquele pau me invadindo. As preliminares deixaram meu cu muito bem preparado, então seu pau entrou sem grande esforço. Quando ele estava todo dentro e eu podia sentir suas bolas esmagadas contra a minha bunda, ele me abraçou ternamente por trás, distribuindo beijos pelas minhas costas e pescoço, sem mexer o pau que estava cravado em meu cu.

– Que delícia de cuzinho – sussurrou ele no meu ouvido.

– Delícia é esse seu pau gostoso – respondi.

Ele então começou a tirar e botar seu pau bem de leve. Embaixo dele, eu rebolava e empinava cada vez mais a bunda. Ele foi aos poucos aumentando a velocidade e a intensidade dos movimentos. Socava cada vez mais fundo, me arrancando gritinhos ao sentir seu pau tocar fundo dentro de mim. Não demorou muito até entrarmos num ritmo frenético. Ele me segurava firmemente pelo quadril e socava o caralho com força e velocidade no meu cu. O ruído alto dos nossos gemidos se misturava com o som do impacto entre nossos corpos a cada estocada. De tempos em tempos ele diminuía a intensidade para recuperar o fôlego. Nesses momentos ele aproveitava para me abraçar por trás e me beijar, acariciando meu corpo. Mas os intervalos em que ele metia sem parar eram tão longos que me admirava o fato de ele conseguir segurar o gozo.

Não sei por quanto tempo fiquei dando de quatro pra ele até que resolvemos mudar de posição. Dessa vez ele se deitou com o pau a postos esperando que eu viesse por cima. Me coloquei sobre ele, encaixando o pau no meu cu, e sentei. Como o meu cu já estava bem arregaçado, pude sentar de uma vez só, arrancando um gemido alto de Everton, que claramente não esperava por isso. Comecei a rebolar em cima dele, com aquele pau atolado no cu. Ele acariciava meu corpo com as mãos enquanto eu me movimentava em cima dele.

– Caralho, você é muito gostoso – disse ele, o tesão estampado no rosto. – Cavalga no meu pau, vai.

– Cavalgar assim? – perguntei, levantando minha bunda de leve e descendo com tudo em seguida.

– Ahhh! – gritou ele – assim mesmo. Delícia de cu. Quica no meu pau.

E eu continuei provocando ele cavalgando aquele pauzão delicioso e fazendo ele se contorcer de prazer. Não demorou até ele começar a se movimentar embaixo de mim. Firmando os pés na cama, começou a meter por baixo. Sincronizamos nossos movimentos de modo que quando ele forçava o pau pra cima eu descia com o meu corpo, fazendo seu pau entrar fundo em mim. O tesão era imenso, nossos gemidos e gritos ecoavam pelo quarto.

De um movimento só e sem tirar o pau do meu cu, ele inverteu nossas posições, me jogando deitado na cama com ele por cima, de frango assado. Louco de prazer, ele metia incansavelmente enquanto beijava a minha boca. Em seguida, sem parar de meter, pegou meu pau e começou a me masturbar. Ele me punhetava na mesma velocidade das estocadas no meu cu, me levando à loucura. Avisei que ia gozar e ele disse:

– Goza pra mim, gostoso. Quero te ver gozar com meu pau no teu cu.

E foi com a mão dele me punhetando e o pau dele fodendo o meu rabo que eu gozei, enchendo meu peito e barriga de porra quentinha. Ele não parava de meter, o que intensificou o meu orgasmo e fez ele durar mais tempo. Eu ainda estava gritando quando ele tirou o pau do meu cu, arrancou a camisinha e começou a gozar em cima de mim. Além de grande, aquele pau gozava horrores. Com jatos que chegaram ao meu rosto, ele me lambuzou todo, antes de desabar sobre mim. Ele me abraçava e me beijava com delícia, como se agradecesse pela foda que acabávamos de ter.

Quando recuperamos as forças, tomamos um banho bem demorado juntos. Everton me contou que já queria me comer há muito tempo, e me convidou para passar aquele final de semana na casa dele, tirando o atraso causado pelo tesão acumulado por tanto tempo. Transamos de todas as formas possíveis naqueles dias, e aquilo foi o início de uma relação que temos até hoje.

Fim

Galera, o que acharam do conto? Se gostou, deixe seu comentário, é muito importante para mim saber o que vocês acharam.

Já viu?



20 comentários

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  1. Mark

    Muito bom o conto. Curto porém com um conteúdo muito bom o que estragou foram as trocas de nome no meio do conto. Começou Everton, depois virou Evandro, depois foi Everton de novo. Só pecaram nisso gente mas de resto tá ótimo, tentem consertar depois.

  2. Bruno

    O Conto foi muito bom, mas deu uma certa “quebra” quando vc inverteu o nome… EVERTON… EVANDRO… mas no geral foi excitante, parabéns!!!

  3. Rafael

    ADOREI o conto de todas as formas possíveis. Ahhhh… e FINALMENTE um conto com um final feliz hahahahahaha

    Ps: o nome do Everton muda pra Evandro, ficando meio confuso de entender certinho rsrsrs

  4. Rob Kardashian

    Ótimo conto, porem dizer que foi algo real é querer forçar a barra né amigo. Em determinados momentos achei bem Alice… Mesmo assim bom trabalho!

  5. Thaigo

    Ótimo conto. Tenho um amigo lindo que tenho grande tesão por ele uma pena que ele não toma iniciativa agente fica pelado um na frente do outro mais eu não tenho coragem devido ele ser muito hétero so fala em mulher na verdade é um garanhão fode demais as mulheres aqui da nossa cidade. Espero um dia ter ele comigo transar com ele.

  6. Anônimo

    Humm. Perfeito muito bom, pude imaginar a cena detalhes por detalhes… E sobre esse erro de digitação, não sei pq estão fazendo burburinho… Pow gente, quem nunca errou um erro digitação? E não prestou atenção?. Maioria aqui já .,pra esta ótimo. Pude elevar os meus pensamentos. Gozadas perfeita.

  7. azazel

    Devem coloca conto dos os dias ou 3 conto pir semana adoro ler conto safados ainda mas como esse, que explica tudo e fica mas facil de imagina a cenas todas otimo..

  8. Eve

    Caralho conheço um Evandro e sou doido p pega-lo, o cara fica todo cheio de piadinhas, provocações e insinuações e isso tá me consumindo, comecei a ler o conto e quando cheguei no nome Evandro…puta merda!


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