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Fiquei amigo do colega de faculdade e me surpreendi

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Sempre tive muito tesão pelos meus colegas de classe. Muito mesmo. Mas eles sempre foram áreas proibidas para mim, tanto por parte deles quanto minha, pois acreditava que todos eram realmente héteros e que nunca chegariam em mim. E eu, sendo gay enrustido, nunca me aproximaria deles com segundas intenções. Eu PENSAVA assim…

Quando fui obrigado a mudar de curso na faculdade, ainda estava no armário, mas já não era mais virgem. E bem logo no primeiro dia, me sentei, sem perceber, ao lado de um cara que logo me despertou interesse. Não, ele não era lindo, gostoso e estava me convidando pra trepar com ele. Ele era bonito, com seus cabelos castanhos, sua pele clara, seu corpo ainda em transformação mesmo aparentando ter saído da adolescência, e tinha um olhar, um olhar extremamente penetrante (eu já queria era que ele penetrasse em mim na verdade), um jeito de malvado, já estava a sonhar com nós dois na cama quando ele estendeu a mão e me cumprimentou. Seu nome era Ricardo e tinha se mudado a pouco para a minha cidade. Acabei descobrindo que ele morava bem perto da minha casa, o que já me alegrou.

Depois do primeiro contato, nos aproximamos bastante e nos tornamos amigos e assim, meu interesse sexual por ele diminuía e aumentava, entre a amizade e meu desejo, sem Ricardo demonstrar nenhum interesse mais real. Ricardo me tratava mal às vezes, mas de um jeito estranho, eu gostava.

Comecei a perceber, então, que Ricardo me olhava de canto de olho, quase que querendo olhar sem ser olhado, sem ser descoberto. Aos poucos, percebi também que ao fazer isso, ele passava a mão na calça, limpando as mãos suadas ou pior (talvez melhor), passava a mão por cima da onde estaria seu pau na calça e respirava fundo. Ao conversar comigo, ele alternava seu olhar entre a minha boca, meus olhos e meu corpo, mordendo insistentemente seus lábios. Nesse instante, eu suspeitava da sexualidade de Ricardo e agradecia aos céus ao mesmo tempo.

Ricardo começou então a frequentar uma academia e insistiu para que eu também começasse. Assim, íamos e voltávamos juntos da faculdade, íamos e voltávamos juntos da academia, além das horas que eu passava no apartamento dele, onde ele morava sozinho.

Em uma aula da Anatomia na faculdade, o professor pediu para que formássemos duplas e escrevêssemos sobre as mudanças no corpo humano ao longo dos anos. Ricardo e eu, claro, combinamos de fazer o trabalho juntos na casa
dele naquela tarde.

Depois de passar na minha casa, cheguei ao apartamento de Ricardo. Ele logo me atendeu, dizendo que precisaria, antes de começar o trabalho, tomar uma ducha rápida.
Ao entrar no banheiro, Ricardo deixou a porta aberta e eu, passando para tomar uma água na cozinha (e sem perder a oportunidade), olhei para dentro do banheiro. E então, eu estava sem ar, sem chão, com o coração na boca e
necessitando daquele homem.

Eu já tinha ficado nu na frente de Ricardo com interesse, claro, mas ele nunca havia me deixado vê-lo nu, nunca. E após alguns meses de academia, Ricardo não era mais um homem em um corpo pós-adolescente, ele era O HOMEM: Pernas grossas e com pelos, bunda grande e durinha, costas largas (nas quais já me imaginava arranhando), braços musculosos, peito estufado e forte, além de uma barriga sarada e lisinha e um bronzeado de matar qualquer um, com direito a marquinha de sunga e tudo o mais. E TUDO AQUILO ESTAVA NA MINHA FRENTE. E TOTALMENTE NU.

Infelizmente, ele se virou rapidamente para entrar no box, fingindo não ter me visto observando-o (pois o vi sorrir) e não consegui olhar seu pau. Só tudo aquilo já era muita informação pra mim.

Foi a cozinha, bebi meu copo de água tremendo da cabeça aos pés. Ao passar pelo banheiro, nem olhei para a porta de tão nervoso e excitado que eu estava. Me sentei no sofá da sala, ofegante e com a mão no meu pau, por cia da calça, para satisfazer aquele tesão momentâneo. Mas eu tinha certeza de uma coisa: EU QUERIA AQUELE HOMEM TODINHO PRA MIM.

Alguns minutos depois, Ricardo saiu do banheiro e vinha caminhando em minha direção da maneira mais sexy possível. Ainda com o cabelo molhado e bagunçado, vestia uma regata azul justinha ao seu corpo delicioso e uma bermuda. Ele se sentou ao meu lado no sofá e perguntou:

– Pronto! Ei, tem alguma coisa errada com você? Você está pálido e suando.
– Deve ser o calor (e era mesmo, só que de outro tipo).

Conversamos por alguns minutos, com ele me olhando de forma sensual. E eu, tremendo de tesão e de nervosismo.

– Vamos começar o trabalho? – disse Ricardo
– Claro! Então, vi alguns textos nesse livro…
– Eu estava pensando em outro tipo de pesquisa.
– Na internet?
– Não, – respondeu Ricardo – por meio de exploração.
– Como assim? – Ingenuidade é o meu sobrenome.
– Assim, ó! Me dá a sua mão! – E Ricardo pegou minha mão, que suava frio. – Tá suando, em, mas calma que eu não mordo.
– OK – meu coração ia sair pela minha boca, com certeza, ia. – Mas como iremos explorar?
– Primeiro, pelo meu rosto – disse Ricardo fechando os olhos e passando minha mão em seu rosto – Não tenho mais espinhas ou cravos. E a minha barba? Gosta da minha barba, Edu?
– Éééé legal… – eu tinha fetiche por pelos no rosto.
Ricardo riu gostosamente.
– Sinta meu cabelo… minhas orelhas… meus olhos… minha boca… – E Ricardo então deu uma lambidinha discreta em meu dedo. – Desculpa, foi sem querer. (sei)
Ricardo foi descendo minha mão pelo seu pescoço até que então, tirou minha mão de seu corpo, olhou para as nossas bermudas e viu que ambos estavam com um certo volume. E ele continuou…
– Me dê sua mão de novo… Sinta agora como a academia tem feito resultado e como eu estou ficando gostoso, não estou, em, Edu? – e com a mão livre, levantou sua regata e colocou minha mão em seu tanquinho.
Fiquei sem ar e minhas bochechas queimavam de vergonha.
– Mas o que realmente mudou desde que eu era adolescente foi isso aqui. – e desceu até seu pau, fechando minha mão em torno de seu mastro.
Achei que tinha morrido. Ainda bem que vivi para aproveitar do resto.
– Eu percebi seus olhares para mim desde o primeiro dia na faculdade, Edu. Só não tinha interesse em você ainda. Ai você ficava pelado na minha frente e eu sentia vontade de comer essa sua bundinha, só não sabia como chegar em você. E esse trabalho nos deu essa oportunidade. Você quer isso, não, Eduardo? – e então, ele veio até mim e beijou meu pescoço – Você quer, não quer, Eduardo? – outro beijo em meu pescoço, eu gemia – Você quer, não quer, Eduardo? – beijo em meu queixo – VOCÊ QUER, NÃO QUER, EDUARDO?

– EU QUERO, RICARDO. AGORA!

Fui com tudo para cima dele, peguei na sua cabeça e o beijei como nunca havia beijado outro homem antes. Minha língua procurava a dele, enquanto minhas pernas subiam em seu colo e logo, eu estava em cima dele.

– Quanto fogo, em, Eduardo! – gemia Ricardo.

Eu ri. E beijei seu pescoço. E ele o meu. Beijei sua boca e ele a minha. Mordi a sua orelha. Testa com testa, olhos nos olhos. Virei de costas para ele, ainda sentado, e dancei com a minha bunda onde eu sabia que seu pau estava, rebolando enquanto eu passava minhas mãos em suas pernas.

Nós dois gemíamos. Nós dois queríamos um o corpo do outro.

Rebolei mais um pouco e me virei de frente para ele novamente. O beijei e tirei sua regata. Tremi com todo aquele corpo na minha frente, sendo meu e apenas meu.
Beijei seu umbigo, seus gominhos, passei a mão reconhecendo território, lambi seus mamilos. Ele urrava de tesão.

Ricardo rasgou minha camiseta. Fiz cara de bravo. Nós rimos e nos abraçamos, sentindo o calor um do outro. Como aquilo era bom! Ofegantes, nos beijamos e nos beijamos e nos beijamos. Ele tirou a minha bermuda, passando a mão na minha bunda por dentro da cueca. Gemi instantaneamente.

Sai de cima dele e tirei sua bermuda, aparecendo aquela linda cueca boxer vermelha com um baita de um volume. Cheguei perto e cheirei sua cueca, passando minha mão por dentro e lambendo seu pau por fora da cueca. Ricardo se contorcia de tesão e eu queria dar mais prazer pra ele.

Depois de um tempo, tirei seu pau para fora e vi o paraíso. Tinha a cabeça rosinha, um tamanho bom, grosso. Não pensei duas vezes e o coloquei todo dentro da minha boca. Lambi as voltas da cabeça do pau, lambi por fora, coloca e tirava da minha boca. Chupei suas deliciosas bolas, enquanto punhetava seu pau com as minhas mãos. Ricardo ora com a mão na minha cabeça, me forçando a engolir seu pinto, ora com as mãos atrás de sua cabeça, o que me deixava com mais fome daquele cacete. Ricardo se contorcia de tesão.

Chupei Ricardo por vários minutos. Engolia toda a babinha de seu pau gostoso. Parei e voltei a beijar a boca de Ricardo, com mais vontade ainda. Gravei minhas unhas em suas costas. Foi um sinal de que eu estava pronto para ele.

Ainda nos beijando, nos apertando, nos deliciando fomos da sala para o seu quarto. Ricardo então disse:
– Fica de quatro pra mim, fica, Edu. Quero lamber todo o seu cuzinho!
E eu, muito obediente, fiquei de 4 em cima da cama, esperando por sua língua no meu cu.

E ah, ele era mestre naquilo. Lambia todo o meu cu com sua língua, apertava bem forte a minha bunda, dava alguns tapas e ainda virava meu pau para trás e chupava ele e as minhas bolas. Eu não sentia prazer, era bem mais do que isso, algo inexplicável.

Ele continuou até que então pediu:
– Geme alto e pede para eu comer seu cuzinho, pede, Edu!
Gemi o mais alto que pude e pedi:
– COME O MEU CUZINHO, RICARDÃO. ELE É TODO SEU!

Ele me virou de frente e me beijou loucamente:
– Seu safado, quer que eu te coma, é?
– Sim, Ricardo, quero toda a sua pica dentro de mim! Agora!
– É pra já!

Ricardo se sentou na cama e pediu:
– Desce no pau do papai, desce. E não se esquece de rebolar bem gostoso!

No instante seguinte, segurei seu pau e fui descendo até meu cu se encontrar com ele. E a partir dai, tudo que eu senti não se dá para colocar em palavras.

Eu subia e descia naquele pau. Rebolava segurando em Ricardo. Eu parado no ar e Ricardo se levantava para penetrar mais fundo em mim. Que pau incrível! Nós gemíamos, nos beijávamos. Meu cu preenchido pelo pau do Ricardo, quem ia imaginar?

Ele me perguntou em que posição eu queria ser comido e eu disse “encostado na parede”. Ainda com os corpos quentes, fomos até uma parede, onde havia um banquinho em que eu apoiei uma das pernas. Ricardo beijava meu pescoço e passava a mão em meu corpo, masturbando meu pau. Inclinei meu corpo um pouco para frente e então, Ricardo entrou com tudo no meu cu. Vi estrelas de tanto tesão.

Ricardo bombava com força. Ofegava em meu ouvido, me deixando louco. A cada entrada de seu pau, eu vibrava de excitação e a cada saída, pedia mais. Ricardo tirava o pau todo e passava pela portinha do meu cu e não colocava de volta enquanto eu não implorasse e falasse: “Sou a sua putinha”. Aí, ele ficava ainda mais safado, dançando com seu pau dentro do meu cu.

Fiquei de quatro na cama e Ricardo me comia de pé. Me pegava no colo e com minhas mãos em volta de seu pescoço, meu cu se guiava até seu pau, envolvendo ele. Ricardo e eu trocávamos beijos quentes ali mais acima.

Ricardo deitado na cama, com o pau durasso e eu, abrindo as pernas e descendo naquela delícia. Subia e descia. Subia e descia, sentindo tesão até em meus fios de cabelos. Beijava o peito musculoso de Ricardo, lambia seus mamilos e gemia bem alto. Assim, ele também bombava e o transa ficava ainda melhor. Eu deitado na cama, Ricardo cavalgava em mim, com seu pinto entrando e saindo.

Ainda deitado na cama, eu estava exausto e pedindo mais. Ricardo veio por cima de mim, beijando minhas coxas, lambendo rapidamente meu pênis, mais beijos na minha barriga, meu peito até chegar na minha boca. Ricardo quase me comia com a boca. Que delícia de homem!

Ele foi chegando com o pênis mais perto do meu cu. Enquanto nos beijávamos, desci minhas mãos até sua bunda e a apertei bem gostoso. E foi ai que ele me comeu na maior e melhor intensidade daquele transa espetacular. Bombava com tudo dentro do meu cu, sua bunda linda subindo e descendo com o esforço. Minhas pernas cruzadas em suas costas. Minhas mãos arranhando suas costas. Suas bolas batendo em mim. Ambos estávamos preenchidos pelo puro prazer. Ricardo me beijava e então disse:
– Estou pra gozar. Vou tirar.
– Não tira, não – respondi – Goza dentro de mim!
– Tem certeza?
– Sim!
– Ok! Então, sinta meu leitinho todo quente dentro de você.

Urramos de prazer cada vez mais alto até que Ricardo gozou. A sensação daquele gozo quente dentro de mim foi maravilhosa. Ofegante, ele sorriu pra mim. Ricardo me punhetou, seu pau ainda dentro de mim, e eu gozei em nós dois.

Continuamos deitados, ele em cima de mim, nos esfregando, quando eu pedi para ele:
– Quero que você goze em mim, de novo, mas dessa vez, leitinho quente na minha boca.
– Pega no meu pau e mama! – respondeu Ricardo.
Eu ri. Ele riu. E eu coloquei todo aquele pau incrível na minha boca. Chupei, suguei, lambi, linguei até que Ricardo me serviu do melhor leite: o seu.

Engoli tudo.

Continuamos deitados, ele em cima de mim. Havia sido a melhor transa da minha vida até o momento.

Fiz uma pergunta a Ricardo:
– Primeira e única vez?

Ele me olhou sério e eu já estava triste:
– Primeira vez, sim. Mas única, impossível! Já quero comer seu cuzinho de novo. – Ele me respondeu.

Nós rimos e continuamos nos esfregando até que nos demos conta de que não tínhamos feito o trabalho. O trabalho real. Mas tínhamos a certeza de termos explorado tudo no corpo humano, tintim por tintim.

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14 comentários

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  1. paulo henrique

    fico cho quando leio esses contos as gays sempres dão e nunca fazem a chuca nunca passam o cheque, como que esse boy foi chupando o cu dele? do jeito que ele disse que estava todo suado o cu dele deve que parecia um mar de sal, e mais uma coisa AMOR nao é pq o boy é gato, gostoso ou tem um pica grande camisinha sempre ne, DST nao é papel de carta pra colecionar nao

  2. Luan Carlos

    Olá, tenho 18 anos sou passivo e adoro ser fêmea na cama me add no whats e vem me fazer gozar feito uma louca. Quero ser sua putinha e gemer feito uma cadela… bora brincar na real? 13 9 82171766


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