Índio

Novo mundo, novas experiências

Índio

Imagem: Netto Juvino

A história não contada sobre o descobrimento

Cabelos lisos, tez branca, olhos castanhos escuros, magro, um rosto de menino tímido e quieto, assim era Felipe, um jovem português de 16 anos que vivia em um pequeno vilarejo próximo a Lisboa com sua família.

Seu pai era um marinheiro experiente e conhecera vários lugares do mundo, tinha vivido diversas aventuras, conhecido povos e comidas diferentes. Estava prestes a embarcar em mais uma expedição rumo a Índia, no entanto, sofreu um acidente e teve que ficar recluso por um tempo. Como solução para a sua ausência, ofereceu ao capitão, seu filho Felipe para embarcar na expedição e exercer sua função.

Felipe foi, mesmo a contragosto, porque respeitava muito seu pai, nunca apresentou nenhuma objeção. Mal imaginava ele que estava prestes a viver a maior aventura de sua vida.

Ele passou um mês e meio sofrendo, com um trabalho puxado e com uma péssima alimentação, já que aos marujos era servido biscoito duros e água salgada, a carne não suprirá a demanda. Ele pensava “essa será minha primeira e única viagem de marinheiro”.

Veio uma grande tempestade que deixou todos assustados parecia que ocorreria um naufrágio ali, por sorte, a chuva foi rápida e ligeira o suficiente para fazer com que o leme tomasse um rumo diferente e alterasse o roteiro.

Com uma longa estadia em alto mar e enfrentando dias de calmaria, sua paciência a cada dia se torna finita, mais próxima de se esgotar até que se observa a presença de fura-buchos, animais que anunciavam a presença de terra firme à diante. Logo mais é avistado um monte alto, abaixo dele uma terra com uma vegetação exuberante. Todos acreditavam que se tratava de uma ilha deserta. Tinham errado o caminho, mas descobriam um novo local. O lugar era lindo, uma selva fechada que ao olhar fixamente parecia desafiadora, pelo menos na concepção de Felipe.

Quando o capitão desembarcou de sua pequena barca e preparou-se para fixar uma bandeira portuguesa na areia da praia, surgem selvagens nus armados com arcos e flechas. Felipe sentiu algo diferente quando observou os selvagens, uma sensação estranha que nem mesmo ele conseguia descrever, só imaginava que aquilo poderia ser uma sensação boa. Ficou admirado com os rapazes e seus paus, mesmo não estando eretos já demostram que não são pequenos.

Após uma longa conversa com o capitão e os selvagens, foi oferecido uma faca e dois capotes de algodão como presente para os nativos, como retribuição, eles levaram os portugueses para a aldeia. Houve uma pequena comemoração entre eles para simbolizar o pacto de amizade que fizeram.

Felipe ficou de fora, ficara num canto recluso observando e pensativo, olhou detalhadamente a maneira dos selvagens e achou que ali se vivia com Liberdade e felicidade, uma sensação boa tomou seu corpo, como se algo dissesse que era ali que tinha que ficar.

Inebriado com essa sensação, tomou coragem e se afastou da aldeia para que não voltasse com sua expedição. Estava decidido era ali naquele Novo Mundo que iria viver, estava cansado da Europa, e sabia que seu pai iria colocá-lo no ramo da navegação.

Saiu correndo por entre as folhas verdes e árvores frondosas, corria como um cachorro que consegue libertar-se se uma corrente, a adrenalina corria por seu corpo e era alimentada cada vez mais. Ficara tão louco e fascinado com o local que não percebera que existia animais na floresta, tanto que uma onça estava o seguindo prestes a atacar, o bichano parecia calcular o momento certo de dar o bote, quando Felipe percebeu o perigo a onça vinha em sua direção.

A onça pulou por cima dele, ele tentava se esquivar em vão, teria sido morto se não tivesse a ajuda de Carimã, um índio da aldeia que virou aliada dos portugueses. O jovem índio segurou a onça ferozmente e prontamente usou a faca que ganhara de presente para matar o bicho.

Por alguns segundos Felipe ficou parado, ainda bobo com tudo que tinha acontecido ao redor de seus olhos. Quando voltou a si, foi ao encontro de Carimã para agradecê-lo, os dois se entreolharam fixamente, era nítido ver que um estava mais nervoso que o outro.

Carimã viu que a onça havia rasgado a camiseta de Felipe com suas garras, a roupa estava um trapo, mas Felipe estava com vergonha de tirar a camisa. Carimã deu o passo e tentou tirar um lado da camisa pela manga, Felipe tirou o outro lado e atirou a peça no chão. Carimã pegou e começou a cheira-la, Felipe achou estranho, estava meio envergonhado. Logo, Carimã sem mais nem menos forçou Felipe a se despir, ele mesmo arrancou calças, meias e a bota, logo os dois estavam frente a frente nuzinhos.

Carimã tinha mais ou menos a mesma idade de Felipe, era um índio forte, moreno jambo claro, cabelos lisos bem negros e um pau delicioso. Ele saiu andando na frente de Felipe, andava rebolando seu maravilhoso traseiro durinho, Felipe só observava e o seguia, não sabia explicar mais estava cheio de tesão. Uma hora Carimã parou e Felipe para também, os dois ficam quietos, ambos estavam excitados, de pau duro.

Carimã imaginou que ele precisava tomar uma iniciativa, por isso sem mais nem menos, virou-se para Felipe se abaixou e pegou no pênis de Felipe, simulou o movimento de uma masturbação e colocou o pau quente em sua boca, colocou sua língua e chupou lentamente, muito gostoso. Felipe soltava sua tensão e relaxava, nunca se sentira tão bem como agora, ao final soltou toda a sua porra no rosto de Carimã, que claro, adorou.

Depois chegou a vez de Felipe, que mesmo inseguro, chupou o pau de Carimã muito gostoso e bem lento, estava sentindo muito prazer naquilo, Carimã gemeu e ao sentir o ápice do prazer começou a meter seu pau na boca de Felipe com toda força.

Felipe gostou muito daquilo, Carimã o fez deitar no chão e quis lamber seus mamilos, todo o seu torso até chegar no pau, foi aí que Felipe deu um beijo em Carimã, foi um beijo longo, molhado e ardente, eles não pararam se chupavam e beijavam-se.

Carimã jogou Felipe de bruços e começou a lamber o seu ofício anal, Felipe estava vermelho de tanto prazer, Carimã se masturba e joga seu sêmen no buraquinho de Felipe, ele começa a enfiar o dedinho no buraco devagarinho, Felipe geme ainda mais gostoso.

Carimã mais uma vez faz Felipe engolir sua porra, depois disso começa a penetração anal, Felipe sente o pau grande entrando em seu buraquinho apertado e gostoso, geme mais ainda de prazer, Carimã não tem dó e começa a enfiar com muita força e vontade. Os dois estão extasiados de tesão e prazer. Carimã fode Felipe até quando gozar duas vezes dentro de seu cuzinho.

Felipe então sobe por cima de Carimã e começa a quicar em seu pau, ele geme e beija Carimã, ele ainda com muita força em Felipe, que quando termina diz que quer fuder ainda mais, Carimã ri e diz que ele tem um cuzinho muito gostoso e que não se preocuparia porque agora ele sempre o comeria, pois sua tribo é comedora de homens.

Os dois se beijam e deitam um ao lado do outro com os pênis em riste, naquele momento Felipe pensou que aquela terra era o seu lugar, estava feliz, não ia voltar, agora morava em uma oca e pertencia a aquele lugar.

Já viu?



3 comentários

Add yours

Deixe seu comentário

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.