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Renan, meu pesadelo do colégio – Parte 1

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Meu nome é Vitor. Desde criança sempre fui vítima de piadinhas na escola por ser muito tímido e andar bastante com meninas. Mas havia um garoto que implicava comigo bem mais que os outros, chamado Renan. Estudávamos na mesma sala de aula quando estava na oitava série. Toda vez que eu passava perto dele na escola ele falava “e ae viadinho!”, “bichinha!” ou fazia uma gracinha me imitando andar e afinando a voz para parecer bem feminino e todos caiam na gargalhada. Me sentia horrível com isso, pois não sabia se o meu comportamento para as pessoas era assim mesmo ou se ele só queria uma vítima para zombar e ser a piada da galera. Odiava ele, mas no fundo também achava ele bem bonitinho.

Ele era moreno claro, com olhos castanho claro com traços de mel que eu nunca havia visto em outra pessoa. O cabelo dele era ondulado e castanho. Tinha os olhos apertados mas não chegava a parecer asiático e apesar dos lábios finos tinha um sorriso lindo. Um queixo quadrado e era mais alto que os demais meninos da nossa idade. As meninas sempre faziam coraçõezinhos no caderno dele e escreviam recadinhos com canetas coloridas. Ele era amado por todos e sentava com a galera do fundão na sala. Eu, a piada da turma, sentava na primeira carteira da parede da janela e gostava de ficar olhando pra fora e vendo o movimento às vezes já que sempre era um dos primeiros a terminar as atividades e era um dos que tirava as melhores notas. Não gostava de ir ao banheiro na escola, pois ficava com vergonha de me verem fazer xixi. Além de mim, nunca havia visto outro homem pelado, pois eu não tinha computador por ser muito caro então gostava de ver os órgãos genitais nos livros de biologia e aprender tudo sobre o corpo humano, em particular o masculino.

Achava muito interessante ver como era produzido os espermatozoides, quando começava a crescer os pelos no corpo, engrossar a voz, quando aumentaria o tamanho do pênis e quais características poderia ter meus filhos caso tivesse algum. Assim, nas aulas de educação física ficava admirando os meninos que jogavam bola de bermuda curtinha e sem camisa para ver quais já tinham sinais da puberdade. Haviam alguns com as pernas bem cabeludas e outros que não tinham nada. Alguns quando erguiam o braço tinham o sovaco bem cabeludo e outros nem sinal de que um dia iriam ter. Alguns já tinham até barba e pelo no peito o que me deixava curioso e me chamava atenção. Mas quem mais eu gostava de olhar era para o Renan. Ele sempre usava um shortinho curto azul que ia até metade da coxa que por sinal era bem grossa e um pouco peluda. Tinha a panturrilha definida, provavelmente de tanto jogar bola. Ao contrários dos outros garotos ele tinha um corpo mais definido, lisinho e tinha o sovaco cabeludo também. Sempre jogava vôlei ou queimada e quando faltava uns 15min pra terminar a aula ficava descansando e admirando os garotos jogarem bola até dar o sinal e podermos ir embora já que era a última aula do dia. Não consigo explicar, mas o fato do Renan sempre me zoar me deixava mais curioso a respeito dele e mesmo detestando ele, sempre me pegava pensando nele…

Um dia estava muito apertado para ir ao banheiro fazer xixi. Sempre segurava até chegar em casa, mas aquele dia não estava aguentando e o ônibus demorava um pouco até chegar em casa pois eu morava no último ponto. Era sexta e resolvi esperar até o final da aula de educação física quando a maioria do pessoal iria desesperado embora para eu poder ir e encontrar o banheiro vazio. Quando entrei fui logo na última cabine e tranquei a porta para ninguém me ver. Já ia dar descarga quando ouvi vozes de vários garotos entrando: “nossa aquele gol que o Eduardo fez foi muito louco!”, “também o Mateus não sabe defender bosta nenhuma, dá até raiva de cair no time dele”, “ainda bem que cai no seu Renan você joga muito cara! Aquele último gol foi foda!”… Não acreditei naquilo! Se o Renan me visse ali, com certeza ia aprontar alguma coisa comigo. Precisava esperar o momento certo para sair dali ou esperar eles irem embora para eu poder sair, nem que tivesse que ir embora apé.

Destranquei a porta bem devagar e abri um pouco para espiar onde estavam e se perceberiam se eu saísse correndo, foi quando reparei que eles estavam tirando a roupa para tomar banho. Fiquei surpreso que eles não tinham vergonha um do outro, na verdade já deviam estar acostumados com àquilo. Haviam 3 garotos e um deles realmente era o Renan. Vi quando um deles retirou a cueca e entrou em um dos chuveiros e fechou a porta. Só vi ele de costas, mas reparei que era o Bruno um garoto gordinho de cabelo loiro escuro, que agora reparei que tinha as costas bem largas e a bunda um pouco peluda. Depois vi um outro garoto que não lembro o nome, mas era bem magro, de cabelo preto e alto. Vi ele andando até o chuveiro e fechando a porta, mas consegui ver um pouco do pau dele o que me deixou um pouco excitado. Foi quando que vi o Renan todo pelado indo até o último chuveiro. Ele era bem mais bonito que os outros caras e o pau dele balançava enquanto ele caminhava. Precisava sair dali antes que ele me visse, mas não conseguia parar de olhar. Ele ao contrário dos outros não fechou a porta! Com certeza ele iria me ver se eu saísse agora já que o chuveiro ficava bem de frente de onde eu estava.

Ele estava de costa abrindo o chuveiro e reparei que ele tinha as costas largas e o corpo todo bronzeado. A bunda dele era branquinha e empinada com a marca de sol. Ele se virou e eu via enquanto ele se ensaboava. Ele passava o sabonete no sovaco cabeludo e na barriga. Percebi que o pau dele era bem peludo, não era muito grande mas era bem grosso. As vezes parecia que ele ficava encarando a porta da cabine onde eu estava por um bom tempo, mas não sabia se ele havia percebido alguém ali ou se eles estava apenas olhando para um ponto específico pensando na vida. Vi ele arregaçando o pênis, ensaboando a cabecinha e depois se enxaguando. Reparei então que meu pau estava super duro e que se eu batesse uma punheta ali iria gozar rapidinho… Aproveitei enquanto ele estava de olho fechado enxaguando a cabeça e sai da li o mais rápido que pude. Até esqueci de lavar a mão e me escondi com medo de que alguém tivesse me visto. Um pouco depois o sinal bateu e fui um dos primeiros a sair da escola.

Quando já estava no ônibus, vi o Renan e os amigos dele entrando. Eu estava sentado com uma amiga e vi eles passado a roleta e indo direto pro fundo normalmente sem olhar pra mim o que me deixou aliviado. Com certeza ele não havia nem reparado que eu o havia visto tomar banho. Apesar de estar conversando com minha amiga, não conseguia tirar aquilo da minha cabeça. E mesmo tendo raiva do Renan por ele me humilhar diversas vezes, sentia uma mistura de raiva com desejo. Ele era muito gostoso, tinha um corpo lindo e um pau grosso que eu gostei muito de ter visto. Na hora de descer do ônibus vi que ele me viu e já estava aguardando ele zombar da minha cara como sempre faz, mas por incrível que pareça ele não fez nada, virou a cara e continuou conversando com os colegas dele sobre um assunto que parecia bem interessante…

Achei esquisito, ele nunca perde a oportunidade de me zoar, será que cansou? Ou me viu quando corri do banheiro desesperado achando que ele estava de olho fechado? Fiquei o dia inteiro pensando no que vi e me masturbei pensando neles e contando os dias para a próxima aula de educação física chegar logo…

Continua no próximo sábado, 06 e agosto.

Não esqueçam de deixar seus comentários e opiniões aqui embaixo!

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49 comentários

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  1. Anónimo

    Aaaaaah so sabado? Af quero mais, parece eu, odiava uns meninos mas tinha desejo rsrs. Espero que essa historia nao seja alice igual a ultima ai que teve…

    • KINGuys

      Se postássemos ele inteiro, grande do jeito que é, teriam pessoas que sequer dariam chance a ele e iriam reclamar do tamanho. Você sabe exatamente do que eu estou falando, porque todos nós aqui vivemos no Brasil.

      Peço desculpas pelo incômodo.

  2. Alex

    Vitor como não amar seu conto?!
    Passei por uma situação IDÊNTICA, continue postando por favor, espero que seu conto tenha o mesmo final feliz que o meu haha! Abraços.

  3. Júnior

    Conto muito bom… Mesmo sem especificar idades, dá pra saber quase que exatamente a idade dos personagens! Aguardo os próximos capítulos ansiosamente.

  4. Júlio

    Em 2007, tinha um menino na minha sala, chamado Lucas, ele implicava muito comigo, jogava minha mochila do segundo andar, com todo o meu material, fazia de tudo. Até que cansei e resolvi me defender. Tudo que ele fez comigo, eu fiz com ele. Daí, o Lucas parou de implicar e meio que nasceu um respeito. No fim do mesmo ano, eu tava pegando no pau dele debaixo da carteira. Três anos depois, no ensino médio, ele era meu maior confidente, guarda meus segredos até hoje. Eu costumo pensar que sempre que há esse tipo de relação conturbada, pode haver um sentimento que a pessoa ainda não compreendeu.

  5. Anónimo

    Muito bom o conto. Porquê não pode antecipar pra amanhã ? Espero que esse seja local, pois o do professor substituto de matemática eu esperava um pouco mais…

  6. Anónimo

    O CONTO DO PROFESSOR COM O ALUNO ACABOU OU VAI TER CONTINUAÇÃO? (estou falando do gabriel e do pedro, se não me engano era os nomes dos personagens)

  7. Dom

    Eu me identifiquei com algumas partes da história.

    Durante o meu ensino fundamental, que ocorreu entre os anos 2000 à 2003, eu era o mais zombado entre galera, era o ‘viadinho’ da sala (ou melhor da escola) e sofria constantemente com as implicâncias e as gozações.

    Eu tinha apenas 11/12 anos de idade e não tinha ideia do que fosse ser “gay/homossexual”, era muito mimado, caseiro e não tinha contato direto com outros meninos. Tendo em vista que 95% das minhas amizades eram mulheres.

    Na escola eu era zombado por umas 100 pessoas, isso mesmo (coisa de filme americano), era do tipo que a sala toda ria, que os meninos mais velhos do ensino médio comiam o meu lanche (porque me ameaçavam), no dia do meu aniversário faziam questão de lembrar para tomar cerca de 15 ovos na cabeça, ao ponto de praticarem todos os tipos de rechaças possíveis. E olha que eu estudava em colégio particular de alto custo da minha cidade.

    Eu me sentia muito mal e sempre tive medo de reagir, pois sofria muito com as implicâncias, chegando ao ponto de fazer tratamento com psicóloga.

    ((Hoje em dia, eu penso que isso tudo aconteceu porque eu não revidava, de uma certa forma, eu aceitava e eles continuavam a implicar. ))

    Lembro que em 2004, eu mudei de cidade e consequentemente, de escola. Tudo era novidade na minha vida e eu tinha a certeza de que tudo iria mudar. Lembro que no meu primeiro dia na escola nova, começaram a surgir as especulações sobre a minha sexualidade e o assunto durante as primeiras semanas foram “acho que esse garoto novato da escola é viado”.

    Nessa época eu já tinha 15 anos e já tinha mais certeza do que eu queria pra minha vida. Foi quando eu decidi RADICALIZAR e busquei dentro de mim uma descontração que eu mesmo desconhecia, fazendo desaparecer toda aquela timidez.

    Lembro que um colega tentou me intimidar na frente dos demais me chamando de gay (em voz alta). Nesse momento, eu retruquei em alto e bom tom “Engraçado, que na hora de me ligar, eu sou o seu viadinho gostoso”.

    A partir daí, ninguém passou a se importar mais com o fato de que eu era GAY, mas sim, com as respostas que eu dava nas pessoas que os deixavam totalmente sem graça. E o motivo das gozações se invertiam.

    Com o tempo, eu já estava totalmente entrosado com os meninos da sala, sentava no fundão, participava das bagunças, era convidado para as festas e sempre incluído em todos os momentos. A minha sexualidade ali não era mais problema, eu passei de reprimido para POPULAR. Mudei até o visual, cortei os cabelos, pintei, passei a malhar, coloquei piercings e brincos, fiquei extremamente vaidoso.

    E com isso, o segredo entre eu e os meus coleguinhas começaram a aparecer, rs. Afinal de contas, eu me tornei uma safada !!! hahaha

    Foram os 03 melhores anos da minha vida no Ensino Médio. Aquele menino que era reprimido e sofria durante o Ensino Fundamental, se tornou o popular da escola sendo respeitado por todos os colegas de classe, independente da condição sexual.

    Em 2007, quando eu retornei para a minha cidade Natal para cursar a Universidade, tinha medo de que passasse novamente pela mesma experiência negativa. Afinal, eu retornava para a minha cidade Natal para ingressar na Universidade em que a grande maioria também iria cursar.

    E não foi diferente, boa parte da galera que zombava de mim entre os anos 2000 à 2004, não escolheram apenas a mesma Universidade, mas também o mesmo curso. E, quanto as zombações? Eles tentaram, mas como o meu comportamento era outro, eu soube me impor. Lembro no início da faculdade que alguns já me olhavam torto e faziam comentários maldosos, contudo, eu passei a revidar e fazer vista grossa, sem tolerar esse tipo de comportamento.

    E o que aconteceu? Muitos daqueles que judiavam da minha pessoa, se tornaram grandes amigos durante a faculdade e atualmente na vida profissional. É incrível, como tudo muda !

    Grande parte daqueles meninos que implicavam comigo, disseram que implicavam com a pessoa que eles mais consideram nos dias atuais. E que eu tenho a admiração deles e o respeito pela pessoa que eu sou.

    Acredite que tudo isso vai passar. Basta você se impor e nunca deixar que as pessoas imponham algo sobre a sua vida. E nunca se abale com o que as pessoas venham lhe dizer, porque o mundo dá voltas ! E a vida está aberta a mutabilidade. Mas, nunca guarde rancor no seu coração, pois todos nós somos seres suscetíveis e vivemos em constante mudança !

    Seja você mesmo. Não tente esconder o que você é !!!!

  8. Deco

    Porra, mó chato cortarem os contos eu tão empolgado aqui, quem não curte ler não clica no link, postem de uma vez caralho 🙁

    nem que eu dure o dia todo lendo mas postem tudo é maravilhoso


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