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Conto 2.lpg

Renan, meu pesadelo do colégio – Parte 2

Conto 2.lpg

Na outra semana não aconteceu nada de diferente, como sempre o Renan caçoou de mim diversas vezes perto dos amigos, o que era normal. Não via a hora de chegar sexta para a aula de educação física, estava decidindo se iria ou não dar uma espiada novamente nos garotos tomando banho. Gostaria de ter um celular com câmera para filmar, mas como na época era algo muito caro só uma minoria da escola tinha o que os tornava super populares. Eu nem tinha se quer um celular comum, nem computador ou mp3, assim minha única companhia para distração eram os livros.

Adorava ler histórias de magia, assombrações, aventuras e alguns romances. Fiquei bem intrigado ao ler “Menino de Engenho” e as cenas de sexo eram as minhas preferidas. Só havia visto  um video pornô uma vez quando levaram um vídeo no celular e formou uma rodinha para assistir no intervalo. A parte que os garotos se reúnem para para fazer sexo com uma cabrita escondido, me deixou chocado. Ficava pensando nas coisas que os garotos são capazes de fazer para obter prazer sexual. Eu era virgem e fantasiava estar ali com os garotos, talvez se estivesse não precisaria de cabrita e eu poderia ser o objeto de prazer deles…

Ficava desejando isso, mas nunca tive coragem de falar sobre minha sexualidade com alguém, nem minhas melhores amigas, embora de tanto me zoarem talvez estivesse na cara e todos já sabiam. Para minha decepção, quando chegou sexta reparei que o Renan faltou e por isso decidi ir embora direto e não espiar novamente o banho dos garotos. Já estávamos no meio do ano e a professora de matemática resolveu passar um trabalho para ajudar na nota. Já havia olhado para a Milena, minha dupla que assim como eu tirava ótimas notas.

-Gente, desta vez eu irei escolher as duplas e irei colocar aqueles que foram muito bem na prova com alguns que foram um pouco ruins. Quero que vocês estudem e façam este trabalho juntos, pois depois irei sortear algum exercício para cada um apresentar valendo nota. Me procurem caso tenham alguma dificuldade –  falou a professora.

Ela foi entregando as folhas de exercícios que na hora já julguei serem fáceis, pois havia estudado bastante a matéria. Minha maior surpresa foi ver quem era a minha dupla: o Renan! Olhei para trás e vi que ele estava me olhando fixamente. Reparei que alguns amigos deles diziam coisas como “Você vai tirar 10 vai fazer com o viadinho haha”. E ele deu um sorriso indiferente. No final da aula estava arrumando as coisas para ir embora, quando reparei que o Renan estava atrás de mim me olhando. Fiquei olhando também pra ele, parece que ambos tínhamos dificuldade em iniciar uma conversa.

– Bom… é… que dia você acha melhor nos reunirmos para fazer o trabalho? – falou ele com dificuldade.
– Por mim tanto faz… podemos fazer hoje a tarde, achei bem fáceis… acho que terminamos rápido…

Respondi tentando não transparecer o nervosismo. Reparei que ele me olhava diferente, meio que na defensiva, talvez porque ele não tenha ido bem na prova e precisava de nota e não queria pedir ajuda pra pessoa que ele tanto humilha todos os dias…

– Beleza… podemos nos reunir na minha casa então ou você prefere na sua? – falou ele.
– Pode ser na sua casa mesmo, me passa o endereço que vou lá então. – respondi embora já sabia onde ele morava mas não queria que soubesse. Não queria levar ele pra minha casa, pois sabia que a família dele ganhava bem mais que a minha e minha casa era bem simples comparada a dele. Ele escreveu o endereço na última folha do meu caderno.
– Passa lá então por volta das duas da tarde… – e saiu sem falar mais nada.

Não sabia se aquilo seria algo bom ou ruim. O garoto que sempre me humilhava, que eu detestava e também provocava em mim sentimentos que nunca havia tido antes agora era meu colega de trabalho e eu iria na casa dele! Estava super ansioso para ir, peguei meu livro de matemática e levei junto com o meu caderno. Ao chegar, ele estava no quintal brincando de jogar bola com o cachorro que corria desesperadamente atrás da bolinha. Ele estava descalço, vestia uma camiseta regata branca e um short preto bem leve que terminava um pouco antes do joelho. Aquelas pernas grossas me deixavam louco. Bati palma e ele veio abrir o portão pra mim, dizendo:

– Pode entrar, ele não morde não, é bem mansinho…

Mas minha maior preocupação era ele. Será que ele iria me humilhar ou fazer alguma coisa ruim comigo? Entrei meio inseguro e fomos pra sala.

– Vamos pro meu quarto, não tem ninguém em casa pois meus pais trabalham o dia todo, mas se chegar alguém pelo menos não vão atrapalhar a gente.

Ele estava bem diferente do Renan da escola que estou acostumado. Estava mais educado e simpático. A casa dele era bem bonita. Tinha móveis e aparelhos eletrônicos que minha família não poderia pagar. Ao entrar no quarto dele, percebi que era bem grande e meio bagunçado. Havia uma mesinha com abajur e roupas jogadas em cima, que ele pegou e jogou na cama para podermos usar.  Ele tinha um computador só dele também no quarto, o que era difícil na época.

– Senta ai, vou pegar outra cadeira pra mim. –  falou ele e saiu do quarto voltando em seguida com uma cadeira.
– Bom, eu achei essas fatorações polinomiais bem simples, só as duas últimas que devem dar um pouco mais de trabalho. Essa segunda questão achei fácil também, dá pra usar uma regra de três e a terceira de ângulos também não está tão difícil… está tudo bem? – perguntei ao ver que ele estava bem distante, parecia um pouco preocupado.
– É que na verdade eu tenho um pouco de dificuldade com matemática. Fui muito mal na prova, nem sei por onde começar esses exercícios… – respondeu ele meio envergonhado.
– Sem problemas, eu te ajudo. Podemos estudar juntos quando você quiser e eu te ensino. – respondi.
– Você é bem legal Vitor. Eu sempre tirei sarro da sua cara e ainda assim você quer me ajudar. – falou ele.
– Gosto de ser legal com as pessoas e você também é um cara legal quando não está com seus amigos rsrsrs… – falei e ele sorriu também.
– É que na escola é complicado… meus amigos são diferentes de você, se é que me entende…
– Não entendi? Como assim? – respondi confuso.
– Eu vi que você estava me espiando tomar banho aquele dia na escola. Na verdade suspeitei que tinha alguém, mas só percebi  que era você quando te vi saindo correndo do banheiro…
Não sabia onde enfiar a cara. Então ele me viu mesmo! Que mancada… não sabia o que dizer…
– Me desculpa. Eu não devia ter vindo… –  levantei e comecei a arrumar minhas coisas pra ir embora quando ele me segurou e falou:
– Calma, relaxa. De boa cara, eu não fiquei bravo… na verdade fiquei curioso… Você gostou do que viu? – perguntou ele.
Não sabia o que responder. Por que ele me perguntaria aquilo?
– Bom… você é um cara bonito. Todas as meninas da sala gostam de você…
– Mas quero saber o que você achou. O que achou do meu pau?- perguntou ele.
– Não sei… não vi muito bem… – não sabia o que dizer pra ele, estava com muita vergonha.
– Pode falar a verdade de boa, cara. – Ele segurou minha mão e levou até o pau dele que não havia reparando antes mas estava duro e com a cabeça quase saindo de uma das beiradas do short, pois estava sem cueca. – pode pegar.

Eu apertei um pouco o pau dele mas ainda estava com medo. Não sabia por que ele estava fazendo aquilo. Então ele abaixou o short e deixou o pau pra fora. Agora de perto parecia bem maior e mais grosso. Devia medir um 17cm, bem grosso e dava pra ver as veias conforme eu apertava.

– Mama ele pra mim vai? Mama ai um pouquinho, ninguém vai saber… – ele falou com uma voz bem safada que não resisti. Cai de boca no pau dele. A primeira impressão foi bem estranha, parecia uma borracha dura quente e meio salgadinha. Chupei o pau dele com toda vontade enquanto passava a mão nos pelos pubianos dele que eram macios e castanho claro. O saco dele era bem peludo também e eu adorava aquilo.

Ele gemia muito e dizia que eu mamava muito bem, embora fosse minha primeira vez. Senti um gostinho salgado na boca enquanto mamava e percebi que ele estava gemendo cada vez mais. Ele então segurou minha cabeça para me manter chupando o pau dele e senti quando gozou na minha garganta. Engoli tudo. Tinha um gosto estranho, mas gostei daquilo. Ele me deu uma toalha para me limpar.

– Cara você mama muito! –  falou ele sorrindo.
– Foi a minha primeira vez… – respondi.
– Sério? Então você realmente estava com muita vontade de chupar um pau rsrsrs… Podemos fazer isso outras vezes se você quiser…
– Mas… você não gosta de mulher? – perguntei meio confuso.
– Claro que gosto. Já peguei várias da sala, mas curto muito ser mamado e as minas são meio frescas, cheias de nojinho… mas você faz porque gosta… além disso, como vamos estudar juntos agora não vou te zoar mais… não tem mais graça isso…
– Pode ser. Mas vamos fazer o trabalho antes da próxima vez rsrsrs… – respondi.
– Claro. Você me ensina então, estudamos juntos e se quiser dar uma mamada só me avisar, curti muito. Mas é claro, tem que ficar entre a gente isso.
– Claro, não vou contar pra ninguém. – respondi.

Depois daquele dia o Renan nunca mais me zoou. Não andávamos juntos na escola, mas quando nos víamos dávamos um joia com a mão um pro outro. Estudamos juntos diversas vezes na casa dele e na maioria das vezes eu o mamava depois. Tiramos uma nota boa no trabalho e ele conseguiu recuperar a nota ruim que havia tirado.

No colegial, fomos para escolas diferentes. Eu fui para uma escola técnica e ele pra uma particular muito boa. Eu o vi algumas vezes com os amigos em algumas festas, mas desde aquela época nunca mais conversamos. Não sei se ele me viu ou lembra de mim também. As vezes vejo o facebook dele e atualmente ele está namorando uma moça linda e estuda direito. Ele está ainda mais bonito, com barba, mais forte por causa da academia e pelas fotos muito feliz. Eu mudei de cidade, para estudar engenharia em uma universidade federal e já tive alguns rolos por aqui, mas mesmo assim nunca esquecerei do Renan.

Fim!



21 comentários

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  1. Henrique

    Que sonho um amigo assim…
    Tinha um vizinho também que certo dia disse pra mim “cai de boca aqui, vai! mama aí”
    haha foi foda demais.

  2. Thales

    Um final típico comum na vida como muitos de nós passamos…
    Gostei muito do conto, fiquei curioso para saber como é o Renan fisicamente na realidade haha.
    Parabéns pelo conto.

  3. Universitario

    Bixo, só digo uma coisa, essa história é real! Dá pra perceber pela falta de “formalidade” na descrição, transmitindo o que de fato ocorreu, tipo o “ele é mansinho”, “vou pegar uma cadeira pra mim”… Sem falar que é essa a reação que os caras têm depois disso, continuam distantes porém mantendo um “respeito”, se cumprimentando com no máximo um joinha hahahah
    Uma típica história de colégio que só acontece no colégio. Duvido acontecer hoje em dia com os play do meu curso de direito
    É isso ai, abração galera hahahh

  4. Anónimo

    Essa história me lembrou bastante do que aconteceu comigo… Não consigo esquecer também hehe, esses rolos da adolescencia não tem como esquecer!

  5. Rychardson

    O final poderia ter acabado sem o namoro, fiquei com raiva quando ele começou a namorar uma “menina linda que faz direito” hahahaha. Mas mesmo assim, ficou muito bom e realistico o conto!

  6. AlIeKIN

    tenho uma historia parecida , com o meu amigo ,ele mora na frente da minha casa, mas pra começar vou do inicio agente tinha uns 10 a 11 anos estavamos brincando de escondi escondi quando entramos em um beco e do nada vimos um casal si chupando .ai ficamos exitados sem querer minha mão bateu no pau dele . ele mim olhou ,eu fiquei com vergonha, ai ele segurou minha cabeça e mim beijou e começou a pegar na minha bunda na quele dia ele chupou meu pau e eu chupei o dele pois nem eu nem ele n tinha chupado nem um depois de um tempo agente parou de se falar mais quando ,ja estavamos com 16 anos o computador dele parou e ele mim perguntou se eu sabia conserta eu falei que sim quando eu entrei na sala ele estava exitado fiquei quieto nem falei nada,fiz o que tinha que fazer n pc dele . ele vai puxando assunto e tirou a roupa e perguntou, se eu queria pegar e falou como estava grade a rola dele eu no incio n quis mais depois que conversamos eu chupei pois nuca tinha chupado outra pois gosto de mulher mas sinto um imenso tesão por ele dai passamos mas ou menos um ano e meio se encontrando mas ja estamos a um tempo sem si falar. um amigo gay mim falou desse conto e mim mandou esse link.e hoje estamos com 18 anos e iremos fazer 19 no final do ano ele com a namorada dele e eu com a minha, mas ainda sinto falta dos troca trocas que faseamos ..

  7. Rodrigo

    Olá pessoal. Eu que escrevi este conto e fiquei muito feliz que gostaram. Gostaria de dizer que sim, foi baseado em fatos reais como muitos suspeitaram. Falows!

  8. Andrew

    Nossa, fiquei de pau duro quando ele disse
    —Mama…!!
    Foi um bom conto,já que sofremos muito na adolescência,por causa de garotos.Você se deu bem né ??,fiquei curioso,pra saber sobre o Renan !!,Se poder manda Face, dele!!

  9. Andrew

    Nossa,fiquei de pau duro quando ele disse :
    —Mama…
    Você se deu bem,pois,nos sofrermos muito na adolescência,por causa de garotos!! Fiquei Curioso, ao causa da aparência do Renan,se puder manda Face !!


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