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O professor da natação que confundiu minha cabeça – Final

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Eu e o Vitor decidimos realmente investir nessa competição e estávamos trabalhando duro pra melhorar nos dias que íamos pra natação, e devo dizer que o tempo passou tão rápido pra mim que estávamos em junho e eu nem ‘vi’ o tempo passar — Era uma sexta feira a tarde quando eu comecei a conversar com o Vitor:

-E aí piá

-Oi piá, que se ta fazendo de bom?

-Nada, to assistindo uns episódios duma série aqui, no tédio

-Mano, vem aqui em casa jogar, daí se dorme aqui em casa

-Pode ser mano, só vou ver com meus pais…

Esse “…” não era comum, o Vitor não é de mandar essas coisas, eu conheço ele a tanto tempo que eu sei que tinha algo acontecendo que incomodava ele. Ele demorou pelo menos uma hora pra responder, e eu achei estranho, pois a mãe dele trabalhava sempre com o celular por perto, então ela iria ter respondido ele bem rápido. Mas enfim uma resposta dele chegou:

-Mano, minha mãe não ta muito bem humorada não, se fala com ela?

-Pode ser, acho

A mãe do Vitor tava bem estressada mesmo, eu não entrei muito em detalhes, mas tava realmente com vontade de que o Vitor viesse aqui em casa, pra gente curtir um pouco sem pensar nos outros:

-Ai não sei Erick, a gente tinha um compromisso, e eu acho melhor o Vitor vir junto

-Tem certeza tia Renata? (Renata era a mãe do Vitor, nossas famílias eram bem próximas então ela era uma tia pra mim) Se você achar que o Vitor pode vir me liga ok? — Eu fiquei desapontado, a tia Renata estava muito tensa, e ninguém me falava o motivo, eu não ia me meter nos assuntos deles, por mais que sejamos próximos.

Mas enfim, tirei aquela tarde pra mim, sem pensar no meu professor Pedro, ou nessa possível treta que estava acontecendo na casa do Vitor, inclusive saí um pouco do meu apartamento pra tomar um Sol, no silêncio, só que felizmente a tia Renata ligou pra mim de volta:

-Oi Erick, posso levar o Vitor aí?

-Pode tia, eu espero vocês aqui então

Agora sim, eu tinha me animado, finalmente eu ia dar um pause em tanta coisa que estava me incomodando, fui correndo pro meu apartamento de volta, pra esperar o Vitor chegar, eles não moravam muito longe de mim, então não iam demorar. Os meus pais iam num casamento, então eu achei que seria bacana eu chamar um amigo, só por um dia — O Vitor chegou junto com meus pais e os três entraram, minha mãe estava conversando com o Vitor, mas ela tava fazendo uma cara tão séria que eu me assustei:

-Nossa, o que aconteceu mãe?

-Nada, meu bem- Ela disfarçou fazendo um sorriso, e eu preferi deixar essa passar, não gosto de discutir na frente dos meus amigos.

A gente tomou um café da tarde, e ficamos conversando na mesa enquanto meus pais iam se arrumar — Depois que eles saíram, Vitor pediu pra tomar um banho, pra fazermos uma maratona de videogame, e eu fui pro meu quarto esperar.

Durante o banho do Vitor, eu tinha entrado num site pra me ‘divertir’ e depois tomar banho logo em seguida, eu perdi a noção do tempo vendo um vídeo, e acabei não vendo o Vitor entrar, eu me assustei quando ele entrou no meu quarto, eu estava de pau duro, mas tentei minimizar o navegador pra disfarçar:

-Piá, se ta de pau duro?- O Vitor falou sorrindo, parece que aquilo não tinha deixado ele tão desconfortável quanto eu

-Mano, e-eu, porra…-Eu não sabia o que responder, e o Vitor tava ali olhando pra mim

-Relaxa Erick- Ele deu risada -Eu vejo pornô também- Ele falou entre os risos

Eu não sabia o que dizer, eu queria morrer naquele momento, mas a vergonha se tornou impulso e eu resolvi contar:

-Vitor, eu sou bi…

-Que? Para de brincadeira Erick

-Não, eu não to brincando, eu sou bi- Eu abri o navegador e ele viu o vídeo que eu estava vendo, depois de ele ouvir o que eu tinha pra dizer ele me olhou e disse:

-Mano, goza comigo- Eu fiquei ainda mais confuso, ele era bi também? Eu fiquei vermelho e me fiz de desentendido:

-Oi?

-Goza comigo Erick, somos amigos né?

-S-sim-O pensamento de me masturbar com um amigo nunca me veio a tona, e isso me deu tesão, era uma experiência nova pra mim, mas o Vitor parecia mais seguro; ele se apoiou na mesa que fica meu notebook e colocou um vídeo pra nós assistirmos.

O Vitor tirou o pau dele pra fora, confidente, aquilo me deixou surpreso e excitado, o pau dele era um pouco menor que o meu, mas com certeza mais grosso, e ele tinha uns pelos aparados certinhos, que eu achei lindo quando eu fitei ele manejando. Eu abaixei minha cueca e estava muito tímido, aquilo estava sendo mais difícil do que eu imaginava, o Vitor tava em pé com o pau duro, lindo, e eu sentado pelado na cadeira do meu computador, tímido demais — Só que o Vitor me ajudou, ele ficou de cócoras na cadeira onde eu tava sentado e falou:

-Mano, fica duro comigo- Ele falava tudo aquilo com uma facilidade e naturalidade que eu acabei sorrindo e me deixei levar. Ainda mais que ele colocou uma das mãos pra trás e começou a me masturbar junto com ele, meu pau começou a endurecer e ele ficou de pé devolta, mas me masturbando junto com ele — Eu resolvi levantar e passei a me masturbar sozinho, olhando pra ele se masturbar, nós ficamos um tempo ali trocando olhares e olhando pro vídeo de vez em quando. E o Vitor soltou:

-Mano, eu vou gozar- Eu só dei um gemido assentindo, acho que ouvir meu gemido só deu mais tesão nele porque fechou os olhos e contraiu as nádegas, acelerando o ritmo da punheta. Eu sentei e virei a cadeira do meu computador pra ele, abri minhas pernas e disse:

-Goza em mim Vitor- Foi eu falar isso que ele deu um gemido alto de tesão e olhou pra mim com as pernas abertas, ele esporrou na minha barriga e no meu peito, e foram jatos grandes e quentes — Eu não estava tão perto de gozar, e continuei batendo minha punheta. Vitor se colocou na minha frente de um jeito que eu não conseguia ver meu pau, e ele começou a esfregar meu pau entre as nádegas dele:

-Nossa Erick, ele é branquinho e rosinha, eu gostei de você- Ele dizia aquilo ofegando e se esfregando em mim; eu gemia forte, aquilo estava me deixando louco, ele lambeu a porra na minha barriga e continuou se esfregando — Quando ele terminou de lamber, eu disse:

-Vitor, eu vou…eu vou gozar

-Não goza agora não por favor- Ele ajoelhou e começou a chupar meu pau, eu segurei os cabelos dele enquanto ele fazia isso controlando a velocidade, eu senti que o ápice estava chegando e ele falou:

-Goza vai- Ele ficou batendo pra mim de boca aberta, e eu gozei na cara dele, acho que foi o melhor orgasmo que eu já tinha tido.

Depois disso tudo, nós demos uma risada longa, foi algo tão bom que eu me arrependi de não ter dado e/ou comido o Vitor ali. A gente tomou outro banho e ficamos até de madrugada jogando — Depois desse fim de semana, fomos pro colégio pras provas bimestrais, julho já estava chegando e o professor Pedro mandou uma mensagem pra nossos Whats:

-Meninos, eu conversei com a coordenadora da academia, e ela deixou vocês virem treinar todo dia nas férias de julho, é só dizer o horário.

Eu tinha me esquecido de quanto eu desejava o professor Pedro, até ver a foto dele de novo, o corpo dele era meu sonho de consumo, e só de imaginar ver ele todo dia eu ia a mil — Respondi que quanto mais cedo, mais fácil pra mim, já que meus pais me deixavam na natação antes de irem trabalhar. Então eu comecei a ir na natação um horário antes do primeiro horário nas férias de julho, todos os dias, às 06:40 da manhã, eu me encontrava com o professor Pedro na frente da academia pra irmos treinar. Ver o professor todos os dias semi-nu me deixava louco, e ele parecia gostar de me ver também, e até então quando eu estava tomando banho no vestiário, ele chegou na porta do meu box e falou:

-Erick, posso conversar com você?

-Claro Pedro, ué- eu dei uma risada, nesse momento nós já estávamos ‘íntimos’, éramos informais, e realmente amigos.

-Erick, lembra daquela foto que eu te mandei sem querer?-Eu parei no box e lembrei daquela cena, acabei respondendo sem jeito:

-Lembro Pedro, você é..gostoso se me permite dizer- a gente riu, ele meio sem jeito, e respondeu:

-Então Erick, eu mandei aquilo pois realmente queria que você me visse, fiquei louco por você desde aquele ‘flagra’ aqui.- Eu corei, mas fiquei extremamente feliz, saí do box embrulhado da cintura pra baixo na toalha — Ficar tão sem jeito ali me fez pensar que aquele episódio com o Vitor foi mesmo, só um episódio:

-Você quer dizer que…-Eu fui interrompido por um beijo inesperado, que eu prolonguei; ele beijava tão bem, e me senti tão apaixonado, mais do que sempre me senti.

-Eu quero que o que acontecer seja especial Erick- Bom, eu ainda era virgem nos ‘dois lados’, então realmente fiquei com mil e uma coisas na cabeça quando ele falou especial. Mas ele não quis me contar por enquanto o que ele planejava.

As provas bimestrais já tinham acabado, eu e o Vitor estávamos curtindo as férias, e nosso único compromisso era treinar de manhã cedo com o professor Pedro, nós três nos tornamos muito amigos, quase sempre depois do treino, nós íamos no shopping que tinha acabado de abrir.

Nossos treinos de julho só me fizeram pensar no quanto eu queria meu professor, mas não só do jeito sexual, eu estava realmente apaixonado por ele, ainda mais quando ele sorria pra mim. Numa segunda, o Vitor não pode vir pro treino, então acabou indo só eu. Encontrei o professor lá na entrada da academia, ele tinha uma chave então a gente entrou e foi se trocar como o usual. O lugar ficava bem quieto sem o Vitor, ele era o mais barulhento e o mais empolgado, e ficar só nós dois, nos deixou numa timidez total –

– O professor tentou quebrar o galho:

-Ta ansioso Erick?

-Pra competição? Sim sim, aham…

– Não estava conseguindo falar, a voz dele era tão suave que me dava vontade de suspirar só de ouvir, eu tentei fazer o professor falar o que ele queria dizer com ‘especial’ :

-Professor, o que você pretende fazer?

-Não entendi Erick.- ele deu uma risadinha sem jeito

-Você falou, que queria ter algo especial comigo, o que é?

-Só vou contar lá na festa.

A gente passou esse treino todo conversando, quase nem chegamos a nadar, e o Pedro resolveu nada pelado, a imagem parecia uma cena de filme. O corpo molhado dele era lindo, a pele dele brilhava com a água e a luz, e eu só me apaixonava mais e mais. Quando voltamos pro vestiário, eu fui buscar minhas coisas e o professor colocou uma das mãos dele no armário, ficando bem próximo de mim, o pau dele tava durão, e ele encostava na minha barriga pra provocar. Eu sorri pra ele e puxei ele pra perto de mim, acho que ele não esperava por essa, Pedro me falou corado:

-Quer tomar banho comigo Erick?- Ele dizia aquilo balançando o pau com a mão, e aquilo sacudia as bolas dele; eu assenti.

Nós fomos pra um dos box, o maior que tinha, e nos beijamos na água morna, ele abraçava minhas costas e apertava minhas nádegas, e eu segurava ele pelas costas também. Ele encostou um dos dedos no meu cu, aquilo me arrepiou e eu encostei minha cabeça no peito dele:

-Você é virgem Erick?

Eu assenti só com um ‘uhum’ enquanto fechava os olhos no peito dele:

-Eu também sou.- Ele levantou meu queixo pra ele e deu uma piscadinha. Eu não ligava mais se fosse pra dar ou pra comer meu professor, só sei que queria ele pra mim.

Ele colou uma das minhas mãos na bunda dele, e levou um dos meus dedos no cu dele, era apertadinho, e lisinho, ele usava cera pra tirar os pelos.

Pedro começou a alisar nossos paus, esfregar um no outro. O pau dele, não era muito diferente do do Vitor, talvez um pouquinho mais comprido. Ele se ajoelhou e começou a chupar meu pau, eu encostei em uma das paredes do box ele chupava com vontade,e apertava minha bunda até marcar, depois ele me virou e separou uma nádega da outra, e começou a lamber o meu cu.

Eu nunca tinha sentido isso antes, e era uma sensação muito boa, deixar ele ficar me linguando enquanto eu gemia encostado na parede, ele batia uma punheta enquanto fazia isso — Fiquei um bom tempo apreciando aquela sensação, ele me deixou delirando com aquela língua, e as dentadas suaves na bunda me faziam gemer, e isso o dava tesão. Então eu me ajoelhei e usei minhas técnicas pra chupar ele, ele usava a voz grave pra fazer longos gemidos e isso era uma delícia, eu chupei e masturbei ele ao mesmo tempo, até ele gozar na minha boca; também nunca tinha sentido isso, mas não era uma sensação comum — depois que ele gozou, ele me segurou no colo e bateu pra mim até eu esporrar em nós dois.

Depois de ir pra casa, liguei pro Vitor pra saber o que tinha acontecido:

-Mano, o treino hoje tava muito divertido, se perdeu

-Piá, eu não vou mais poder ir….- Ele parecia estar chorando, e aquilo me desesperou

-Como assim Vitor? O que aconteceu? Se ta bem?

-Piá, meu pai recebeu uma proposta de emprego em outra cidade, e nós vamos amanhã pra lá, não vou nem poder competir- Eu tentei conter a tristeza pra não piorar a situação do Vitor, tentei animar a situação:

-Mas calma mano, você vem me visitar né?

-Uhum…-ele fungou, e falou que depois ele me ligava, eu fiquei muito triste. Vitor era meu melhor amigo, e perder ele eu me sentia sem rumo.

Essa semana foi horrível, não consegui manter muito contato com o Vitor, acho que ele estava evitando falar demais comigo por causa disso, o que me deixava triste, mas eu meio que entendia. O professor Pedro veio falar comigo na sexta confirmando:

-Erick, o Vitor não vem mais então?

-Acho que não professor, e acho que eu não vou também…

-Ah que isso piá, vem aqui curtir comigo, só nós, eu cancelei a festa pra todos…

-Eu vou ver professor..

-Vou tentar fazer o Vitor vir também pra gente jogar alguma coisa online, ok ?

-Certo-Eu dei um risinho pra enganar a mim mesmo.

Mas acabou que eu fui na casa do professor, ele era quase da minha idade, então não tinha nada muito sério em ir lá, aparentemente o Vitor não tinha vindo, e ele me recebeu com um sorriso:

-Entra aí cara- Eu entrei, e fiquei sentado no sofá com uma cara pra baixo, ele foi na cozinha tirar alguma coisa da geladeira pra gente tomar, mas ele acabou vindo antes ver o que me deixava tão mal, eu expliquei o porquê do meu abalo, e ele me abraçou. Me senti seguro e confortável abraçado a ele, não queria soltar por nada, até ele me olhar nos olhos, dessa vez quem tomou a iniciativa foi eu, e eu acabei o beijando.

O nosso beijo foi profundo e romântico, ele tirou a blusa de moletom e a camiseta que ele tava usando, e tirou a minha. Ele me pegou no colo e me levou até o quarto dele, entre os beijos, ele me deitou na cama e foi tirando minha calça jeans devagarinho.

Abracei o Pedro com as pernas, e ajudei ele a tirar a calça dele, mordi de leve a cueca dele, e senti que ele estava excitado. Não demorou muito até ele tirar a cueca e estar comigo entre as pernas, me beijando.
Eu tirei a cueca e joguei na porta do armário dele, alisei as costas e a bunda dele, com ele me olhando por cima, ele perguntou se podia e eu assenti….

Quando ele entrou em mim, eu soltei um longo gemido, parecia uma criança que tinha acabado de ralar o joelho, nunca senti algo tão inexplicável na vida, então eu abracei ele novamente com as pernas e deixei ele continuar.. As bolas dele batiam de levinho em mim, enquanto ele entrava com toda delicadeza dentro de mim. Eu virei de quatro e fechei meus olhos, tudo que eu podia sentir e pensar era no Pedro me penetrando, ele latejava dentro de mim e aquilo me deixou louco, doía, mas não tão ruim quanto eu pensava. Parecia que o tempo tinha passado mais rápido, mas estávamos apenas começando, e ele parou, pediu pra que eu entrasse dentro dele e eu deixei, ele se deitou ao meu lado, e eu senti meu pau penetrar meu professor, ele gemeu, aquilo me deixou com tesão, eu fui indo e voltando dentro dele, acelerando a velocidade, e ele só gemia assentindo, resolvi masturbar ele com uma dar minhas mãos, e continuei assim:

-Ah, Erick…-Ele não terminou a frase, continuou gemendo

Coloquei ele de quatro, e usei a mesma técnica de lamber o cu dele, ele estava gemendo bastante, e pediu pra eu entrar nele naquela posição, continuei metendo nele, só que de quatro, minhas bolas faziam um barulinho agradável pelo ritmo, quando estávamos chegando perto do ápice, eu acelerei bastante, os gemidos dele também aceleraram e ele segurava minhas pernas as apertando, não sabia se ele queria que fosse mais devagar, então acabei continuando acelerando, até que ele gozou na roupa de cama e logo após eu gozei dentro dele. Ele ainda estava duro então eu pedi pra que ele metesse de volta, e ele o fez. Ele segurava minhas pernas com uma das mãos grossas, e a outra ele apertava minha bunda, eu sentia a cabeça molhada dele esfregando por dentro de mim. Ele acelerou quando estava prestes a gozar, e tirou pra gozar em mim, eu abri minha boca e desse vez engoli os jatos quentes de porra.

Ele piscou o cu pro gozo sair, e eu o virei pra lamber o que restava na barriga dele, transamos mais algumas vezes durante a noite, e demoramos a dormir.

De manhã, era o dia da competição, me lembrei de que meu amigo Vitor não estaria lá, e acabei desanimando, não conseguia empurrar nada pra baixo da garganta pelo nervosismo, e eu fui no carro do professor pro local onde iríamos nadar.

Eu não estava me sentindo bem, parecia que estava meio tonto, e tenso, não conseguia falar nada, e só via a multidão se aglomerar na torcida, e os outro participantes se dirigindo pro ponto de largada, olhei pro Pedro e ele estava lá como salva-vidas — liguei o foda-se e fui nadar também, só que quando me aproximei do ponto de largada, me veio mais um pesar de que quase não veria mais meu amigo, e de quanto ele me faria falta, isso combinado com minha pressão que havia caído, me fez desmaiar…

Eu cai na água, e tudo que me lembrava era de como eu queria chorar lá dentro. Pensar em tudo que vivi e como eu estava feliz e triste ao mesmo tempo, minha cabeça estava uma bagunça… Pedro pulou na água pra me socorrer, ele me tirou da piscina e me deixou no colo dele, de uma forma discreta, me lembro de estar chorando, e ter abraçado ele:

-Eu te amo Pedro- eu dizia entre os soluços e ele afagava meus cabelos pra me acalmar. Depois de meia hora de intervalo, eu me dispus a competir de volta, acabei ganhando a corrida e minha academia levou um prêmio em dinheiro, nem quis saber do prêmio, eu estava pronto pra amar o professor Pedro, meu primeiro amor verdadeiro.

Epílogo:
Eu e o professor chegamos a namorar, mas não ficamos com nada sério, mantivemos o status de amigos coloridos. Eu desisti de ser o passivo, aquilo não foi pra mim, e o Pedro não chegava a reclamar disso.
Perto de dezembro já, Vitor tinha me ligado e informado que o pai dele conseguiu uma transferência de volta pra Curitiba. Isso me deixou muito feliz, nossas famílias passaram o Natal juntas, e acho que 2015 foi um ano memorável pra mim…

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21 comentários

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  1. Anónimo

    Péssimo conto. Nao deu nem pra ficar de pau duro! Essa categoria de contos é uma das melhores do site, mas acho que deve continuar com uma boa seleção dos contos para publicação.

  2. Guto

    Sendo bem honesto, eu achei essa parte final fantasiosa. E, algumas partes ficaram sem qualquer sentido.

    Esse final, foi bem tipo “final de novela”. E a mentira de que tenha desmaiado e logo após competido.

    Isso é mentira. Eu fiz Natação por 5 anos, e as disputas ocorrem uma atrás da outra, porque são diversas as modalidades.

    Logo, se o atleta passa mal e vem a desmaiar, nenhum dos outros competidores ficariam esperando por cerca de meia hora até que o bonito melhorasse. Isso não existe ! Regras são regras. A raia dele ia ficar vazia, isso sim.

    Ele quis trazer uma melancolia kkkk, passou mal, desmaiou, voltou pro torneio e venceu diante de todo esse drama. Sem noção demais.

    E a parte do afogamento, com o professor herói saltando para resgatá-lo? Tenham dó né kkkkkkkk. E a bixinha ficou falando “te amo…”. Quanta mentira. Isso porque o cara tinha namorada no início do conto.

    Achei bem estranho o fato do professor ser “salva-vidas” no dia do evento. Pois, nunca vi atleta ficar sem o treinador no campeonato.

    Afinal, é o treinador que confere a marcação, as raias e o tempo.

    Outro caô foi quanto ao prêmio $$$ kkkkk. Prêmios acontecem, mas os atletas quase nunca recebem a proporção dele, quanto mais em se tratando de um atleta de um clube particular. Pois, quando o atleta ganha prêmio, ele se resume a whey protein ou em algum kit pro esporte, kkk. Nada do tipo “dinheiro”. Esse repasse apenas rola com os atletas que representam grandes clubes ou o País. No caso do Erick, a “medalha” seria a única premiação que ele receberia.

    Enfim, foi um conto bastante inventado. Se empenhe no próximo.

  3. seapunk querida

    guto a senhora é malvada viado auehauehauehauehaueheu. Pior que achei bem fantasioso mesmo esse segundo ato, bixa que mistura de novela mexicana infantil com REBELDE.

  4. Universitario

    Galera, bora ter criatividade ne? Isso de “nos amamos loucamente”, “ele penetrou em mim”, “foi uma noite incrível” não existe! Mas enfim, nao to a fim de filosofar hoje não, o Guto já disse tudo…
    E ah, só mais uma coisa, seeempre aquela história de um integrante da história ir embora ne? Oh povo pra se mudar kkkkkk

  5. Guto

    E se prepara que já estou com pelo menos 04 (quatro) contos escritos. Eles só precisam ser revisados, por conta de concordância e interpretação. A putaria verídica em breve será compartilhada hahahaha


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