Reencontrando o Amigo Hétero da Escola – Parte 2

Reencontrando o Amigo Hétero da Escola – Parte 2

Reencontrando o Amigo Hétero da Escola - Parte 2

Imagem: Divulgação

Reencontrando o Amigo Hétero da Escola – Parte 2

Meus pais estão em casa, sei lá. – Respondeu Léo.

-Tudo bem. – Disse um pouco decepcionado.

-Mas eu acho que de boa, eu vou subindo. 

-Por se eu soubesse que ia te espantar, eu não teria falado isso, tranquilo, eu tomo um banho completo no seu chuveiro. 

-Eu vou pegar o sabonete no banheiro aqui de baixo, pra gente conseguir tirar o cloro.- Ele avisou, saindo do chuveiro.

Eu fui ficando nervoso, mas não tirei a sunga até ele voltar. Tentei não pensar muito no corpo dele, para não ficar excitado.  Quando ele voltou, percebi que seu pau já tinha ficado mole, era minha chance de saber se ele tinha ficado rijo por minha causa. Léo me entregou o sabonete, fui passando pelo meu corpo, até que o passei dentro da sunga, foi o momento que eu desci com ele pelas minhas pernas e fui passando pelo meu pau, já estava meia bomba, mas não queria ficar completamente animado. Meu pau não é muito grande, mas é grosso e assim como Léo também aparo meus pelos, tomei banho normalmente, sugeri:

-Se você quiser pode tirar a sua cueca.

-Eu tô tranquilo, valeu.

Meu banho terminou e não tinha surtido o efeito que eu desejava, subimos para o quarto, como já tinha ficado nu na frente dele, fiquei novamente, pus minha cueca e meu short. Léo se enrolou em uma toalha e trocou de roupa sob ela. 

-Você dorme sem cueca?- Perguntei, enquanto eu manjava a mala balançando.

-Acho mais confortável.

-Posso te falar uma coisa.

-O que? – Perguntei.

-Assim, não me leva a mal, mas eu achei que o seu pau fosse menor. – Ele disse.

-Como assim cara?

-Sei lá, eu não fiquei manjando, mas eu achei que você tinha um pau menor do que tem. 

-Seu pau é maior que o meu?

-Não sei, você quer ver?

-Ahhh pow, pode ser. – Respondi, escondendo toda a alegria que eu estava sentindo.

-Eu fico meio envergonhado, meu pau não está duro, fica parecendo menor do que ele realmente é. – Ele disse.

-Relaxa cara, tranquilo.

Nesse momento ele não olhou no meu rosto, só fitava o próprio short de pijama, ele foi abaixando, e mostrando aos poucos aquilo que eu levei alguns anos para ver, vi que tinha a pelvis marcada, as famosas entradas, acompanhadas de seus pelos aparados, minha felicidade foi no auge quando eu vi o início do seu pau, saindo para fora do shorte, de repente ele saca o pau para fora, um rola grossa, ainda em meia bomba, com a cabeça levemente avermelhada.

-Você acha que ele é maior que o seu? – Perguntou.

-A gente pode comparar. – Respondi.

Eu me aproximei e ficamos pelados frente a frente, com os respectivos paus quase se encostando. Nos olhamos, sorrimos. Eu perguntei se poderia tocá-lo.

 

 

-Acho melhor não. – Respondeu.

-Desculpa.

Dei mais meio passo para frente, nossos paus se tocaram levemente, ele fitou a situação, olho para mim e não reagiu, naquele momento estava começando a ficar excitado, mas não podia demonstrar, virei de costas, caminhei dois passos, até que senti, seu penis tocando minha bunda levemente seguido de um:

-Espera. 

Eu não podia acreditar, ele deu mais um passo prensando aquele pau que eu sentia ficar duro sobre o meu corpo, envolveu os braços sobre os meus, meu pescoço tombou para o lado e ele o beijou. Estava excitado e arrepiado, quando senti seu nariz tocar a minha nuca, dando beijos secos e estalados nos meus ombros. 

-Eu estou com muita vontade de transar com você.- Ele disse.

-Eu também. – Respondi.

Sentia que cada vez mais ele me abraçava com mais força para que eu sentisse seu pau duro na minha bunda, sua mão desceu sobre o meu corpo e encostou nos meus pelos, acariciando com a parte de fora dos dedos, até que começou a escorregar sobre meu pau, já excitado. 

Começou a me tocar, nessa altura eu já gemia baixo, tamanha excitação daquilo estar realmente acontecendo. 

-Seu pau é uma delícia.- Ele disse. 

Me virei e pude ver que o pau dele não era muito diferente do meu, talvez um pouco mais grosso ou um pouco menor, decidi tocá-lo. Ele ergueu o pescoço para cima, mordendo os lábios e soltando pequenos suspiros de prazer. Beijei o seu pescoço e fui subindo até chegar no queixo. Ele desceu sua cabeça e nos beijamos pela primeira vez. Um beijo longo, quente, excitante também pelo fato dos nossos paus já duros estarem se tocando. Nossas línguas giravam sem qualquer forma de atrito. Era tudo muito flúido.  Prensávamos um corpo contra o outro. Apertando nossas coxas, bundas, braços, músculos enquanto nos beijávamos. 

Fomos andando ainda nos beijamos até cairmos na cama, quando ele montou em cima de mim, pude sentir o calor do seu corpo em cima do meu pau, ele me olhava com felicidade e tesão, as vezes fitava os meus olhos, as vezes a minha boca, continuamos nos beijando, enquanto eu apertava a bunda dele. E ele segurava meu pescoço. 

-Eu nunca dei. – Ele falou.

-Eu também não. – Respondi.

-Gostaria de experimentar. 

Por dentro eu não poderia ficar mais feliz, não acreditei que iria penetrá-lo. Joguei ele na cama, continuei beijando-o e fui descendo até chegar em seu peito, que nesse momento já estava excitado, passei pela barriga rija. Até sentir os pelos que se aproximavam da onde eu queria realmente chegar. Toquei o pau dele com as mãos, olhei para os olhos de Léo e comecei a passar a língua pela cabeça do seu pau. De leve como quem quer fazer um carinho, senti seus pés se contorcerem. Pus a cabeça inteira na boca, fazendo com que a minha língua girasse por volta dela. Ele deu um suspiro profundo e desci até o início do pau dele perto das bolas, todo dentro da minha boca, ele mordia o lábio enquanto se agarrava nos lençóis.

 

Os pés, as pernas dele faziam movimentos incontroláveis, eu me animava porque está fazendo ele sentir prazer. O pau dele era uma delícia, era gostoso de chupar, o sabor da minha baba misturada com a lubrificação que saía estava quase me fazendo gozar, mas não me masturbava justamente para eu não acabar antes. Até que ele avisou:

-Vou gozar!

Eu parei, disse que ele não seria louco de terminar ali tão cedo, Léo me revelou que o meu boquete foi o melhor que ele já tinha recebido na vida. E disse que estava muito excitado, tão excitado que até daria cu se eu quisesse.

-Você deixaria eu te comer? – Perguntei.

– Eu acho que eu quero isso. – Ele me respondeu, meio sem jeito, mas com um sorriso safado no rosto. 

Comecei pela virilha, fui lambendo e chupando, ele não conseguia controlar os espasmos, desci até chegar na sua bunda e passei a chupá-la. Ele enfiava o rosto no travesseiro tentando controlar o volume da sua voz. Era engraçado e prazeiroso ver um homem daquele tamanho nas minhas mãos. Enfiei um dedo, massageando sua próstata, ele deu um gemido de prazer, seguido de uma leve torção do lábio superior. 

-Você tem Ky? – Perguntei.

-Tem no meu armário. – Ele respondeu.

Eu olhei com uma cara suspeita, ele percebeu.

– Minha namorada as vezes deixa eu comer o cu dela. – Disse se defendendo.

Fui até o armário peguei o Ky que está escondido na gaveta, sob as camisas, quando virei em direção a cama vi Léo, o cara que eu sempre desejei pelado, excitado e sorrindo para mim. Fui até a minha mochila e apanhei uma camisinha. 

Quando deitei na cama sobre o corpo dele, fui jogado de barriga para baixo enquanto ele subiu em mim, me beijando a nuca, a orelha e descendo até o meu cox.

-Quero te chupar. – Ele revelou.

Fiquei de quatro,Léo passou a chupar o meu cu, e ma masturbava, quanto agarrava os meus cabelos, foi uma das sensações mais prazeirosas da minha vida. Até que eu senti um tapa, bem dado, pouco estalado, acompanhado de um aperto na minha bunda. Eu pedi:

-Bate mais.

Ele começou a me dar tapas, eu adorava. Mordeu de leve, suficiente para eu sentir a dor e o prazer misturado. Me virou de barriga para cima, começou a beijar, foi descendo meu corpo até engolir meu pau por inteiro. Eu não imaginei que ele chuparia tão bem assim, sinceramente quase gozei quando ele apetou de leve as minhas bolas enquanto tinha meu pau em sua boca. Me masturbou enquanto lambia a cabeça do meu pau. Pedi para ele parar. Ele abriu o pacote de camisinha, vestiu no meu pau. Lambusou com ky, e me olhou e pediu:

-Com calma, por favor, eu nunca dei. 

Eu sorri, ele me beijou e sentou lentamente, fazendo uma cara de dor, achei que ele não fosse aguentar. 

Continua…

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