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Se te conto KING: Ao meu antigo professor, todo carinho

 
Estava indo à faculdade pegar uns papeis pra um primo. Trabalhava perto, então não haveria problema. Hoje tenho 28 anos, sou personal trainer (o que exige um corpo digno da profissão), tenho minha própria casa, carro e outras preocupações… Mas naquele momento senti falta de meus 18 anos: recém-chegado ali, magro, estudante de educação física, sem saber o que queria da vida, sem muitas preocupações. Estava imerso nesses pensamentos enquanto andava por lá, quando “esbarrei” em alguém que derrubou alguns livros, tropeçou e caiu.
– Desculpe, foi sem… – disse automaticamente, já me abaixando para ajudá-lo a levantar-se, quando vi quem era. – Professor Marcos! Quanto tempo!
– Felipe? Você? Nossa, quanto tempo! Você mudou bastante!
Marcos havia sido um de meus professores do primeiro período. Era um professor muito legal, sempre simpático… e muito gato. Com um corpo forte e grande, bronzeado sempre e com um sorriso grande, daqueles que faz a gente querer beijar… Mas nunca havia tentado nada, a não ser pegar na bunda dele uma vez quando, por algum motivo, nos abraçamos.
– Pois é! Agora sou personal trainer numa academia aqui perto… E você também, hein? Parece maior…
– Ah sim. Exigi um pouco mais de mim na academia ultimamente. Minhas pernas então… – e virou um pouco pra mostrar. Ali eu percebi que a bunda dele – que já era gostosa – estava maior, e parecia mais durinha. Percebi também que o corredor era amplo, e que estava vazio. Será que o esbarrão fora proposital?
– Assim que se faz, muito bem.
– E o que o traz de volta à nossa universidade?
– Só uns papeis que vim buscar, para um primo meu…
– Ah sim. Foi muito bom te rever. Pena que já estou de saída, tenho que ligar para o táxi, meu carro quebrou.
– Táxi? Deixa que eu te dou carona, só me espere um pouco pra eu pegar os papeis. Isso é, se você couber no banco do carro… – e rimo um pouco.
– Valeu, Felipe. Vamos pegar seus papeis. – e fomos conversando. Falamos dos meus outros colegas, da vida, da universidade… De várias coisas. Descobri que ele estava solteiro, assim como eu. Quando entramos no carro, perguntei onde ele morava, e percebi que era um pouco longe. Mas valeria a pena aquela carona. Ele não parava de me olhar e me elogiar.
– Pelo visto você tem trabalhado bastante na academia, né? – disse, olhando pra minhas pernas. – tanto suas pernas quanto seus braços estão bem mais bonitos, cresceram bastante. – Naquele momento, estávamos numa rua um pouco deserta, pela hora, mas parei no sinal.
– Assim como você, professor. Sua bunda principalmente, devo dizer. – e ali joguei um pouco verde.
– Ah, mas eu aposto que tem uma coisa sua que eu faço crescer rapidinho… – e aí percebi que ele havia colhido maduro. Instantaneamente nos beijamos, como sabia que ele queria. Fui beijando a nuca dele, até que ele disse:
– Ah, Felipinho, eu sabia que você podia se tornar gostoso, mas nem tanto. Aaah. – e dizendo isso, voltamos a nos beijar, tirando as camisas. Vi que o sinal estava aberto, e que já iria fechar novamente, então meio a contragosto voltei a dirigir. Ele, porém, não tirou a mão de mim, meio que me desconcentrando. Parei numa rua mais apertada ali perto, e voltamos a nos beijar. Ele já havia tirado as calças, e se punhetava com uma mão enquanto ia descendo, tirando as minhas com a outra.
– Ahh, Felipe, que pernas… Agora vamos ver se outra coisa também é grande. – e tirou minha cueca. Meu pau era grande e grosso: 20cm. O dele parecia um pouco menos, cerca de 18, mas era bem mais grosso. Chupou com vontate, como se caso ele parasse, eu fosse sumir. E me agarrava com as mãos. Isso tudo no carro. Entre uma chupada e outra disse:
– Quer a bundinha do seu professor hoje? Sei que você sempre quis…
– Ah, safado… Vai pra trás. – ele desceu, nu, do carro, e ficou de quatro pra mim no banco. Eu comecei a lamber uma bunda bem durinha. Ele gemia alto.
– Vai, meu macho, lambe tudinho que ela é sua.
Peguei um preservativo no porta-luvas, coloquei rapidinho e fui pra trás. Sentei, e ele sentou no meu colo, de frente pra mim. O pau entrou rapidinho, e ele ficou rebolando. E como rebolava bem. Comecei a bombar um pouco, e nos beijávamos devido à proximidade, até que tive uma ideia que sugeri ao pé do ouvido dele:
– Quer sair? – afinal, era sábado a tarde: estava tudo parado.
– Só se for agora.
Saímos. Ele encostou no carro e comi aquela bunda empinadinha com gosto.
– Vai pro capô que eu quero gozar lá – disse. Fomos com meu pau ainda dentro dele. Lá, ele deitou de frente pra mim, e eu, já sem aguentar, dei um banho de porra nele. Ele não deixou barato e gozou muito também. Lambi tudo até a boca dele, e nos beijamos. Depois entramos no carro, e fomos nu mesmo até a casa dele.
O que houve lá, se houve alguma coisa… Só conto em outro

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