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[Se te conto KING] Thomaz, o garoto idiota da natação – Parte 3

Thomaz me passou a revista de putaria como se estivesse passando drogas. No final do treino, depois que nossos amigos tinham ido embora, ele me entregou uma revista de games dentro de um saco plástico. A revista pornô estava dentro dela! “Tá aqui a revista que eu te prometi.” ele falou, dando um sorriso sacana. Eu adorava aquele sorriso. “Valeu” falei, meio sem jeito, mas cheio de tesão.

Parte 1 – Parte 2 – Parte 3 – Parte 4 – Final

“Como que eu faço?”, falei, perguntando sobre a punheta. “Ahh, você me viu fazendo, não viu? É aquilo lá”. A imagem de Thomaz com o pau duro na mão me veio na mente. Pensei em outra coisa, pra não ficar de pau duro ali, pois ainda estava se sunga.

“Beleza”, falei, meio desanimado. Mudamos de assunto e assim ficamos. Peguei carona com os pais dele e logo que cheguei em casa, corri para o quarto, doido pra ver a revista. Gostei tanto da revista, que logo depois o Thomaz disse que eu podia ficar com ela. E como cuido muito bem do que ganho, trago aqui umas fotos que tirei agora há pouco:

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Pois bem, me amarrei na revista, de verdade. Não era um primor editorial, eu sei, mas foi a primeira que eu vi e guardo até hoje com carinho. O fato é que essa revista abriu as portas da putaria para mim.

Folheando, fiquei de pau duro instantaneamente. Até tentei bater uma punheta do jeito que eu tinha visto Thomaz fazer, mas ao tentar colocar a cabeça do meu pau pra fora, sempre doía. Fui ficando louco, pois o desejo me fazia querer sentir prazer, mas aquela limitação física me fazia sentir como se fosse um deficiente.

Hoje eu sei que poderia ter falado com o meu pai sobre o assunto, mas esse é o problema de uma família conservadora, onde o diálogo não existe. Muita coisa tive que descobrir sozinho ou, para a minha sorte, com o Thomaz.

Na aula seguinte eu levei a revista e foi quando ele me disse que eu poderia ficar com ela. Era um presente. “E aí mano, consegiu?” ele perguntou, sem entrar em detalhes. “Sim, é daora” menti, para não passar por burro. Ele riu e me deu um tapinha nas costas. “Você é esperto, mano! Eu tive que ter aulas práticas!” ele falou, dando uma risada. Aquilo me deixou intrigado, mas não perguntei nada.

Perguntei como ele tinha conseguido a revista. Ele falou que umas o primo dele deu e outras ele pegava escondido da revistaria do avô. Perguntei se ele tinha muitas, e ele me respondeu com um convite: “Orra, tenho uma coleção em casa. Você não quer ir lá pra eu te mostrar?”

Meu coração pulou na hora e sem pensar direito aceitei o convite. Marcamos para o fim de semana seguinte.

Os dias pareciam que não passavam e minha ansiedade foi aumentando. Até que o dia finalmente chegou.

Fui muito bem recebido pelos pais dele e pelo irmão mais velho. Eles me trataram muito bem e até lanchinho teve. Depois eu e Thomaz fomos para o quarto dele e jogamos várias partidas de Street Fighter. Só quando tinha certeza de que não seríamos incomodados, que Thomaz se sentiu seguro de me mostrar a sua coleção de revistas pornô, que guardava numa caixa junto com umas revistas da Marvel.

E era uma senhora coleção. Além de playboys, ainda tinha revistas de vários fetiches, até com temática lésbica!! Ele me mostrou as suas favoritas e ficamos folheando e comentando as histórias. Nossos paus duros rapidamente se fizeram notar pelo volume em nossas bermudas. Ele então guardou as revistas e voltamos para o computador.

Thomaz saiu abrindo umas pastas ocultas e me mostrou um acervo de fotos e vídeos que tinha no computador. Quem diria que o muleque era o rei da putaria!! Kkkk. Ele me mostrou uns vídeos curtos, mas bem legais, de orgias, ménages, oral, anal e vários outros. Foi uma enxurrada de pornografia e nunca na minha vida eu tinha imaginado tantas maneiras criativas de fazer sexo.

Fomos ao limite da excitação. “Mano, que vontade de bater uma…” Thomaz falou, com os olhos vidrados no computador. “Verdade” falei, sem saber direito o que dizer. “Ahh mano, você já me viu fazendo, não vou ficar de vergonha” ele disse, levantando da cadeira e indo trancar a porta.

Congelei imaginando o que ele ia fazer. Ele voltou, sentou e começou a massagear o pau, com a mão dentro da bermuda. “Você vai fazer na minha frente?” perguntei, minha voz tremendo e denunciando o meu nervosismo. “É normal. Faço isso com o meu primo.” Thomaz disse, mas estava nitidamente nervoso também.

Sem muita cerimônia ele tirou o pau brando da bermuda. Bem duro e de base larga afinando até a cabeça, ele era bem mais bonito do que eu lembrava. Foi estranho ver o pau dele em tantos detalhes. Ele começou a se punhetar com força, de olho no vídeo. As vezes ele olhava pra mim e ria. Eu ria junto, nervoso. Tentava não ficar manjando a rola dele, mas era difícil. Aliás, ele também contribuía para eu olhasse, pois ficava falando “Meu pau baba muito, né?” e “Mano, preciso aparar os meus pentelhos”.

“Você goza muito ou goza pouco?” ele perguntou de repente. “Muito” menti, pois nunca tinha gozado antes. “Eu também!” ele riu. Levantou com o pau na mão e pegou um rolo de papel higiênico escondido no guarda-roupas.

Ao voltar a sentar, ele baixou a bermuda até os pés e ficou só de cueca e o pau pra fora. “Você não tem medo… sua mãe…” falei, mas ele pareceu despreocupado. “Ahh, a porta está trancada. Se quiser punhetar também, de boa viu…”

Eu não sabia como punhetar, mas o tesão me dizia que não podia deixar passar aquela oportunidade.

Abri o zíper da minha bermuda e tirei da cueca o meu pau com cabeça de cogumelo. Thomaz acompanhou a cena atentamente, sem tirar o olho do meu cacete.

Dois amigos em um momento muito íntimo. Embora nervosos, estávamos confortáveis.

Continua…

Obs. Pedimos desculpa pelo atraso do conto, o mesmo ocorreu devido a problemas técnicos. O que vocês estão achando?

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18 comentários

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  1. Yan

    Cara, parabéns! Seus contos são maravilhosos! Você realmente pode ganhar dinheiro fazendo isso.. Continua, não só com esse, mas com o máximo que conseguir e sua inspiração permitir. Sendo reais ou não, seus contos são envolventes e excitantes! Parabéns!


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