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Conto erótico gay

[Se te conto KING] Thomaz, o garoto idiota da natação – Parte 4

Conto erótico gay

Thomaz baixou a cabeça e deu uma cusparada. A saliva desceu viscosa e lenta, numa mira certeira até a cabeça rosada do pau dele. Ele espalhou o cuspe com o polegar. “Cuspir no pau deixa a punheta mais fácil!” ele falou, me explicando de modo didático.

Parte 1 Parte 2 Parte 3 – Parte 4 – Final

Meu pau estava ereto, mas eu não tinha mexido nele ainda. Thomaz continuou se punhetando, mas olhando para mim, esperando que eu iniciasse o vai e vem. O filme rolando no PC já estava em segundo plano no momento.

“Você tem um pauzão, mano!” ele falou, meio que me incentivando a prosseguir. “Você também.” falei, sem jeito. Tentei arregaçar a cabeça do meu pau e doeu. Parei na hora. Ali não conseguiria fingir que sabia punhetar.

“Você não consegue colocar a cabeça pra fora?” Thomaz perguntou, sem interromper a punheta ritmada que batia. Balancei a cabeça negativamente. Ele ficou olhando para o meu pau com uma cara estranha, daquelas que fazemos quando estamos bem concentrados, tentando solucionar algum problema. “Mano, o pau do meu primo também era assim, e ele batia só na cabecinha, não tentava arregaçar como eu faço”. Tentei fazer o que Thomaz disse, e funcionou muito bem. Não doía e me dava prazer.

Ele ficou satisfeito com a ajuda que me deu e ficou observando o vai e vem do meu pau. Orgulhoso, eu acelerei o ritmo, tomando cuidado para não ir além do limite. Cuspi no meu pau, feito Thomaz fez, mas a saliva caiu no meu saco. Ele riu, sabendo que eu precisava de prática.

“Tem duas maneiras de gozar sem fazer estrago” ele falou, em tom didático. “Uma é na barriga, mas se você goza muito, pode acertar a sua cara” Thomaz riu e eu o acompanhei. “A outra é no papel, mas aí tem que ter mira”. “Você goza onde?” perguntei. “No papel, pois já acertei várias vezes a minha boca e o gosto do meu gozo é ruim” ele falou sério, mas não aguentei e caí na gargalhada.

O vídeo no PC acabou, mas continuamos punhetando e batendo um papo. Só o fato de estarmos com os paus de fora, um vendo o do outro, já era suficiente para preencher a cota de tesão. Conversamos sobre as meninas da natação e como faríamos se pegássemos elas de jeito. Perguntei a Thomaz até onde ele tinha ido com uma garota e ele falou “Teve uma mina no colégio que pegou no meu pau no banheiro e até punhetou um pouco, mas não gozei. E você?”. Falei de uma menina que me deixou colocar a mão na boceta dela no acampamento da igreja, mas que tinha sido tão rápido que eu nem tive tempo de apalpar direito.

“Nossa mano, sério? E você ficou duro?” ele perguntou, todo interessado. Percebi que o meu relato tinha excitado muito o Thomaz. “Claro, né?” falei, mas omiti que não tinha ficado tão duro quanto estava ali. Não aguentei por muito tempo e, na iminência de gozar, apontei o meu pau para a barriga, levantando a camiseta. Thomaz olhava pra mim atentamente, com um sorriso no rosto.

Senti o meu corpo estremecer e uma onda de arrepio percorreu cada centímetro do meu ser. O prazer fez formigar a minha nuca e o formigamento se espalhou pelo meu corpo. Tomado pelo êxtase, era como se eu estivesse no céu. Os músculos do meu corpo se contraíram e gozei com toda a força que eu tive. Acabei soltando um gemido abafado. Os olhos de Thomaz brilhavam ao presenciar a cena.

O jato de porra que saiu do meu pau foi forte e atingiu o meu queixo e melou a minha barriga e camiseta. Thomaz riu com a minha lambança. Ele ainda punhetou durante um tempo, enquanto eu tentava lidar com a melequeira que tinha feito. Minha primeira gozada me assustou na mesma proporção que me deixou feliz. Era uma coisa nova, mas que atestava que eu era um homem de verdade. Quem já passou por isso sabe qual é a sensação.

Thomaz gozou logo em seguida. Fez uma cara de dor que me assustou um pouco, mas era o jeito dele de demonstrar prazer. Levantou rapidamente segurando o papel higiênico na frente do pau. Presenciei tudo com o coração disparado. Ele então gozou fartamente, melando, além do papel, o teclado do computador mais a frente. Enquanto gozava deu pra ver uma parte da bunda branca dele, destacada da cueca pelo bronze do sol. Se Thomaz já era branco, a bunda dele era mais ainda. Mas era linda, lisinha, bem desenhada, nada exagerada, mas que se fazia notar.

Ele arriou na cadeira depois de gozar. “Mano, cê melou o teclado tudo!” falei, dando uma risadinha. Ele riu também e falou “Pelo menos eu não vou sair com a camiseta gozada por aí”. Rimos juntos. “Cê curtiu?”, ele perguntou, enquanto se limpava.

O pau de Thomaz amolecendo, todo melado de porra, contrastando com os pelos pubianos bem pretos. E ele tentando limpar o pau todo lambuzado com folhinhas de papel higiênico. Presenciando tal cena, não tive dúvidas em responder “Orra, foi muito loco!”. Sim, eu tinha adorado.

O melhor de tudo foi na aula de natação seguinte, em que ao nos encontrarmos, não havia constrangimentos. Demos um abraço apertado, nossos corações batendo acelerado e a amizade fortalecida. Não sabia se algum dia íamos repetir o que fizemos, e na real, naquele momento, isso pouco importava. Não é sempre que se encontra alguém que te entende e te apóia, como encontrei em Thomaz.

Após a aula ficamos na piscina brincando e conversando, como já estava virando costume. Não falamos na punheta e não precisávamos falar nela, não era um tabu.

“Olha Dani, eu cortei os meus pentelhos!” Thomaz falou, baixando a sunga para me mostrar o púbis. Não mostrou o pau. “Mano, cê raspou tudo!” falei, tomando um susto ao ver ele completamente depilado. “Haha, usei o barbeador do meu pai. Ele nem sabe!” “Sacanagem, porque você fez isso cara?”. Thomaz então respondeu, fazendo uma cara de sabe tudo “Os atores pornôs fazem isso pro pau parecer maior”. “Raspei o saco também, quer ver?” ele emendou, num tom provocativo. “Mostra ae!” falei, fingindo desinteresse. Ele então fez as bolas surgirem pela parte debaixo da sunga, novamente sem mostrar o pau. Elas estavam lisinhas e o movimento delas sob a água da piscina deixou o meu pau meia bomba. “Quer pegar?” Thomaz falou rindo. “Sai fora!” falei, dando um soco no ombro dele. Nós rimos e ele guardou o saco dentro da sunga.

Continua para a parte final…

Que tal um bate-papo com o autor do conto? O que vocês acham?

 

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14 comentários

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  1. Edu

    Na boa, continua logo isso.. Esse conto é muito maneiro. Se houver alguém do Rio de Janeiro próximo a Tijuca, me chama no Skype: Eduoliveira17

  2. Jhow

    Perfeito, nao vejo a hora do conto acabar, mas se querem uma dica, dividam o conto só em duas partes, a primeira para pegar e deixar o publico curioso, e o ultimo para gozarem, isso eh muito bom!! bjs e abraços!!

  3. Tesla

    Cara, vc escreve muito bem!!!!

    estou esperando ansiosamente pela parte final e mais uma vez com o pau estourando a cueca igual ao seu outro conto!!!

    Obs: entro todo dia esperando uma atualização do conto !!!

  4. Vagner

    amei 😀 muito massa..cara devo confessar que meu pau baba pra caralho quando começo a ler esse conto. É muito exitante, muito tesão cara, pqp que delicia :9 …..Ha eu quero bater um papo com o autor 😀

  5. Alguém ai

    MDS! VC deixou um suspense q MDS! e agora? não consigo imaginar oq vai acontecer na outra parte da história se eles vão ficar só na brincadeira ouuuu, se vai rolar algo mais sério…
    Mas… espero q eles tenham algo mais sério pq eles estão se dando super bem e, meio q se completam.


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