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Se te conto KING: Uma grande amizade dando frutos – PARTE 2

Punheteiros, aqui vai a continuação do conto “Uma grande amizade dando frutos”, escrito pelo nosso grande amigo e gozador do King, Lucas Max. Para quem não leu o primeiro, clique aqui e fique por dentro dessa história deliciosa.
 
 
Depois daquele momento incrível, nós tomamos um banho. Foi maravilhoso esfregar as costas e o peito da única pessoa que me faria feliz. Nós nos beijamos o tempo inteiro, foi muito gostoso. Quando saímos, fomos deitar um pouco em minha cama, abraçadinhos, e lá tiramos um cochilo. Acordei com ele sussurrando em meu ouvido:
– Ei, amor, acorda que já são 5 e meia.
– Mas já?
– Pois é… O tempo passa quando nos divertimos. – percebi que ele já estava vestido. Levantei-me, vesti-me e saímos. No carro, levantei uma questão.
– Carlos… Contamos a Roberto?
– Bem… Isso é algo que me vem preocupando. Eu não sei se ele entenderia… Ele seria compreensível com qualquer outro homem, mas com você…
– Entendo. Acho melhor irmos contando aos poucos, certo?
– Claro, Felipe. Mas por ora, digamos apenas que ficamos passeando e conversando.
– Ok.
Ao chegarmos, Roberto estava vendo TV na sala, e parecia estar bem melhor.
– Putz, vocês demoraram, hein? – ele reclamou.
– Estávamos passeando… E perdemos a hora!  Mas já chegamos. – desculpei-me.
– Está melhor, filho? – Carlos perguntou.
– Bem melhor. Era só um pequeno mal-estar mesmo. – Roberto respondeu. – Vamos comer o quê?
– Que tal uma pizza? – sugeri. – a gente pode pedir…
– Ah… É uma boa.
– Liguem aí… Vou tomar um banho – Roberto disse, e tirando o short ali mesmo, foi. Mal ele entrou no banheiro, começamos a nos beijar.
– Ahh, Felipe… É uma tortura ter você tão perto… E ao mesmo tempo tão longe…
– O mesmo comigo… – e nos beijávamos com mais intensidade ainda. – Vamos pedir a pizza logo para não sermos pegos de surpresa.
– Pede aí… Vou tomar banho… Peça logo o sabor de sempre… – e, tirando a roupa, deixando mais excitado que nunca com seu olhar malicioso – venha se juntar a nós como sempre, no banho. – Deu-me um beijo, fez me pegar em seu pau – meio duro – e foi-se.
Liguei e pedi o costumeiro: pizza grande metade calabresa, metade frango com catupiry. Tirei a roupa, e entrei no banheiro. Roberto já estava saindo, e comentou:
– Agora são só você e seu pai. Cuidado que ele parece estar um  pouco excitado… – e rimos um pouco. Ele saiu para o quarto, e eu entrei no boxe.
– Então você está um pouco excitado, hein? – perguntei baixinho em sua orelha.
– Você também não está longe… – ele disse, e me deu um beijo.
– Aqui não… É perigoso… – tentei dizer.
– Relaxe. Ele não vem aqui tão cedo… E eu gostaria de fazer algo rapidinho. – dizendo isso, abaixou-se, e começou a lamber meu pau – que, por sinal, já babava.
– Aaaah… Só você chupa tão bem assim…
– Ah é? Então aproveita… Que eu sou só seu… – e chupava tudo. A certa altura comecei a foder a boca dele, e ele adorava aquilo. Mas tudo foi muito rapidinho, pois tínhamos medo de que Roberto estranhasse nossa demora. Eu o levantei, beijei, e saímos. Ele foi se trocar no quarto dele, e eu no de Roberto, que era onde eu dormia.
– E aí, cara? Como foi hoje? As ondas estavam legais?
– O máximo. – disse eu, sem na verdade me lembrar muito do mar. – pena que adoeceu.
– Pois é… Mas sabe, eu estive pensando… Meu pai está sozinho há tanto tempo…
– Sim… Você quer arranjar alguém pra ele? – tentei disfarçar o riso que veio a meus lábios. Afinal, ele não tinha estado tão sozinho assim hoje.
– Não. Só estava pensando… Será que seremos assim?
– Bem… Tudo pode acontecer… Mas tenho certeza que daqui pra lá nós teremos alguém.
– É… Mas pelo menos sem sexo nós não ficamos haha – disse, pegando no pau. Na verdade, isso era apenas uma referência às chupadas que fazíamos às vezes, das quais Carlos não sabia. Mal sabia Roberto que eu já havia encontrado o amor de minha vida…
– Ah, claro haha.
– Quer fazer uma rapidinha? – ele disse, se aproximando, e já pegando no meu por cima da cueca que eu havia vestido.
– Er… Melhor não…
– Por que, ora? Papai não vem aqui… Vamos lá… – e tentou beijar meu pescoço.
– Eu… Melhor não… – apesar, aliás, de meu pau denunciar outra coisa. Porém, a campainha tocou: a pizza havia chegado. Minha sorte. – Olha, a pizza chegou, vamos logo comer.
– Vamos. Isso a gente deixa pra depois. – e saímos.
Comi a pizza calado, enquanto eles conversavam sobre a praia. Roberto comentava com Carlos sobre umas manobras que planejava fazer próximo sábado, e este dava algumas dicas àquele. Eu pensava o tempo todo em como contar a Roberto. E se ele ficasse magoado? E se resolvesse fazer alguma besteira?
Quando acabamos de comer, fomos à sala ver televisão.
– E aí, Felipe? Está tão calado… – Carlos disse
– Só pensando…
– Pensando em quê? – Carlos perguntou, e passou a mão em meu rosto. Por algum motivo, só aquele toque, e talvez o tom da pergunta, foi suficiente pra me excitar.
– Melhor ele não falar, pai. Olha só como está! – Roberto havia notado, e nós rimos um pouco.
– Porra, moleque… Isso é falta? – Carlos perguntou. Pude notar algo a mais naquela pergunta.
– Que nada… – e fiz um esforço supremo, que aliado à vergonha, teve resultado– tá vendo, ó, já diminuiu. Foi só um pensamento.
– Haha, vejo que sim. – e bocejou – acho que vou dormir… Vocês deviam fazer o mesmo, Roberto esteve doente, precisa descansar. Felipe deve estar cansado depois do nosso passeio…
– De fato, pai. Vou descansar um pouco também. Você vem, Felipe?
– Vou sim. Espere só um pouquinho.
– Ok então. Vou-me indo. – Roberto anunciou, e foi dormir. Fiquei sozinho na sala. Porém, não demorou muito, Carlos voltou.
– Ele já foi? – sussurrou
– Já sim. Ah, como eu preciso de você – e beijei-o com força.
– Melhor esperar um pouco. Esperar ele dormir. – Carlos disse.
– Mas eu não consigo… Olha só. – e peguei a mão dele, levando até meu short.
– Eu também… – ele pegou a minha. Ficamos nos masturbando juntos, ali, no meio da sala. Ele estava com uma regata branca muito frágil que eu, descendo minha boca pelo pescoço dele, indo até o peito, rasguei com a boca e depois com as mãos, e fiquei mamando seus mamilos.
– Ah, não aguento mais – ele disse. E abaixou-se para me chupar. Eu adorei aquilo. Forçava a cabeça dele contra meu pau, ele meio que engasgava, mas parecia adorar. Aquilo estava muito intenso.
– Espere um pouco – eu disse. Pus só a cabeça pela porta do quarto, e pude perceber que Roberto estava dormindo já. Ele tinha esse dom de dormir rápido. – podemos seguir em frente. – ele não deu resposta a não ser se abaixar e continuar chupando. Não ia aguentar por muito tempo
– Aaaaaah, vou gozar!!!
– Isso, me dá leite, dá. Dá leite que hoje eu te dou minha bunda.
Explodi. Gozei a cara dele toda. Não contente, abaixei-me e lambi o rosto dele, parando na boca, onde meu gosto ficou entre nós.
– Que beijo delicioso. Mas hoje eu quero te dar. – ele disse.
– Vamos pro quarto então – sussurrei em seu ouvido. Peguei-o nos braços, e fomos. Lá, nem o deitei, Mas encostei na parede, e com ele nos braços, comecei a penetrar.
– Não para!
– Não vou. – e meti com força. Ele aguentou bastante, e comecei o vai-e-vem, forte, mas devagar. E continuei. Depois, fomos à cama dele, e fizemos de quatro, de ladinho… Tudo muito bom.
– Isso, mete em mim, mete… Tudo… Quero tudo!
– Com prazer… Com muuuuuito prazer…
Às vezes eu tirava tudo… E enfiava de uma só vez. Ele gemia muito. Estávamos de frango assado quando ele anunciou que ia gozar. Eu continuei masturbando ele, até que ele gozou em meu peito. Gozou muito, muito mesmo, e bem alto. Eu continuei metendo, até que gozei dentro dele. Ali nós não nos contivemos, e praticamente urramos de prazer.  Depois, deitei-me a seu lado.
– Aaah, Felipe… Nem parece que é apenas sua segunda vez… – e nos beijamos. Adorava ficar ali, abraçadinho com ele. E estava tudo ótimo, até que…
– Pai, cadê o Felipe? Ele… – Roberto vinha dizendo, até que entrou no quarto, e nos pegou ali.
– Pai? Felipe? Como assim? – parecia em choque. E saiu correndo.
Continua.

 

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19 comentários

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  1. Anonymous

    Estou extramente ansioso para ler o restante do conto. O fato do filho ter pego o pai e o melhor amigo na cama é INCRIVEL. Quero o desenrolar da história, escreva mais por favor.


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