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Se te conto: Me mudei pra casa nova e conheci um amigo (História Real)

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Galera, essa história é real e foi compartilhada pelo Leonardo. Vale a pena ler até o final, comentem!

Nós tínhamos acabado de nos mudar quando isso aconteceu. Foi há cerca de três anos, quando eu tinha acabado de completar 16. Eu já ia me esquecendo: meu nome é Bruno, cabelos pretos, pele clara, magro. Na época tinha 1,75 e um pênis de 19 cm (acho que era grande, pra idade). Era virgem, nunca tinha tido uma namorada, só umas ficantes…mas elas não me deixavam fazer grande coisa, então passava o dia me masturbando.Meus pais são corretores de imóveis, e como eles trabalhavam o dia todo eu geralmente ficava em casa, sozinho, batendo punheta. Andar pelado em casa com o pau duro é uma delícia, o pinto balança de um lado pro outro e dá umas fisgadas…

A gente vivia em São Paulo, num apartamento meio pequeno, mas minha mãe tinha arranjado uma casa num novo condomínio fechado, desses com jardim e piscina no quintal , área verde de não sei quantos metros, “ar puro e lazer”, todas essas porras que anunciam na teve, e nós íamos nos mudar assim que as aulas acabassem. Ia eu com minha mãe, meu pai ficava uns tempos no apartamento antigo pra resolver uns troços , mas ela continuaria trabalhando na cidade, de modo que minha rotina não ia mudar muito, e eu ia poder nadar pelado na piscina de casa.

Qual não foi minha surpresa quando descobri que não tinha piscina nenhuma. Tinha um quadrado sem grama no meio do quintal, e o dono da casa é que tinha que mandar construir sua piscina. O condomínio era imenso, uma verdadeira fazendona onde ninguém via ninguém. Ou seja, eu ia passar as férias sozinho, sem piscina, e sem computador nas primeiras duas semanas (nem toda a mobília tinha chegado), me punhetando pras paredes. E foi assim nos primeiros dias. Acordava, tomava banho, descia pra conzinha enrolado na toalha, tomava café, abria a cortina da sala, colocava um filme pornô, tirava a toalha e começava a brincadeira, torcendo pra que alguém passasse perto da janela e desse uma espiada. Quando eu ouvia algum barulho lá fora escondia o pinto atrás da almofada, mas como nunca era nada eu desencanei, e decidi continuar batendo, independentemente dos barulhos que ouvisse. Geralmente eu escutava uma bicicleta, mas nunca via coisa nenhuma, então pensei que fosse coisa da minha cabeça.

Isso foi até o quinto dia, quando, lá pelas 2 da tarde, alguém tocou a campainha. Eu tava no meu quarto, só de cueca, lendo alguma coisa, e tomei um susto. Corri feito um trouxa, procurando camiseta e calção, e desci voando escada abaixo, me sentindo um completo idiota. Pela janela da sala eu vi que tinha um menino parado no portão. Devia ter a minha altura, talvez um pouco mais baixo, cabelos pretos, magro. Meu estômago esfriou quando eu vi que ele tinha vindo de bicicleta.

-E aí?Tudo certo?- o moleque perguntou quando eu apareci na porta – Eu tava passando de bicicleta e vi que tinha gente nova na casa, então decidi me apresentar.

-Ah!Tá, tá tudo certo… Acho que tem gente nova em todas as casas, né?- eu tava meio sem-graça, e pelo visto ele também.

-Não, não tem não.Quase todas as casa tão vazias…mas, é, tem gente nova nas que tão ocupadas, hahaha!- ele deu uma risada meio amarela, olhando pro chão – Quer dar uma volta de bicicleta?Eu sou o Felipe, moro ali na sexta quadra.

Concordei, mesmo porque acho que ia ser difícil encontrar coisa melhor pra fazer. Deixei o cara no portão e corri pros fundos da casa, pra pegar minha bicicleta. Eu tava meio confuso, o cara devia ter me visto nu, acho que foi a bicicleta dele que eu escutei ,e agora ele aparece com esse papo.Bom, seria ótimo se ele fosse um pervertido, mas ele bem que podia tá só querendo me zoar.

Saímos andando pelas ruas,sol forte, o lugar tava realmente deserto, vez ou outra um carro passava. Dos poucos moradores, o Felipe parecia saber tudo: idade,nomes, se tinham filhos,o que faziam a noite:

-Já via aquela loira transando com a cunhada.

-Vá, conta outra.

-Tá, é mentira. Mas bem que podia ter acontecido…a cunhada dela é mó gostosa.

Como o dia tava quente, decidimos parar na casa dele pra beber alguma coisa. Por dentro a casa era igual a minha, mais arrumada. A mãe dele não tava.Ele foi até a geladeira e voltou com uma garrafa de suco de laranja.

-Eu queria cerveja, mas minha mãe sabe quantas latinhas tem. Tá afim de usar a internet?

Subimos pro quarto dele. Num dos cantos tinha uma pilha de playboys.

-Pô, tua mãe não se incomoda com isso, não? Eu tenho que esconder as minhas, se não a velha bota no lixo. – sentei na cadeira do computador, e fiquei folheando uma das revistas enquanto a máquina ligava.

-Elas ficam no armário… E minha mãe nem entra aqui direito.

Dei uma olhada nos favoritos da internet. Só putaria. -Kralho, você é um tremendo dum punheteiro, hein moleque?

-Vai dizer que cê não é, Bruno?

-Eu não preciso bater punheta.Tem quem me satisfaça.

-Ah vá, com essa tua cara de virgem…tua mão é que te satisfaz.

A gente caiu na risada um bom tempo.Entre os favoritos tinha um site com garotas de programa de luxo.

-Felipe, já ligou pra cá?

-Não tenho grana.

-Ligar só pra zoar, saber preço…passar um trote.

-Toma – me atirou o telefone – Liga aê.

Comecei a discar, mas parei na metade -Eles devem ter identificador, esquece isso.

Então eu fiquei vendo umas revistas, falando bobagem, e todo esse papo já tava me deixando de pau duro.Eu não tava preocupado em disfarçar o volume no calção, e ele não tava preocupado em fingir que não tava olhando.

-Vamo pra piscina?- O Felipe perguntou.

-Vocês têm piscina?

-Não,mas o vizinho aí da frente tem.E ele só volta lá pelas onze.

-Putz…tá bom, deixa eu ir lá em casa pegar uma sunga…

-Pra que? Deixa de ser bixa…vamo logo.- Claro que esse comentário me surpreendeu…mas eu já tava entendendo o jogo dele.

Na cozinha ele pegou duas latas de cerveja – que se dane se a velha descobrir- e fomos até a porta.

-Você também não vai pegar nada pra usar na piscina?

-À merda. Se alguém me vir, viu.

-Pô, quero vê até onde vai toda essa coragem.Tira a roupa aqui e corre pelado até a outra casa.

-Pelado,não. De cueca. E você corre também.

Tiramos a roupa.Ele tinha um corpo manero, magro sem exageros. Tava usando uma cueca branca que mal escondia o que tinha dentro. Ele também ficou me olhando tirar a roupa, e não desgrudava os olhos do meu pinto,meia-bomba.

Saímos correndo pela rua, dando risada, as latas de cerveja na mão, pulamos a cerca do vizinho e caímos na piscina.Abri uma cerveja.

-Vô ter que colocar essa cueca pra secar- disse, já tirando a cueca. Saí pelado da piscina com o pau balançando, coloquei a cueca em uma das espreguiçadeiras, e voltei observado a reação dele.

-Se exibindo?

-Era você que tava me vendo bater lá em casa, né?

-Era.Vai dizer que só percebeu agora? Você tem um pauzão, do tamanho do meu- ele disse, já tirando a cueca. Saiu da piscina, colocou a cueca em uma das espreguiçadeiras, e voltou pra água com o pinto tinindo de duro. Metade da cabeça tava pra fora, rosada e molhada. Ele se sentou nas escadas, com as pernas dentro d´água, e ficou acariciando a própria vara- Mas eu acho que o meu é mais grosso…só pegando no teu pra saber.

Me sentei na borda da piscina, meio reclinado, com o pinto à disposição. Ele veio e começou a tocar uma. Apertava a cabeça, batia, massageava meu saco.Eu olhava pra ele que tava com aquela cara de safado, a língua no canto da boca como se estivesse fazendo os cálculos.

-Não, deve ser da mesma grossura.

-Dá uma lambidinha pra ter certeza – sem dizer nada ele colocou meu pau na boca.Putz, eu não pensei que aquela boca pudesse ser tão boa. Pelo visto era a primeira vez que ele chupava, tava meio trêmulo, mas mal roçava os dentes. Lambeu toda a extensão, desceu da cabeça ao saco, colocou as bolas na boca, arriscou uma lambida no meu cuzinho que me fez tremer.Subiu, lambeu meu peito e me deu um beijo. Era o primeiro garoto que eu beijava. Ele passou as pernas por cima do meu corpo e continuou a me beijar, sugando minha língua, enquanto nossos pênis se roçavam. Eu comecei a passear as mãos pelo corpo dele, apertei aquela bundinha redondinha, separei, acariciei o cuzinho, apertei o saco na minha mão. A sensação de ter o saco de outro cara entre os dedos fez meu pinto dar uma guinada – eu queria comer aquele moleque.

Felipe saiu de cima de mim e foi até as espreguiçadeiras. Deitou em uma delas, com a bunda pra cima.

Eu entendi o recado.Dei um belo gole na cerveja e me atirei naquele corpo. Roçava o pau no rego, enquanto mordia a orelha, o pescoço, a nuca. Não sabia direito como continuar. O sol, ainda quente, batia nas minhas costas, e o corpo quente dele por baixo do meu ofegava e tremia fazendo meu pinto doer de tão duro.Fui lambendo as costas dele até chegar na bunda. Apertei, abri as polpinhas pra dar uma espiada naquele cuzinho rosado e mandei ver com a língua:

-Ah, isso tá muito bom – o comentário dele me deixou ainda mais tesudo. Parei de lamber, apontei meu pau pro cuzinho e comecei a forçar a entrada.Fiquei uns dois minutos tentando, mas não consegui penetrar.

-À seca não dá,Bruno. Me chupa que eu gozo na tua boca e você passa a porra no meu cú.- Nada disso estava nos meus planos, mas se era esse o preço daquele bunda, eu ia pagar.Ele se virou apontando a pica pro meu rosto.Peguei na base, com um frio gostoso na barriga de quem faz alguma coisa errada, e comecei a masturbá-lo. Apoiado nos dois braços, ele deixou a cabeça pender pra trás enquanto gemia baixinho. O cheiro daquele pinto, brilhante e todo melado, me encheu de desejo. Comecei dando lambidas na glande, coloquei a cabeça na boca e desci um pouco mais em direção à base, sem conseguir colocar inteiro na boca. Era esquisito, eu não tava sentido nenhum gosto muito forte, mas o pau me preenchia a boca, pulsava cheio de veias enquanto eu tateava com a língua, me deixando excitado. Ele movia ligeiramente os quadris, enquanto eu sugava e lambia aquele pinto. Desci até as bolas, lambi o saco com vontade. Era um saco grande, com alguns poucos pêlos. Coloquei as bolas na boca e fiquei ali um bom tempo, tarado por aquele saco. Voltei pra cabeça e fiquei chupando ao mesmo tempo em que não largava as bolas. Ele gemia gostoso, com uma das mãos na minha nuca:

-Vou gozar- nem deu tempo pra pensar. A porra bateu no céu da boca, um jato seguido do outro. Tinha um gosto meio amargo, meio salgado. Engoli um pouco, outro tanto escorreu pelo queixo.

-Fica com a boca fechada – ele disse, e lambeu a porra que tinha escorrido pelo meu queixo. Putz, o cara sabia como me deixar maluco.Virou de costas pra mim e, com uma das mãos abriu a própria bunda. Eu despejei todo o esperma naquele cu, e enfiei um dedinho pra testar.Meti outro dedo e ele deu um suspiro, meio de dor, meio de prazer. A espreguiçadeira tava rangendo muito, ali não ia dar pra foder ninguém. Passei um braço por baixo da barriga do menino e fomos andando, minha pica roçando no cu dele, até a parte emborrachada do lado da piscina. Ali, logo debaixo da cerca, mesmo se alguém passasse na rua, ninguém nos veria. Apontei o pau e comecei a forçar.Ainda tava difícil, mas a porra tinha diminuído o atrito. Quando a cabeça entrou, nós dois gememos. Aquilo tava muito quente e apertado, tive que me controlar pra não enfiar tudo de uma vez.Fui colocando devagar, enquanto ele dava umas reboladas, mas devia estar doendo – porra, é muito grosso.

Quando tudo já tinha entrado parei um pouco. Nós dois estávamos exaustos. Com o pinto dentro dele, me deitei sobre suas costas e fiquei beijando o pescoço, até que ele se acostumou e começou a gemer de prazer.Passei a subir e descer, bombando de leve. Ele gemia cada vez mais alto, e sem perceber eu também comecei a gemer. A pele da bunda dele tocando na minha virilha me arrepiava e eu metia cada vez mais rápido, sentindo aquele cú se abrir.Eu ia e vinha, tirava até quase o final e depois metia tudo de uma vez.Ficamos nessa uns dez minutos, até que eu gozei. Meu pau parecei que ia explodir, eu nunca tinha gozado tanto na vida. A bunda dele tava vermelha com a porra escorrendo. Estávamos suados e cansados. Me deitei por cima dele, ainda com o pinto metido na bunda, e ficamos ali, um sentindo a respiração do outro.

Depois daquilo nos atiramos na água, sem saber bem o que dizer, rindo de bobos. Ficamos ali bem uns quarenta minutos, comentando o gosto da porra, como o meu pau era grosso e como o cu dele era apertado. Saímos e nos deitamos nas espreguiçadeiras até nos secarmos. Minha boca tava seca, e ele ainda tinha um gole de cerveja, que a gente dividiu.

No caminho de volta passamos na casa dele, pra pegar as roupas e a minha bicicleta, e fomos até a minha casa. Lá eu peguei duas latinhas de cerveja, pra repor as dele e evitar confusão, mas a gente acabou bebendo, deitados no campo de futebol que tinha no fim da rua.

-Vai bater uma hoje à noite, punheteiro? – ele perguntou.

-Nada, meu pau tá todo esfolado.

-Esfolado tá meu cu, jumento. Da próxima vez, sou eu que te como.

Eu não fiquei muito preocupado com a proposta, embora soubesse que cedo ou tarde ele ia acabar me comendo, como realmente aconteceu.Também não fiquei preocupado com o que tinha acontecido, me perguntando se era gay ou não. Eu sabia que gostava de mulher, mas também sabia que já tinha ficado excitado com garotos mais de uma vez. Eu era bi e pronto, mas não ficava pensando muito nisso. Eu tava mesmo era querendo aproveitar o momento com aquele moleque, e com o tempo as coisas ficaram ainda melhores, quando a gente foi envolvendo outras pessoas.

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9 comentários

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  1. Gerard

    O conto é maravilhoso.
    Concordo com o Rick King, acho que vc deveria abrir uma sessão semanal de contos.
    Prometo que leio e comento todos se vc fizer.
    Já tava com saudade do ”Se te conto King . . .”.


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