- Minha mãe disse que mais cedo ela não estava aqui ontem. De quem é? Tentei ser parecer bem franco. E natural Esse meu primo era muito curioso e vivia se metendo onde não devia. Uma vez até levou uma surra da irmã dele por tentar se meter na vida dela. - Um amigo meu do trabalho soube que eu não estava bem e veio me ver, oras. Aí começou a chover muito e ele preferiu chamar um táxi e deixar a moto para não ficar ensopado e adoecer como aconteceu comigo. Parte 1 - Parte 2 - Parte 3 - Parte 4 - Parte 5 - Parte 6 - Parte 7 - Parte 8 - Parte 9 - Mas que horas ele saiu daqui já? Não lembro de ter ouvido barulho de táxi. - Foi aí que peguei ele. Todos sabíamos que ele era fraco para sono e que ele dormia cedo demais, ainda mais com chuva. - Bem, ele saiu tarde daqui. Bem tarde. Ele estava esperando a chuva passar e começamos a ver um filme. Quando o filme acabou, a chuva não tinha passado. Daí ele resolveu ligar para um taxista amigo dele. E você não ouviu Mateus porque, com certeza, você já estava dormindo oras. - Bingo! Ele ficou meio sem graça. Mas não se deu por vencido. - Hum, tá. Primo, o que tem de bom aí para comer? To com fome. - Ele falou isso e foi entrando. Como eu não poderia expulsar ele de casa, tive que enrolar e dar uma de doido. - Mateus, deixa de ser doido. Ainda quero me deitar maluco. To doente, esqueceu? - Não esqueci não primo. Só ver o que tem para comer aqui. - Ele reparou na sala. - Caramba primo. A bagunça está feia aqui hein? - Com certeza. E como você não está afim de me ajudar a limpar, pega o beco. - Caraca, já tô indo. - Abriu a geladeira, pegou uns biscoitos e saiu comendo. Mas antes reparou na cozinha. - Ao menos aqui esta melhor que na sala. - Ainda bem que eu e o Neto fomos arrumando ontem depois de cozinhar. - Pois é primo, isso porque eu ainda fiz pipoca ontem. Mas não sobrou nada. Agora deixa eu ir deitar que to cansado e com dor. - Tudo bem primo, eu posso ficar aqui com você enquanto... - Lancei aquele olhar de poucos amigos. - Tudo bem, tudo bem. Tô saindo. Você está num mau humor do caramba hein? Fala sério. - Que bom que você percebeu. Caramba. Aquilo me deixou aborrecido. Cara chato. Maior mané. Fui até onde o Neto estava. A porta do quarto estava trancada. Bati uma vez. - Sou eu. Tudo tranquilo. - Ele abriu a porta e ainda estava de toalha. - Quem era esse cara. Parecia ser um pé no saco. Ouvi algumas coisas. - Pois é. Um primo meu que mora um pouco mais à frente. Veio me encher. De vez em quando ele tem dessas. - Primo? Aquele primo lá que você disse que já curtiu? - Vixeee. Não. Nem pensar. Nada a ver. Eu te disse que ele nem mora mais por aqui. Esse é um mané até que ele é bonito e tem mó corpaço mas, quando abre a boca, é triste. Depois que eu falei isso, ele ficou calado, meio amuado. Deve ter sido porque eu falei que o primo, que por sinal se chamava Henrique, era bonito. - Ei seu besta? Que foi já? Sem essa vai. Só disse que era bonito. - Hum... - E eu disse que quando ele abre a boca só fala merda. - Hum... - E você é bem diferente dele. Rsrsrsrs Fala muita coisa boa que me deixa malucão e tudo. Rsrsrsrs - Hum... Tudo bem então. - Fui lá e dei um abraço dele e um tremendo beijo. Mas depois fui eu quem ficou quieto e pensativo. Ele me olhou e perguntou: - O que foi? Parece preocupado. Já desencanei. - Não, não é isso. - Me sentei na cama. - Esse meu primo às vezes me deixa com uma pulga atrás da orelha. E outras vezes me tira do sério. - O que foi que aquele zé mané te disse? - Ele perguntou da moto? De quem era? - Porque! Nem lembrava mais disso! O que você respondeu? - Respondi que era sua, de um amigo do trabalho que soube que eu estava doente e veio ver como eu estava. Começou a chover e disse que você preferiu ir de táxi para não se molhar e ficar doente como eu. - Blza! - Pois é! Só que ele com certeza deve esta lá pela casa dele afim de saber de quem é a moto? - Hum? Ele é assim é? Ele desconfia de algo de você? Que você curte? - Cara, nunca tive esse tipo de intimidade com ele para dizer nada sobre e como nunca fiquei com ninguém das redondezas, as chances dele saber são quase 0,0. Mas, eu não sei. Ele é meio irritante às vezes. Sei lá. Sempre quis ser melhor que eu em tudo. Nunca entendi essa dele. Ou ele quer me comer ou quer me dar. Kkkkkkkk. - Hum! Ele que venha se engraçar com você ou te sacanear. Desço a braço dele que num instante ele vira gente. - Kkkkkkk. Sera bacana. Mas sei me defender dele. Valeu. E mais outra. Dei outro beijo nele e ficamos abraçados um bom tempo. Tão bom se sentir assim. Saber que alguém gosta de você e te protege. Muito bom. - Vamos comer alguma coisa e depois você vai se vestir e vai ter que pegar beco. - Mas porque já? Hoje ainda é domingo e você disse que sua família só volta amanhã? - Certo, mas se ele voltar aqui vai ficar complicado disfarçar. E a mãe dele deve vir aqui já já para saber como estou e trazer algo para eu comer. E ela vai querer limpar a casa e etc etc etc. Aí, te esconder será muito complicado. - Hum. Caralho mesmo. Esses curiosos são foda. Mas e como eu vou sair, se você disse que ele deve está por aí, de olho? - Você vai sair por trás. Tem um caminho que sai na outra rua, que é bem tranquila. Quase não usamos esse caminho. Aí você vem, bate, eu atendo. Você pega a moto e vai. De boa. - Kkkkkkkkkkkkkkk Ah sacana! Você já pensou em tudo hein? Não quer mesmo que eu fique. Poxa. E eu que pensei que estava agradando... Chateado. - Seu doido, é claro que eu quero que você fique, para sempre, comigo, abraçado assim, me beijando, transando comigo a noite todas mas tem essas situações que eu te disse. Não fica chateado não, tenta entender. Beijei ele. - Tudo bem, vou comer alguma coisa (ou alguém) e vou embora. - Hum... Comer quem rapá? Hum. - Olha só como eu estou aqui! Deixou a toalha cair e tava com seu lindo cacete em ponto de bala. Segurei aquele mastro e cai de boca. Mamei bem gostoso. Depois me levantei e, ainda segurando seu cacete o levei ate a cozinha. Abri a geladeira, peguei uma garrafinha de iorgute. Lambuzei ao pau dele e cai de boca. O safado só gemendo e pedindo mais. Cara safado é foda mesmo. Depois de um tempo, ele cai de boca no meu. Faminto. Babando. E meu cacete babando também. Foi delicioso. Mas eu segurei ele, levantei. - Ei, e o café? Kkkkkkkkk - Oras, já estava nele... Ia já tirar leite. Kkkkkkkk Esse cara ainda vai me deixar maluco. Ele fez panquecas. Comemos com suco de laranja. Uma delícia. O telefone dele toca. Na verdade, vibra e acho que já estava vibrando há bastante tempo. - Oi Joana. Na paz? Tudo bem sim porque? Ah sim, é que eu passei a noite fora com uns colegas do ponto. Sabe como é né? Farrear um pouco para descontrair. Enquanto ele falava eu fui logo arrumando a bagunça antes que minha tia aparecesse. - Hoje? Não! Não trabalho não! É! Vou pra casa daqui a pouco. Estão me expulsando daqui (ele fala e olha pra mim com cara feia – Eu apenas acho graça) - Se eu quero sair com você? Para onde? Rio das pedras? Blz? Acho que posso sim (Ele pergunta, apenas mexendo a boca, se pode ir. Eu dou de ombros. To expulsando ele de casa mesmo. E ele tem mais é que se divertir, coitado) - Tudo bem então, to liberado aqui. Quem me liberou? Kkkkkkkkk deixa quieto. Kkkkkkk Não, não to de sacanagem não. Depois do almoço eu passo e te pego. Blz? Tudo bem então. Bjão! - Porque perguntou pra mim se poderia ir? - Hum... Não sei. Achei que era o certo a fazer já que estamos ficando e você poderia ficar chateado. - kkkkkkkkkkk Não precisa. Você é livre. Não sei até quando. E o que tivemos esses dias, bem, foi muito bom. Mas não precisamos nos precipitar. Podemos ir com calma. De repente você não quer compromisso ou eu também não. - Hum. Só sei dizer que quero ficar com você. - Que bacana. Pena que eu não posso dizer o mesmo. Ele fechou a cara, ficou lindo. - Kkkkkkkkk relaxa moço. Te quero também. Muito. Mas é que esse lance entre nós dois pode dar problemas. E não to afim de... assumir... entende? - Nem eu... Se você não se importar, poderia ficar só entre a gente mesmo. Nosso segredo. Nosso caso. Só nosso e de mais ninguém. Ri bastante. - Que foi? - Nada não. Também gosto desse lance de algo proibido e secreto... Kkkkkkkk - Hum. Fico cheio de tesão com essas paradas. - Kkkkkkkk Quem curte parada de malandro e passageiro... - Kkkkkkkkkkkk Palhaço. - Ei, infelizmente é hora de você partir. Já é quase 11 e 30 e logo logo minha tia aparece perturbando. - Caralho. Esses teus parente são um bando de estraga prazer, isso sim. - Não reclama. Vamos no ver a semana toda. Podemos marcar um monte de coisas. - Hum... Pode ser. Kkkkkkk - Tua calça e tua blusa estão na cama. Estão bem sequinhas. -Mas, e a minha cueca, cade? - Hum. Sua cueca fica como minha refém. Caso você não volte fico com ela de lembrança. - Pow, gosto dela. - Eu também, e muito. - Hum, seu safado. Você bem deve ser paradão nesse lance de cuecas né? - Sou sim. Acho show ficar manjando o cara só de cueca. - Hum... delicioso. Mas eu serei o único que você vai manjar de cueca, tá ligado? - To sim. Muito ligado. - Nos beijamos mais intensamente. - Vou vestir o que então por baixo? - Você pode ir de short ou sem nada? Com o bicho solto. - Sacana você... Muito. Também vou com ele solto para fazer a alegria da galera. - Kkkkkkkk (dei de ombros) Ele se vestiu e tava com o pau durão por baixo da calça. Fui lá, fiquei alisando e mordendo. Ele já queria tirar mas não deixei. Trocamos um beijão e expliquei para ele o caminho. - Não tem risco de alguém me ver saindo? - Não. Fica dentro de nosso terreno até o final. As pessoas não entram. Pode ir. Mais um beijaço e ele saiu. Muito gato esse cara e a bundinha dele então, linda. Que bom que já comi ela pacas e ainda quero comer mais. Menos de dois minutos, minha tia chega. Começa a bater no portão, que eu tinha fechado para evitar surpresas. Fui atender. - Porque esse portão está fechado até agora? - Bom dia pra senhora também tia. Estava deitado. - Ainda com dor? Já comeu algo? - Já sim. - Ah sim. Sua mãe, antes de sair, me deu várias recomendações. - Como se eu precisasse. Mas agradeço sua preocupação. - Oras como se não precisasse. Você é igual seu primo. Senão estivermos em cima, vocês esquecem até de viver. - Kkkkkkkkkk Fala sério, tia. Nada ver isso. - Ora não. E a casa, tá limpa ao menos? - Perguntou e foi logo entrando. - Sim tia, acabei de dar uma arrumada. Mas, nem precisava porque estou só em casa mesmo. - Hum, até que a coisa não está tão feia aqui. E o medicamentos? Tomando direito? - Sim, sim, pontualidade britânica. - Hum, vocês só não esquecem a cabeça porque está pregada. Falou isso e foi para a cozinha. Chegando lá, não tinha muito o que falar, a não ser por um copo sujo que eu mesmo deixei na pia. Ainda bem que o Neto foi bem organizado nisso também. Minha tia era muito parecida com minha mãe nesse sentido. Organização. Mas minha mãe era muito mais prática e mais tolerante com as coisas. A campainha toca. Que bom que alguém lembrou de tocar.Minha tia tava lavando o dito copo mas foi atender. - O Mateus está? - Um instante. - Tem um rapaz te procurando - Quem é já? Em pleno domingo? Ah, é você! - Blza? - Era o Neto, lindo, gostoso. Afim de arrastar ele de volta para a cama mas tive que fingir. Tia, esse é o Neto que trabalha comigo na empresa. - Prazer! - Prazer. - Ainda se molhou ou conseguiu escapar da chuva. - Ainda peguei um pouco de chuva porque tive que ir tirar umas roupas que tinha deixado no sol antes de sair de casa. - Mas, ao menos você não acordou resfriado né? - Não não. Tranquilaço. Nada como uma noite bem dormida. O sacana estava me provocando. Mas eu não ia perder a chance. - Que bom pra você. Nem dormi direito. Tinham uns insetos enchendo o saco e acabaram com minha noite. Percebi a reação dele de não saber o que falar. Bingo! espero que essa noite eu durma melhor. - Isso se os insetos não voltarem. Kkkkkkkkkk Palhaço. - Muitos insetos por aqui mesmo. Não vai nem convidar o moço a entrar... - Não, não precisa. Só vim pegar a minha moto mesmo. - Ah, então você é dono da moto! Bonita a moto hein? - É sim, valeu. - Ele entrou no pátio e tirou a moto. - Você vai trabalhar amanhã? - Bem, acho que vou. Se eu estiver melhor vou sim. - Hum, vamos terocer para isso. Valeu mais uma vez. Até amanhã então! - Até! - Até mais senhora! - Saúde e juízo por ae. - Depois de um tempo ela começou a elogiar o rapaz. Com era educado. - Você e seu primo tinham que ser igual a seu moço aí. - Hum... - E reparou como ele é bonito? Mal sabia ela Kkkkkkkk - Tia! A senhora bateu a cabeça? Lá vou achar macho bonito! Fala sério! - Não sei o que tem demais! E... agora que to lembrada. Vi essa rapaz antes de ontem na feira com uma moça muito bonita também... devia ser a namorada dele, eu acho. Continua... E aí pessoal, o que vocês estão achando?
[Conto KING] Neto, o moto-boy que virou a minha cabeça - Parte 6
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Comentários
Não vão continuar? Tão demorando demais pra postar. :@
Tá muito longo e vocês tão demorando a postar... No começo tava ótimo.
Cadê o resto?
Até gostei desse conto no inicio mas depois da segunda parte ele ficou chato, perdeu totalmente a graça pra mim.
adorei esse conto parecido com novela, instiga a nossa imaginação!!!!muito bom mesmo
Passaaaaaaaadoo com as bees ovulando nesses contos...kkkkkkkkkkkkk
Vish kkkk to louco pra saber quem é a moça.. será namorada dele? será que o cara quer ter dois relacionamentos? kkkkk tenso ein
hehehe que massa....vdd ta super fofo esse lance...to amando <3
quero mais....