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[Conto Gay] Meus segredos de adolescente – Final

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Caso não tenha lido a parte 1 do conto, clique aqui.

O dia amanheceu rápido, já eram 10 horas, a rua já estava barulhenta e era sábado. A primeira coisa que me veio à cabeça enquanto fazia minha higiene pessoal durante amanhã, foi o acontecido na noite anterior. Esperava que assim como das outras vezes, Felipe não abrisse a boca e falasse para alguém, ele não seria tão idiota, nós dois estaríamos encrencados. Após tomar café sai para rua.

Tinha criança por todo lado, correndo, brincando com seus brinquedos, pais reclamando, bebês chorando, e em uma parte mais afastada da rua Felipe, outros garotos e Rodrigo jogavam bola, assim que digo me viu gritou e acenou com as mãos, lhe respondi com um sorriso preguiçoso, fui até eles e me sentei, eles jogavam, estavam suados, enquanto eu tinha acabado de acordar e estava todo limpo, com cara de sono e um ar preguiçoso ainda. Assim que o jogo acabou, todos se sentaram na calçada onde eu estava, logo mais seria hora do almoço, e eu tinha que voltar para casa, o sol estava quente aquele dia.

– Dormiu até tarde ein gostoso – Era assim que ele brincava, coisa de hetero.

– Eu estava cansado, Digo.

– Tô vendo, bora lá em casa vê uns filmes hoje?

– Ele não vai querer, tu gosta desses filmes Thiago? – Felipe resolveu falar.

– hmmmmm – todos fizeram em um único som.

– Que isso Felipe? Deixe meu parceiro, só quem pode brincar com ele assim sou eu, não é amor? – Digo se aproximou, agora sentado ao meu lado, passou o braços em volta do meu pescoço e me deu um beijo na cabeça, ele estava suado, sujo, tentei me afastar mais foi inútil ,todos riram, até eu, ele sempre brincava assim, dizia que os amigos dele eram os machos dele.

–  Tô brincando, parceiro! – Felipe disse me encarando com ar de deboche, eu não respondi a pergunta que ele tinha feito, fiquei calado enquanto rodrigo brincava e conversava com todos nós. A conversa tinha de tudo, tudo que os garotos queria falar, punheta, buceta, futebol, perturbar x vizinho, e assim por diante. Até que o Digo voltou a falar do filme que ele tinha pego.

–  Vamos todo mundo, lá em casa hoje, e o Thiago vai porque ele é o que mais curte! Felipe amanheceu com o pé esquerdo hoje. – Ele riu para mim e os outros começaram a brincar com o mal humor de Felipe, sem entender o motivo.

Eu desconfiava que era dor, dor de cuzinho que levou uma cabeçada, que cara infantil, ou seria outra coisa?

Nós fomos almoçar, digo tinha se despedido e dito que seria às 14 horas, ele estaria sozinho e a casa seria dos garotos. Todos se despediram e cada um foi para sua casa almoçar, Felipe chamou o Digo antes que ele fosse embora para almoçar em sua casa, mas ele recusou, disse que tinha vergonha. Quando cheguei em casa não pensei muito no que tinha acontecido e nem se iria para casa de Rodrigo, Felipe poderia soltar alguma piadinha e os meninos vendo que ele sempre “brincava” com isso, iriam começar a fazer o mesmo, onde há fumaça … eu não queria que essas brincadeirinhas de “viado” caíssem para o meu lado. Meus pais ficariam chateados, iriam procurar o motivo e eu não queria que uma bomba dessas fosse agitada desse modo, não quando eu ainda morava com eles e dependia totalmente dos mesmos.

Tomei um banho, almocei e deitei. A última coisa que fiz foi olhar o celular e eram 13 horas, apaguei tomado por uma preguiça pós almoço. Levantei duas vezes para ir ao banheiro e na cozinha, na terceira minha mãe falou que alguém tinha me ligado, olhei meu celular e havia algumas chamadas perdidas, Rodrigo tinha me ligado 2 vezes, eram 14:30, retornei a chamada.

– Opa, qual foi?

– Você não vem, seu puto? Estamos te esperando aqui, vem logo.

–  Chego daqui a pouco aí.

– Se não vier eu vou te buscar e ainda dou umas palmadas nessa tua bunda. – Ele gargalhou – Beijo na bunda, tchau.

–  Vai se ferrar, tchau – desliguei, rindo.

Rodrigo morava em um lado oposto da rua ao que eu morava, não demorava nem 2 minutos para chegar na casa dele, tomei um banho rápido para despertar, peguei a primeira camisa e bermuda que vi, coloquei o chinelo e sai, atravessei a rua e depois de andar um pouco estava em frente a seu portão, o chamei e ele veio, sorriu assim que me viu, estava usando apenas um short daqueles curtinhos de nylon, preto, com as laterais vermelha e sem camisa.

– Eu estava quase indo te buscar – ele abriu o portão.

– Aqui estou, a galera tá ai? – entrei e ele fechou o portão.

– Na verdade, estamos eu você e o Felipe, que se apressou em pôr o DVD, punheteiro é ele. – Engoli seco, quando ele falou.

– Bacana… só os chegados – sorri sem achar engraçado.

– Só os parças – ele disse entrando, seguido por mim.

Quando avistei Felipe, ele me olhou secamente com cinismo.  Estava jogado no sofá maior, ele sempre foi um tanto mal educado, Digo estava na cozinha bebendo água, voltou e sentou no menor, tirando a almofada que estava ao seu lado e me oferecendo o lugar, assim fui e sentei. Felipe nos olhou e se voltou para televisão.  Depois de uns 20 minutos de filme e de visivelmente excitados, Digo começou a fazer piadas e brincadeiras do tipo apertar o mamilo dele ou o meu, pedir para a gente sentar no colo dele, simular estar chupando uma buceta, mostrar o volume pela cueca, tentar pegar na bunda de Felipe ou na minha, mas tudo na esportiva. Felipe fazia o mesmo e eu estava quieto observando. A verdade é que Digo parecia mais solto aquele dia, mas só para o meu lado, Felipe percebia aquilo e hora ou outra soltava uma piadinha, será que Digo sabia de algo?

– Vocês ai nesse sofá pequeno parecem dois viados – Felipe tinha um tom brincalhão, mas seus olhos diziam diferente.

Certo momento ele tentou brincar com Rodrigo, que não gostou e pediu para ele parar, o que ele não fez, e o clima entre os dois estava esquentado, o filme não tinha mais nossa atenção, Felipe e Digo estavam em uma brincadeira pesada de tapas e socos, até que tudo começou a ficar mais sério depois que alguns golpes foram deferidos mais fortes do que o previsto.

– Pega leve cara – Digo disse tentando escapar.

– Com Thiago você não fala isso, tá comendo ele? Dando? Vocês estão muito chatos.

– Deixa de onda, você tá um porre hoje, quer que eu te coma também é? Tá com ciúmes é? Tu não sabe que tu é minha ‘mulé’. – Digo brincava mas Felipe estava sério.

– Vocês são idiotas demais – Resolvi falar, o clima estava chato e eles estavam começando a pegar pesado nas brincadeiras.

Felipe sempre foi mais próximo de Digo, desde que o Rodrigo se mudou para nosso bairro, eles fizeram amizade primeiro, agora aparentemente estava com ciúmes da minha amizade com ele. Sem um motivo especifico, Felipe deu um chute alto, acertando rodrigo no peito, que caiu e levantou em seguida furioso, Digo foi na direção dele e deferiu alguns socos, Felipe, que apesar de alto, não conseguiu escapar de levar alguns no rosto, os dois ficaram nisso até que interferi, levei alguns tapas mas consegui separa-los.

– Some daqui cara! – vociferou Rodrigo.

– Vai ficar ai com teu viado, toma no cu vocês – Felipe gritou, com os olhos cheios de ódio e o rosto vermelho, Digo sabia brigar, todos os garotos sabiam disso, ele não era alto como Felipe, mas batia bastante.

– Cara eu não te fiz nada, tu é doido?  – Falei alto.

– Tu ainda argumenta com esse louco? Não discuti não, vaza! – Digo disse pela última vez, enquanto Felipe saia derrubando o que via pela frente, ele sempre foi esquentado, mas não sabia brigar como Rodrigo.

Me sentei no sofá, Digo trancou a porta e sentou ao meu lado, seu peito nu estava vermelho, ele me olhava ofegante, cansado, mas com um sorriso engraçado no rosto.

– Filho da puta, tá doendo – ele me disse.

– Deixa eu ver, espera ai. – Fui na cozinha, peguei um tolha e molhei um pouco, passei ela em todo seu peitoral, limpando e tentando aliviar a pancada, ele apenas me observava. Terminei o que estava fazendo e ele pegou minha mão e colocou em seu mamilo.

– Faz massagem … – disse com a voz baixa.

– Tá brincando né? ai tu já quer demais. – Eu sorri.

– Faz vai. – Ele fechou os olhos.

Então eu fiz, com as duas mãos, cada uma em um peito, eu acariciei, brinquei suavemente com os mamilos e aquilo parecia agrada-lo. A respiração dele era ofegante, forte. Rodrigo relaxou mais no sofá e abriu um pouco as pernas, não pude olhar para outro lugar, o volume no meio das pernas dele chamou minha atenção, ele tinha um caminho de pelos ralos, que iam do umbigo até a parte íntima, aquilo não estava ali dias atrás, ele depilava, porque já havia visto ele sem camisa outras vezes e não tinha aquilo que agora me chamava atenção. Seu short era curto, suas pernas grossas e bem brancas, na parte de dentro delas os pelos se mostravam pretos, muito pretos. Seu membro começou a crescer, não parei o que fazia, resolvi variar, a massagem passou por seu abdômen, subiu até o pescoço, voltando para o peitoral e repetindo os movimentos anteriores, até que cheguei no abdômen em um certo momento, e ele se mexeu e disse:

– Mais para baixo… – segurou nas laterais do seu short e puxou ele um pouco para baixo, deixando à mostra um pouco dos seus pentelhos, estavam curtos, como se ele tivesse raspado e estivessem crescendo novamente, eram bem pretos também. Eu estava sentado ao seu lado, virado para ele, um de seus braços ficou ao meu redor, alisando minhas costas, até que certo momento desceu para minha bermuda, estava próximo a minha bunda. Foquei a massagem no seu abdômen e naquele parte em que seus pelos estavam expostos, ele pareceu adorar, notei que mordeu os lábios.

– E então? – eu perguntei e ele apenas soltou um suspiro, senti sua mão na minha bunda, minha bermuda era de um tecido fino, eu podia sentir suas caricias, ainda que leves, seus dedos caminhavam até que paravam no meio das minhas nádegas e ali tentavam alguma penetração, que era impedida pelo tecido. Mas ele era insistente e com o dedo do meio ele conseguiu achar meu cuzinho, mesmo que por cima do tecido, e começou a pressiona-lo, fazendo com que o tecido se enterra-se ali, dando esperanças à ele. Percebendo nossos estados, desci minha mão até seu volume e comecei a brincar por cima do short, ele gemia baixinho, e pressionava ainda mais seu dedo em mim, aquilo era uma loucura, não era sexo, era quase melhor, em certo momento, enquanto seu pré-gozo molhava o short, Digo tirou o dedo da minha bunda e o levou até seu rosto, ficou cheirando, achei estranho mas não lhe disse nada. Ele lambeu os lábios e chupou o dedo, após isso, mais uma cheirada e então voltou a enterra-los no meio da minha bunda, aquilo era quase uma penetração propriamente dita.

– Isso foi… – eu comecei.

– Cheiroso, gostoso. – ele me disse abrindo os olhos e me encarando agora.

Fiquei um pouco sem jeito, ele percebendo apenas segurou a minha mão que estava sobre sua rola e acelerou os movimentos, segurando forte para que eu apertasse, eu tentava um punheta sobre o tecido do short dele. O seu joelho estava no meio das minhas pernas, acariciando meu volume, que dava estocadas violentas e parecia aumentar o desejo dele que sentia tudo, hora ou outra ele tentava alisar, ou pressionar meu pau. Com o braço que estava em volta de mim, ele ainda colocava os dedos no meio da minha bunda, dessa vez tentando enfia-los com força, eu gemi baixo e ele adorou ouvir, sorriu e me fitou com a cara mais safada que já o vi fazer. O dedo dele não entrava mas minha cueca entrava, meu short estava quase, nunca tinha deixado ninguém fazer aquilo, eu já havia tentado sozinho, mas não curtia muito, mas com ele estava sendo diferente, o pau dele lateja sob minha mão e o tecido, com minha mão livre peguei a dele que estava em minha bunda e tentei coloca por dentro da minha bermuda, ele ficou animado, quando sua mão tocou minha pele, alguém gritou seu nome.

Nos assustamos, voltamos a realidade e nos olhamos desconcertados, me ajeitei e ele fez o mesmo, Rodrigo foi até o portão ver quem era. Era Felipe, tinha atrapalhado tudo e estava pedindo para falar com ele, fui no banheiro ver a situação do meu pau, estava completamente babado, duro, tentei disfarçar aquilo, quando voltei, Felipe e digo estavam abraçados, um pedindo desculpas ao outro, Felipe veio até mim e fez o mesmo.

– Tudo bem cara, sem bronca – eu disse tentando disfarçar a frustração. – Digo, eu  preciso ir, depois a gente se fala.

– Não, fica aê, vamos ver algum filme, sei lá, jogar vídeo game… – seus olhos suplicavam, mas o clima tinha acabado, o enrustido do Felipe era cara de pau e não sairia dali tão cedo. Tenho para mim que ele suspeitava de algo e só foi ali atrapalhar o que estávamos fazendo, ele nunca foi de pedir desculpas.

– Preciso ir mesmo Digo, falo contigo depois, preciso arrumar meu quarto – menti. Eu fui embora, fiquei um pouco na frente da minha casa, conversando com minha mãe que estava sentada na calçada, vi que Felipe saiu alguns minutos depois da casa de Rodrigo, senti uma raiva imensa dele.

Depois daquele dia não tive mais qualquer tipo de brincadeira do tipo com Felipe e nem com Digo. Provavelmente Felipe encheu a cabeça dele com alguma porcaria, e deve ter feito o mesmo com o resto dos garotos, minha interação com eles foi diminuindo com o tempo, seja pelas coisa que eu curtia, os lugares que ia e até os assuntos. Eles foram fazendo novas amizades, eu fui ficando de lado, Rodrigo foi crescendo, se ocupando, tentando correr atrás de um futuro e ser diferente dos outros garotos, que hoje em dia vivem de bico, alguns tiveram fins trágicos e quanto a Felipe, ele ainda não saiu do ensino fundamental todos esses anos, vive bebendo com o pouco dinheiro que arruma, está ficando feio, não arruma ninguém e não fala comigo. Digo passa por mim hoje e olha, acena, mas não passa disso, namora uma garota bonita, trabalha com o pai e aparentemente está bem. Quanto a mim: estou muito bem, isso basta.

 Fim

Nota do autor: Espero que tenham gostado, pensei em escrever tudo de vez, queria que fosse algo rápido e sem delongas. Os fatos são verdade, alguns um pouco mais apimentados, porém verdadeiros. Acho ainda escreverei mais alguma coisa, não sobre essa história, talvez outra. Depende de quem gostar e do tempo livre que eu arrumar. Não esqueçam de comentar, abraço galera!

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14 comentários

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  1. Ricardo

    É engraçado como esses amigos “apimentados” da infância crescem e mal nos cumprimentam hoje.
    Comigo também aconteceu assim, por mais que eu tenha seguido um rumo diferente também.

  2. Rodrigo Sabih

    Pô muito bom esse conto, fiquei bastante excitado, nunca me aconteceu algo tão parecido com isso, nada mais do que aqueles sarros com primos. Mas infelizmente teve esse final meio que dramático, mas que sabemos que ocorre com todos nós… Essa separação é inevitável, mas tenho que dizer que esse “Felipe” é bem otário, deixou sua amizade… Sacanagem! Espero que você esteja realmente bem e já com 21 anos tenha realmente se aceitado e assumido, pelo menos pra si mesmo! Muito bom!

  3. jose caico rn

    realmente foi dos melhores contos fiquei bem exitado e bati uma bela punheta parabens pareçe ser uma historia real. sem delongas enrolação e sem mentriras parabens

  4. Eduardo Mendes (@edumendesbr)

    Cara sem duvida um dos mehores contos. Me identifiquei pq tive uma experiencia parecida na adolecencia e o final foi praticamente o mesmo. Uma pena nem todo conto ter um final feliz, mas essa é a pura realidade. Fiquei de pau duro do inico ao fim. Parabéns pelo conto!

  5. Jocker

    Eu fui o único que pensou que o autor deveria reaver a amizade com o Rodrigo? Sabe, amizade mesmo, sem pensar em putaria e essas coisas.
    Ele parece ser um cara super de boa, bem responsável e parece que ele gosta de ti como amigo e sente a sua falta. Se ele te detestasse, não te cumprimentaria e nem acenaria. Tente reaver essa amizade, sentem e conversem… E também tente descobrir o que houve que os distanciaram.
    Eu acho que o Felipe também havia “brincado” com ele, e sentiu ciúmes de vocês dois… A atitude dele foi muito idiota, e o distanciamento dele (aliado com a especulada espalhação de que tu era gay) é algo que eu não entendo, se ele tivesse brigado só por ter ciúmes de ti.

  6. Vanderson

    Eu acho que você deveria continuar, é realmente bom, mas uma continuação ficaria melhor ainda, é frustrante quando você lê algo e acaba sendo trágico assim. Eu espero que você possa da uma continuação, pelo menos inventada, iria ficar muito legal, ter mais putaria, eles transando loucamente depois de tanto tempo sem se falarem, é frustrante demais, mas eu adorei o conto, esta maravilhoso como sempre. Pensa no que eu te falei, eu aposto que todo mundo aqui quer um pouco mais dessa e de outras histórias suas. Beijos!

  7. Anônimo

    Cara muito bom esse conto. E concordo o Jocker. Você deveria procura-lo pois acima de qualquer
    desejo, pois antes disso tudo vocês eram amigos. Abraço ae e espero um novo conto.

  8. LucasRc

    Nossa man gostei bastante do conto :v Isso acontece mt msm( ter amgs ” foguentos” fazendo esse tipo de coisa na infância e depois quando crescem mau se falam) 😀 Comigo foi exatamente assim, ficava falando mt de putaria eu e 3 amgs daqui da rua, 2 uns 3 anos mais novo e 1 uns meses mais velho q eu, o mais velho sempre se esfregava mim e falava q tava doido pra fazer comigo quando a gente tava sozinho, o irmão dele q é um dos 2 mais novos nunca foi de dar em cima mais adorava ficar nu na nossa frente sem nenhuma vergonha e falar e ver pornografia, o outro ja era mt de ficar com a mão no pau ou abaixar o short mostrando os pentelhos e olhando pra mim com cara de safado querendo me convidar pra fazer algo quando não tinha ngm vendo…Mais nunca chegamos nem a bater uma vendo algum filme kkkk Eu não sei se eu dava pinta de q curtia homem mais eles sempre faziam essas brincadeiras de um jeito meio q querendo fazia parecer que era seria kkkkk Mais aos poucos tbm fomos nos afastando e hoje o máximo que falo é ” Eai ou Fala” o.O isso foi quando eu tinha uns 12 anos, nos meus 14 a gente ja tava meio afastados acho q pq eles começaram a brincar com uns meninos daqueles bem sabe mlk querendo dar uma de gangster e tinham cara de ser bem preconceituosos(acho q eles influenciaram os 3), e eu tbm fui ficando mt em casa ai a gente não se fala mt…Hj eu to com 16, vou fazer 17…Acho q se eu fosse la brincar ou me juntar a eles na rua pra bater papo ou jogar algo a tarde eu poderia recuperar a amizade mais meio q não sei se seria uma boa ideia ¬u¬ Pra vcs verem né, mt gente teve amizades com uma intimidade tão grande a ponto de fazer umas brincadeirinhas q podia acabar rolando algo e depois do nada vão se afastando e sendo apenas conhecidos º-º Me pergunto ate hj se vale a pena recuperar amizade com eles ._. ¬u¬


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