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[Conto KING] Neto, o moto-boy que virou a minha cabeça – Parte 12

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Não achava justo ficar em cima do muro com um cara que estava sacaneando comigo enquanto o outro era tão bacana comigo, fiquei pensando nisso até sairmos de São Gabriel e mesmo cedo muitas nuvens se formavam indicando que a chuva não ia demorar e que seria bem forte. Não levamos capa nem nada e já na metade do caminho a chuva desaba, meio que aflitos, paramos num ponto da estrada esperando a chuva passar. Era uma barraquinha de vender lanche que eu acho que não era usada há bastante tempo, caraca, estávamos muito molhados e o menos minha mochila era boa e protegia os documentos. Ficamos tentando nos enxugar mas nada, ainda tinha uma toalha de rosto que usei e depois entreguei para ele e ainda passou no pescoço. Em seguida me devolveu e tirou a camisa, que delícia aquela cena, fiquei logo de pau duro. Ele espremeu a camisa e colocou no ombro.

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Eu, aproveitando o embalo, fiz o mesmo porém a nossa preocupação, até ali, era apenas ir embora. A chuva não parava e me sentei numa espécie de bancos que ainda tinham ali enquanto ele estava ao meu lado, ainda pingando. Depois ele se levantou e foi mijar, caramba, de novo isso. Quase a mesma cena e quase do mesmo jeito, mas eu não ia ficar na vontade de novo não. Ele estava mijando de costas e fui por trás dele, a abracei e segurei seu pau, que ainda urinava e coloquei minha cabeça junto ao seu pescoço, ele apenas moveu a cabeça para o lado e tirou as mãos e colocou os braços sobre a minha cintura. Depois, dei aquela chacoalhada para ele e tentei guardar seu cacete, mas não dava porque estava duro como pedra.

Fomos para um parte da barraquinha mais escondida, encostei ele na parede e o beijei com aquele beijo que eu deveria ter dado no Neto naquele lugar lá, mas que não rolou. Depois fui descendo e beijando o corpo dele até chegar no cacete já babando o qual abocanhei até tremer. Me deliciei com aquele cacete durante minutos inteiros, o saco dele também me enchia de tesão e nós queríamos mais. Voltamos a nos beijar com mais força, uma pegação mesmo cheia de calor. O tesão exalava de nossos corpos mas não podíamos correr o risco de ficar ali até que ele me olha e pergunta.

– Afim de ir para um Motel que tem aqui na estrada?

– Hum. Se for seguro e não for arriscado que nos vejam entrando…

– Bem. Deve ser tranqüilo e estamos de capacete, distantes da cidade.

– Bom, tudo bem então. Vamos nessa.

Ele me beija parecendo bem feliz e ansioso, eu também estava porque nunca tinha entrado num Motel e muito menos transado com ele pra valer ainda, ia ser show. Frio na barriga, ele colocou a camisa molhada mesmo e eu a minha, capacetes, botei a mochila entre nós dois e fomos. Uns minutos depois chegamos num motel que parecia bom, entramos e no portão nos deram uma chave, suíte 0811. Colocamos a moto na frente da suíte, numa espécie de garagem e entramos, o ar condicionado já estava ligado e fazia frio. Nunca tinha entrando mesmo num motel, talvez o primo já. Estávamos bem molhados e no quarto tinham umas toalhas porém sempre ouvi falar que não se pode usar toalha de motel mas teríamos que fazer esse sacrifício.

Ele tirou a camisa e jogou em mim, segurei e cheirei ela para ver a reação dele. Ele me olhou com uma cara de safado e indaguei.

– Seguro usar essas toalhas?

– Bem, acho que sim. Mas é melhor do que pegar uma pneumonia.

– É, faz sentido.

Começamos a nos enxugar, olhei e fui até ele e comecei a enxugar seu corpo que me segurou e meu deu um beijo mais gostoso ainda. Comecei a tirar a calça dele e ele a minha até ficarmos de cueca e os nossos paus duros como pedras. Empurrei ele para a cama e ui pra cima e tirei a cueca dele e fiquei olhando ele ali, deitado, de pau duro, pernas abertas à minha espera. Segurei sua cueca e pensei: “Essa é minha”, fiquei em cima dele e ele foi tirando minha cueca. Depois puxou minha cintura para bem perto do rosto dele e abocanhou meu pau. Caralho, que boca! Como chupa gostoso, caraca, fui ao teto com aquela boca dele me chupando. Comecei a tirar e colocar meu pau na boca dele que estava babando já enquanto isso ele ficava pegando na minha bunda e passando o dedo ao redor da minha entrada.

Me virei ainda com o pau na boca dele e comecei a chupar o dele, todo melado também. Lambia e chupava aquele cacete seguindo a cadencia dele, um belo 69 esse que fizemos. Enquanto ele me chupava, começou a meter o dedo dentro de mim e aquilo me deixava doido, cada vez que ele colocava, sentia uma dorzinha e gemia. Ele dava beijos e lambidas e me fazia tremer de prazer e tesão do caralho, ainda ficava colocando e tirando e dedo. Já estava quase gozando até que ele só me me virar, colocou uma camisinha e me sentou em cima do seu cacete, que foi fundo dentro de mim. Soltei um gemido que logo foi abafado com um beijo longo enquanto eu ficava parado me acostumando com ele.

Logo depois começou a entrar e sair, apoiei minhas mãos nas pernas dele e fiquei subindo e descendo enquanto ele me punhetava. Tava muito bom aquilo tudo, muito bom, mas não estava conseguindo segurar o leite. Tava excitado demais. 

– Cara, to quase gozando… Tá muito bom isso.

– É mesmo é? Tá gostoso ta?

– Muito cara… Muito…

– Então goza pra mim vai… Goza…

Ele não tirou a mão do meu pau e me punhetou com mais força enquanto metia mais fundo, não agüentei e gozei como nunca, gemendo e gozando. Que coisa boa aquilo tudo, fiquei ali parado um pouco olhando para o teto e depois para ele, que tinha dado uma parada e estava todo melado de leite, tinha até no seu rosto. O peitoral estava todo melado também, ele ri.

– Que gozada cara? Show de bola, to todo enleitado.

– (risos) Pois é…  – Ainda com ele dentro de mim, me aproximei do seu rosto e lhe beijei. Depois, vendo que tinha leite em sua bochecha, lambi, nunca tinha feito isso, mas fazia para ver a reação dele.

– Safado você  hein?

– Só por você.

Ele me beijou de novo e e abraçou forte, me melando também. Depois deu um jeito e me colocou de frango assado ainda me beijando, estocando. Cada estocada ia mais fundo e seus movimentos foram ficando cada vez mais rápidos e gozou tremendo, desabando em cima de mim suado. Achei aquilo tão gostoso que fique esperando ele descansar alisando sua bundinha com pelinhos bem colocados até ele se jogar para o lado e tirar a camisinha. Me levantei e joguei no lixo, mas reparei que tinha muito leite ali, pena que não foi todo em cima de mim, mas foi show.

Peguei uma maça e uma bandeija com umas que tinha na mochila e voltei para a cama com ele. Antes, fiquei alguns segundos admirando ele mais uma vez. Que cara lindo o meu primo, só meu.

Me sentei ao seu lado e lhe ofereci uva.

– To tão cansado…

– Hum, quer na boquinha é?

– Quero…

Lindo. fui colocando as uvas na boca dele. Meu pau ganhou vida de novo e o dele também, cada uma era um beijo. Depois ficávamos nos chupando de vez em quando.

Deitei com a cabeça em seu peito e ele me pergunta:

– Já tinha vindo num Motel antes?

– Não.

– Nem com mulher?

– Também não.

– O Neto nunca quis te trazer?

Levantei um pouco a cabeça e fiquei olhando para ele sério.

– Ah ta bem ta bem. Desculpe, foi mal.

– Ainda bem que você  sabe e a resposta também é não.

– Acha que estamos indo muito rápido com as coisas?

– Não. Ate porquê eu queria muito com você, te conhecer mais e melhor. 

– Hum. Safado e gostou?

– Sim… De cada parte, das que via, ainda mais. Das que eu não via, estou me apaixonando.

Beijei e lambi o pau dele que estava latejando enquanto voltamos a nos beijar comigo por cima dele. Mas eu queria outra coisa, olhei para ele e ele entendeu.

– Você  quer?

– Quero, muito, mas só se você  quiser.

– Por você  eu quero.

– Voltei a beijar ele com mais força e era a minha vez agora.

Queria que ele curtisse aquele lance e fiquei por cima dele, o beijando, sugando sua língua como se ela fosse uma picolé ou algo parecido. Depois fui descendo em direção ao seu cacete babado já e chupei ele com força, parecia um bezerro desmamado. Fui descendo para seu saco, lindo, daqueles que as bolas não ficam tão próximas ao pau. Suguei cada bola e coloquei aquele saco todo na boca e fui descendo. Levantei suas pernas e seu buraquinho envolto em pelos, piscava pra mim. Beijei e mordi suas nádegas, dando uma lambida no buraquinho ficando ali , com o dedo, passando por aquela entradinha. Resolvi brincar com os dedos também, devagar fui colocando o dedão. Fui colocando bem devagar e a cada movimento ele gemia e se tremia, não sei, talvez aquele buraquinho fosse virgem quem sabe. Não quis perguntar mas só de imaginar que eu seria o primeiro a entrar ali já estava me deixando mais excitado ainda.

Coloquei o dedo por completo e fiquei com ele ali, parado respirando forte. Depois comecei a tirar e colocar de novo enquanto se contorcia. Subi e, ainda com o dedo dentro dele, fiquei o beijando para ele relaxar, tudo estava indo bem e eu queria mais. Coloquei mais um dedo e ele tremeu, continuei beijando aquela boca linda e gostosa e comecei a dar estocada nele com o dedo, que gemia cada vez mais alto enquanto abafava com beijos.

Tirei meus dedos e coloquei meu pau que já estava todo melado, ele gemeu mais forte e fui colocando bem devagar. Comecei com as estocada mas queria extravasar apesar de saber que tinha que ir com calma. Fiquei entrando e saindo e ele gemendo, mas seus gemidos foram diminuindo e fui aumentando o ritmo das metidas. Depois de um tempo, coloquei me deitado e pedi para ele sentar.

– Safadão quer que eu sente?

– Sim cara, faz isso por mim, vai?

Ele ficou ali, alisando meu cacete talvez com medo mas foi em frente. Segurou meu pau e ele mesmo foi colocando. Delicia, muito gostoso aquele buraquinho. Tava com dúvidas mas só de desconfiar que eu era o primeiro a entrar ali me deixava cada vez mais tarado, comi ele sentado em cima de mim. Depois coloquei ele de frango assada e era muito bom comer aquele cara ainda mais olhando nos olhos dele. O tesão estava acabando comigo tanto que depois eu comi ele de ladinho mas já não estava mais aguentando. Me deitei e pedi para ele se sentar, que delícia. Aquele cara lindo, ali, comigo dentro dele, porra do tesão. Me levantei, o agarrei e ficamos nos beijando, colados e grudados um no outro. Com o cacete dele rosando em minha barriga, rapidamente ele gozou. Caraca, ver ele jorrando aquele leite branquinho foi a gota d’água. Gozei dentro dele e pareciam que eram litros e litros, gozei como nunca. Depois o agarrei e voltei a beijar aquele cara que era meu, só meu. Meu!

Depois ele se inclinou para trás comigo ainda dentro dele. Meu cacete não queria sair dali e fiquei brincando com seu esperma. Colocava no dedo e fingia que bebia, fingia que passava a língua e ele ali malucão ainda com muito tesão. Ele se levanta e meu cacete escapole. Ele vem ao meu lado, se deita e ficamos nos beijando num momento mágico o qual não queria que terminasse nunca.

Fomos tomar banho, os dois ali como se isso já fosse algo comum. Eu o lavei enquanto ele me lavava e fomos para a cama, deitar agarrados. Passava um filme de um sujeito comendo uma vadia, o pau do cara ate era bacaninha. Ficamos assistindo o filme e rindo. Eu quase acabo dormindo, mas ele me alerta:

– Temos que ir embora. Já está bem tarde cara!

– Caralho. Pois é, tinha até esquecido disso, mas eu queria ficar mais com você, só eu e você.

– Aqui?

– Bem, se esse é o único lugar em que poderemos curtir assim, prefiro ficar.

– (risos) Maluco você  carinha, maluquinho mesmo.

– E cada vez mais maluquinho por você .

– Eu também. Te amo! Não esquece disso, eu te amo.

Eu fiquei com medo de responder algo assim, tão forte. Medo mesmo, mas ao invés de dizer algo, apenas o beijei. Não me cansava nunca daqueles lábios lindos, que boca gostosa aquela.

Mas tínhamos mesmo que ir embora. Só que eu precisava pedir.

– Posso ficar com sua cueca? – Ele me olhou assustado.

– Como?

– Isso mesmo que você  ouviu. Posso ficar sua cueca?

– (Risos) Você  está falando sério?

– Sim sim, muito. Tenho um lance muito sério com caras safados e suas cuecas, to afim de ficar com a sua – Ele apenas riu.

 Tudo bem, pode ficar, mas que lance é esse de curtir cueca?

– Sim. Eu curto muito manjar os caras só de cueca, me deixa cheio de tesão.

– Hum. Bom, mas você  tem cuecas de outros caras também?

– Na verdade, a sua é a segunda – Talvez eu não devesse ter dito essa parte, mas não quis mentir para ele. 

– Então a outra seria a do Neto?

– Sim, a primeira.

– Mas você vai ficar com as duas? – Eu sei bem qual foi o sentido em que ele falou. Tipo, ainda vai ficar com ele.

– Não (menti). Vou devolver. Não faz sentido eu ficar com algo dele ainda, eu acho – Ele ficou pensando mas depois aceitou.

– Tudo bem. Pode ficar com ela, mas eu vou ter que ir pra casa com o cacete solto?

– (Risos) Posso ir segurando, se você  quiser.

– E como faria isso? – Aproveitei que ele ainda estava nu, fui por tras dele, coloquei a mão por baixo do seu saco e fiquei segurando.

– Desse jeito.

– Ah cara. Desse jeito vou ficar excitado de novo.

O pau dele já estava ganhando vida. Que pau lindo, era meio torto para a direita e tinha uma cabecinha bem vermelha. Já o pau do Neto tinha a cabecinha arrebitada para cima e que cabeça linda. A título de curiosidade, o pau do Alan era normal reto, igual ao meu, mas o dele tem a cabecinha bem rosadinha.

Nos vestimos e ele foi pagar, por uma janelinha que se abria quando nós tocamos o telefone. Depois, com os capacetes, saímos e fomos para casa. A chuva era bem fraquinha e já dava para irmos. Durante a viagem ainda fiz o que disse, dei um jeito e coloquei minha mão por dentro da calça dele o que ele não esperava, foi show de bola.

Chegamos em minha casa por volta da meia-noite. Abri o portão, ele guardou a moto.

– Afim de entrar?

– Não, não! Já é bem tarde. Afim de ir pra casa, descansar.

Mas ele falou ao meu ouvido: “Só entraria se fosse para passar a noite com você … A noite toda”

Ele sussurrou aquilo e fiquei sem saber o que fazer. Eu até queria mas, ia ser estranho. Ele percebeu a minha situação e riu.

– Relaxa. (No meu ouvido): Já tive você  o bastante por essa noite. Descanse que amanhã, quem sabe, não repetimos a dose?

Eu sorri. Cara doido e me deixando maluco. Resolvi retribui e sussurrar ao seu ouvido: “Espero que você  tenha curtido!”

– Curti muito, muito mesmo. Você  nem imagina o quanto eu queria isso? Valeu

Fiquei feliz com sua resposta. E ver dando aquele sorriso lindo era sinal de que falava a verdade. Bacana. Mas tinha uma coisa ainda que eu queria saber.

– (Sussurando): Você  era virgem? Assim… sabe?

Ele me olhou bem sério. Até cheguei a me arrepender do que perguntei. Ele ficou me olhando, calado mas depois, com o lindo sorriso, responde:

– O que você  achou? – E foi rindo até o portão. Depois, olha para tras e acena.

– Boa noite. Até amanhã – E saiu. Esse carinha me deixou sozinho e com a pulga atrás da orelha. Se ele não fosse tão lindo, eu ficaria chateado com ele.

Quando eu falo lindo, é porque eu o achava lindo. Ele tem uma marquinha no rosto, tipo um arranhão. Não sei se ele curti essa marca mas eu curtia… e muito. Dava ele um ar diferente e esse meu primo tinha uma orelha menor que a outra. Ele passou por muita zoação por causa disso.

Fiquei ali, esperando ele sumir. Uma moto passa e para em frente a minha casa. Fico assustado e dou uns passos para trás. Era o Neto, ficou parado e olhando.

– Bom, saber! – Surpreso, pergunto.

– Bom saber o que?

– Hahaha. Não se faça de desentendido, bom saber do casinho de vocês.

Caraca, quase caio para trás nessa hora. E se alguém tivesse ouvido isso? E se minha mãe estivesse acordada? E se meu pai? Aquilo me deixou transtornado e com raiva. Fui mais perto do portão e falei para ele, quase sussurrando.

– Isso não é de sua conta, cara! – Ele fingiu que não ouviu.

– Bom sabe do casinho de você s! Bom saber!

E saiu cantando os pneus. Fiquei enfurecido com isso, quem ele pensa que é agora? Meu dono? Isso não pode ficar assim, não pode mesmo. Vou ter que dar um basta nisso. Entrei pra casa!

Continua…

Nota: Galerinha, o conto está chegando a sua reta final… Acreditamos que mais cerca de 3 episódios venham até lá, não temos como prolongar porque a história é real. Não esqueçam de comentar! 😀

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22 comentários

Comente
  1. mrks

    Agora mais três dias de ansiedade para ver o desfecho desse conto. Está sensacional rsrsrsrsrs!!! Um dos melhores até agora!!! Torcendo também para um final feliz. PARABÉNS King!!!

  2. Vitor

    Acompanho essa história desde o início, confesso que torcia pro Neto mas depois da burrada que ele fez… e então aparece esse primo, o Matheus, que realmente parece amar o Henrique e torna essa história muito melhor. TODA A FORMA DE AMOR VALE A PENA! Parabéns essa história é deliciosa e é uma pena mesmo que esteja acabando.

  3. Vagner

    pow que foi isso? nossa que shows! nossa..amei
    ta super bommmmm!
    ai ja ta perto de acabar?????NÃO!!!!!
    Ai conta todos os detalhes mesmo viu…
    ansioso.


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