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[Conto KING] O grande segredo do Felipe, o gato da turma – Final

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A casa que o Felipe morava na periferia era bem velha. Muro alto com pintura descascada e portão de aço oxidado. Dentro os móveis eram antigos, sofá rasgado com um lençol por cima, TV de tubo com um aparelho de DVD que já poderiam ocupar lugar em algum museu de tecnologia.

O que tinha de mais novo – e até se destacava na casa – era um aparelho de som que provavelmente o Felipe havia comprado.

Parte 1Final

Embora a visão da casa dele fosse bem decadente, a família dele me recebeu com um carinho sem igual. Conheci a avó, a irmã e o pai dele. A mãe estava trabalhando. Ele me apresentou como um amigo da FOC, e que íamos estudar farmacognosia. Pediu para não sermos incomodados. Essa deveria ser a desculpa para fazer os shows, pensei.

 

Fomos para o quarto dele e o meu coração palpitava com a expectativa. Ao entrar no quarto foi como entrar em um universo paralelo. O quarto estava alheio a toda decadência do resto da casa. Era bem pintado, com uns pôsteres do Iron Maiden grudados na parede. Tinha ar condicionado e uma estante com vários livros. A cama era King Size e um senhor computador estava virado para o lado dela. Entendi a disposição.

Ele puxou uma cadeira e colocou do lado do computador, de modo que eu pudesse ver a tela mas não fosse visto pelos internautas. Trancou a porta do quarto e depois voltou para colocar uma música. A discografia da Katy Perry no modo aleatório.

– Essa música de viado é pra agradar a clientela. Já tentei fazer com Iron Maiden, mas não funcionou.

Eu ri.

– Sua família não acha estranho você “estudar” ouvindo música nessa altura?

– Sempre fui assim.

– Serião?

– Serião.

– Pois eu não consigo estudar assim…

– Ainda bem que você não veio aqui para estudar, né?

E deu um sorriso safado pra mim. Filho da mãe! O modo puto já estava ligado e o que ele falou e a cara que ele fez me acenderam na hora!

Felipe entrou no site do Cam4 e foi me explicando como fazia, mas eu não tinha ouvidos para as instruções e só fazia suar frio. Como estávamos sentados bem perto um do outro, podia sentir o cheiro dele me tirando ainda mais a atenção. Como ele ia ficar nu na minha frente, não tive pudor em perguntar:

– Mano, que perfume você usa?

– Haha, cê curtiu? É o Lacoste Blanc, tá ali na estante, vê lá!

Levantei e fui até a estante. Peguei o perfume e borrifei um pouco no meu pulso. Cheirei. Era uma versão concentrada do Felipe que eu levaria para cheirar em casa. Aquela experiência toda, as sensações, os acontecimentos, eram muito surreais para mim.

– Brother, preciso me trocar! – Felipe falou para mim.

– Você quer que eu saia?

– Ahh, deixa de bichisse, Daniel! Você vai ver coisa pior.

O Felipe achava que aquilo ia ser um martírio para mim. Coitado.

Ele foi até o guarda-roupa e escolheu uma camiseta, uma bermuda e uma cueca boxer vermelha.

– A coisa começa desde de a escolha da roupa e, principalmente, da cueca. Mesmo que muitos já tenham me visto antes, o sucesso dessas coisas que eu faço está na expectativa que eu crio.

“Do mesmo jeito que estava fazendo comigo, né safado?”, pensei. Ele tirou a camiseta e exibiu o abdômen branco, largo e definido. Não era daqueles sarados de academia, mas exibia os músculos definidos de quem faz atividade esportiva. Uma delícia!

Felipe passou a mão pelos músculos do abdômen de maneira instintiva, era quase um tique. Eu segui o movimento com os olhos. Ele prosseguiu falando e não pareceu se importar com a minha manjada.

– Uma depilação diferente, uma cueca diferente, jockstrap, essas coisas… Meu pau, minha bunda, meu corpo, não mudam. Por isso tenho que investir nos acessórios. Diz alguma coisa mano!

Fiquei imaginando de que tipo de acessórios ele estava falando. Mas isso não podia dizer kkkkkk.

– Cara, você aprendeu tudo isso sozinho?

– Fui descobrindo com o tempo. Alguns deles eu tenho adicionado no skype, então eles me dão dicas também.

Sem nem me avisar, enquanto ainda estava falando, ele baixou a calça de moleton, exibindo sem pudor o pau mole caído sobre o sacão.

O pau era circuncidado, e mole deveria ter uns 10 cm!! Além disso o saco era grande, pesado, mas harmônico em relação ao pau. Ele tinha os pelos pubianos bem aparados.

– Que badalo esse aí, hein mano?

Felipe riu sem graça e ficou mexendo no pau e me explicando cada detalhe.

– O pessoal prefere que eu mantenha os pentelhos, do que me depilar completamente. Dizem que dá um contraste com o meu pau e saco brancos.

Ele levantou o pau mole e mostrou o sacão lisinho.

– Mas o saco eu depilo completamente, pois acho que fica melhor nos vídeos. Ele fica mais brilhoso quando passo minha saliva nele.

Caralho, que conversa era aquela??? Meu pau já estava duraço e eu sem saber como disfarçar.

– Você depila a bunda?

– Sabe que tem uns caras no pólo que depilam tudo, né? Mas pólo não é esporte de velocidade como natação. Particularmente não acho que faz diferença.

Ele virou e me mostrou a bunda. Era durinha e bem moldada. Bunda de homem é foda mesmo. Não era muito peluda naturalmente, mas dava pra ver que entre as nádegas, os pelos queriam sair. O cu deveria ser um ninho de pelos.

Depois da pequena exibição, Felipe colocou a cueca vermelha, a bermuda e a camiseta. Sentei no meu lugar e ele sentou numa cadeira. Disse que não ia usar a cama naquele dia.

– Então, como o show hoje vai ser relativamente curto e simples, vou propor para o pessoal um jogo valendo 200 tokens, que é tipo a moeda do site. Isso vai dar uns 20 dólares.

– Só isso?

– Calma, o negócio é bem dinâmico. Dependendo do show a gente ganha mais ou menos. Mas faça as contas, se eu  ganhar 20 dólares por dia, no final do mês já terei mais que o salário mínimo!

Depois que ele me explicou todas as etapas até ele gozar e como cada token influenciava no que ele fazia, o show começou.

Ele foi dançando e conversando com o pessoal do site, e meu coração a mil. Ele sempre falava em inglês, independente da pessoa. E sempre soltava um thank you, quando ganhava um token.

Foi incrível ver aquele brutamontes gostoso pra caralho dançando na minha frente como se fosse um go go boy.

Quando alcançou a primeira cota, ele tirou a camiseta. Passou a mão pelo abdômen definido, do jeito que eu tinha visto antes, automaticamente. Pegou um pouco do cuspe e lubrificou um dos mamilos até ficar intumescido. Apertava os mamilos e mordia o lábio inferior ao som de teenage dream da Katy Perry.

Eu estava explodindo de tesão, mas não podia transparecer. Quase que dava logo os 20 dólares que eu nem tinha ali, para que ele gozasse só pra mim.

Outra cota foi rapidamente superada e ele tirou a bermuda fazendo suspense. O pau já estava duro na cueca vermelha e acho que era parte da estratégia para ganhar o público.

E que pau. Se mole já chamava atenção, duro e guardado para o lado esquerdo era quase uma arma letal. Era grande e grosso, um pau adequado para um homem do tamanho dele.

Ele foi se masturbando com a mão por cima da cueca, enquanto a outra percorria o resto do corpo. Ele adaptava os movimentos sensuais de acordo com o ritmo da música. Minha cueca já estava toda babada, ainda bem que minha bermuda era de jeans.

Provocar era o tom. Ele puxou a cueca boxer de modo que apenas o pauzão ficasse coberto e acariciou os pelos pubianos com cuidado. Dava apertadas no pau e sacudia junto com a cueca, para mostrar o que aguardava os expectadores se mais tokens fossem dados.

Gostoso do jeito que era, logo logo ficou completamente pelado e com 150 tokens no bolso.

O cacete do Felipe era veiudo e meio torto para a esquerda. A cabeça ficou rosada e ele se masturbava usando as duas mãos como túnel. Volta e meia uma deles ele lambia e usava para lambuzar o saco de saliva, como ele havia me dito.

Ele nem olhava para mim, apenas batia uma devagar, apreciando o prazer e o dinheiro. Ficava de lado e de costas, fazendo movimentos como se estivesse penetrando alguém. O pessoal no cam4 ia ao delírio.

Felipe empurrava o pau para baixo e depois soltava, fazendo o cacete bater na barriga. Ficava brincando com a rola, como se estivesse descobrindo o próprio corpo.

Quando ele estava prestes a gozar, já passavam de 350 tokens. E foi satisfeito que ele jorrou porra no abdômen. A porra dele era ralinha, mas ele espalhou pelo corpo como se fosse um creme hidratante.

Depois que a transmissão terminou, ele se limpou e se vestiu, perguntou o que eu achei.

– Dá pra ganhar bastante dinheiro. –  falei, querendo dizer que foi uma das mais incríveis experiências da minha vida.

– Tá afim de fazer?

– Não acho que vou conseguir fazer um show tão bom quanto o seu.

– E se você fizer junto comigo? Eu posso te ensinar algumas coisas e duplas sempre chamam mais atenção. E nesse meio, mais atenção é igual a mais dinheiro.

Nem que fosse pra ser apenas uma vez, eu tinha que fazer um show com ele. Não me perdoaria se não fizesse.

E fiz.

Fim.

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Bom pessoal, esse é o fim do nosso conto que dessa vez foi em duas partes e é muito importante saber o que vocês acharam desse formato assim como do conto também. Comentem e coloquem recadinhos para o escritor. Não precisa preencher o campo website!

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23 comentários

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  1. Hbiatvo

    Sensacional!
    Porque não precisa, necessariamente, ter uma foda para ser excitante!
    É bom achar textos bem escritos que não caiam nas máximas: “tinha um pauzão e arrombou”, “virei ele e meti”, “doeu no início mas depois acostumei”, “quer pica putinha?”, e aquelas coisas todas que a gente encontra em qualquer esquina desta tal de internet.
    Parabéns ao escritor, conduziu bem, com um ótimo timming.

    E terminou na hora certa. A graça de um conto é a fantasia… e isso cada um floreia em sua mente.

  2. Currie

    Ta é bem excitante mas tem umas coisas meio estranhas, do tipo o cara mora na periferia, tem roupas de marca, celular top, tem uma cama king size, ar condicionado no quarto, um puta pc e faz faculdade particular. Mesmo supondo que ele faça estágio também, fica muito estranho, principalmente para a família, ver tanta coisa de uma hora pra outra. Além do mais pq ele não aluga um ap no centro pra ficar mais perto da faculdade já que ele tem grana? Eu sei que é um conto, mas podia ser menos exagerado em relação a isso, uma coisa mais real acho que seria muito mais excitante.
    PS: a bermuda jeans do cara é broxante

  3. Hitsugaya

    Muito bom. Prefiro contos assim, sem tanta putaria e que se aproximam mais da realidade. Se ambos são “heteros se descobrindo” não vai sair logo de cara fazendo tudo. É melhor que seja sensual antes. Continue com os contos. Parabéns.

  4. Womanizer

    Bem, eu adorei o conto. Achei realmente muito bom. O Alone sempre nos deixa de pau duro lendo suas histórias. Se futuramente fizerem um narrando como foi esse show em dupla seria ótimo. Mais uma vez PARABÉNS!

  5. Steferson

    Concordo com Hbiativo e Histsugaya: o conto assim fica muito mais interessante que uma explosão de expressões clichês do pornô. Ficaria muito feliz, por exemplo, em vê-lo em um livro… realmente vale “mais”, entende?
    Não acho que você precise de parabenizações, por sua escrita (que não é insegura), sei que você se conhece enquanto escritor, então o que posso dizer é: obrigado por compartilhar essa história realmente fantástica. 🙂

  6. Alguém Ai

    OQ FOI ISSO?! achei q almenos iria ter 3 partes, e que esse final me deixou muito, muito mas, muito curioso não pode ter acabado assim “E fiz” pelo amor de Deus!
    Agora eu quero q vc faça outro conto pra já! Estou muito ansioso :/


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