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Ramon, o advogado evangélico do rabo grande e gostoso

Trabalho na área de T.I. aqui em Curitiba, já tem anos, sou programador. Mas em meus cursos e com a vida, acabei aprendendo algo sobre manutenção de computadores.  Alguns amigos mais próximos me chamam pós-expediente para resolver pequenos problemas com vírus e instalações de programas. Meus amigos não tem coragem de enviar computadores para assistências, com tanta putaria gay nos notebooks deles, então eu arrumo.  Um amigo fala para o outro até que um dia meu telefone toca, atendo e percebo que meus serviços de manutenção estão se expandindo muito.

– Alo?!

– Oi?!

– É o número do Fernando?

– Isso, quem fala?

– É o Ramon, trabalho num escritório de advogados!

– Ramon…??

– Um amigo seu me passou o número, você faz manutenção Fernando?

– é…. não é bem manutenção Ramon, faço para alguns amigos, mas não sou da área técnica de reparos. Sou programador na verdade…

– Mas quem sabe você pode me ajudar!  Preciso de algo fora do expediente e não acho quem faça

– Bom, não prometo resolver, mas me conte o que é

– entendi… bom,  faço estágio em um escritório  e nosso sistema que controla os processos e faz agendamento de reuniões com clientes não pode parar durante o dia para manutenção…

– Entendi, ninguém nunca quer parar hahahahaha

– Pois é, e não podemos mesmo. Estou procurando alguém que venha até o escritório depois das 19:00 e saiba passar um bom anti vírus aqui, remova a bagunça!

– Poder eu posso, mas repito Ramon, não é  minha área, eu atendo amigos, mas sem saber ao certo o que faço algumas vezes!!!

– Sem problemas, eu prefiro arriscar …. e seu amigo falou muito bem de você, acho que vai tirar de letra

Finalizamos o papo e marquei para depois de dois dias ir até o escritório.

Passados alguns dias  sai do meu serviço e fui direto até uma das ruas próximas ao fórum da cidade. Me surpreendi com um lugar muito bem montado e na mesa da frente estava Ramon. O escritório já estava vazio, todas as salas apagadas, eram seis advogados no mesmo local. Ele, o estagiário de direito que cuidava de todos os andamentos de casos, agendava os horários com clientes, dava satisfações, recebia pagamentos e tudo mais! Era um faz tudo!

Ramon tinha estatura mediana, no máximo 1,70 , sem músculos aparentes, não era gordo, mas não era magro. Era o famoso “cheinho”. Tinha um rosto bonito, com barba por fazer. Era um ursinho, os braços cheios de pelos e eu imaginava como era o restante. De óculos, sério e preocupado em me explicar tudo, deixou sua bunda a vista várias vezes, e posso dizer, sem sombra de dúvidas, que bela bunda!

Sentei em frente ao computador e não é que resolvi?! Mágica feita, cliente feliz e ganhei uns trocos para torrar no final de semana.

Bom, do primeiro atendimento nasceram vários outros. Virou hábito Ramon me chamar, sempre depois do expediente. Eu peguei confiança nele e ele em mim. Os papos começaram a fluir. Soube que ele namorava tinha dois anos e estava noivo. Evangélico,  rígido, seguia regras das mais absurdas. Enquanto eu arrumava o computador ele ouvia hinos. Cantava, orava. Sempre concentrado em sua fé e eu concentrado em sua bunda grande. Era difícil ficar ouvindo os Hinos, logo eu acostumado com balada e música eletrônica.

Quanto mais  visitava a empresa, mais intimidade nos papos e eu comecei a ficar de pau duro sempre que ia até o escritório. Já no caminho me excitava, imaginando comer aquela bunda enorme sempre protegida por uma calça social justa.

Na penúltima vez que fui até lá, demorei, acertei três notebooks para ele e ficamos até as 23 no escritório.  Conversamos sobre tudo, ou melhor, quase tudo. Ramon estava ainda mais solto, falou da igreja, das suas obrigações com a fé, do seu trabalho com o pastor, da importância de Deus em sua vida, da paixão pela noiva e eu perguntei na lata se eles já tinham transado. Ramon tomou um susto, ficou sem jeito, disse que estavam se guardando. É claro que eu perguntei como ele conseguia e o papo rendeu muito. Ele sabia que eu sou Gay, não sou a miss que desfila por onde anda, mas não escondo as coisas, e quando ele perguntou eu respondi na lata. A resposta dele foi típica “Deus ama a todos”. Eu sorri e continuei meu serviço.

Depois disso, fiquei pensativo e não sabia ao certo se podia rolar algo. Em casa, me masturbava e imaginava fodendo o crente gostosinho. Não tenho grandes atributos físicos. Nada de corpo de academia. Mas meu pau latejava e eu sentia que Ramon podia querer algo. Às vezes temos mania de achar que todo querem algo, às vezes erramos, às vezes acertamos.

Então, na última vez que fui ao escritório, Ramon deu a brecha…

Era quarta-feira já passava das 20:30 quando eu apareci. Mais uma vez, o principal computador com problemas. Realmente eu nunca vi um escritório com tanto vírus!  Logo que entrei, o telefone tocou e Ramon foi até uma das salas buscar algo que pediram para ele. Eu sentei em frente ao PC  para iniciar meu serviço. Assim que dei uma geral visual no computador, notei um Pendrive Azul espetado na máquina que nunca tinha visto. Era um Pendrive desses bem pequenos com uma cruz desenhada.

Percebi ele voltar afobado porque eu estava no computador. Tampou com a mão o telefone e me disse “Aguenta aí Fernando!! Preciso encerrar uns processos e salvar o backup no pendrive”. Olhei para a tela, vi uns arquivos do Word e fui fechando eu mesmo para ele. Entre as janelas do Word fechada, estava a janela do pendrive. Quando a tela abriu, meus olhos arregalaram, a pasta chamava “Hinos Especiais”, e tinha muitas fotos do Ramon. De cueca, sem cueca, de pau duro, de pau mole, com o pau babando. Aquela cena, me deixou perturbado de tesão, meu pau ficou duro. Ele era mesmo uma delicia. Pau grosso, peludo, cabeçudo. Não era grande, mas era uma delicia de pau, branquelo com as veias aparentes, cabeça roxa. Em uma das fotos apareceu o que eu desejava, sua bunda, grande e peluda. Um ursinho tesudo de bunda arrebitada.

Ramon se aproximou, eu fechei a tela e fingi não ter visto nada. Ele desligou o telefone, se aproximou correndo do computador, disse que era melhor tirar o pendrive antes de fazer qualquer coisa. Eu disse  “tudo bem”, me levantei da cadeira para ele olhar e fechar. Ramon entrou junto comigo atrás da mesa dele, o espaço era apertado, meu pau duro roçou na perna dele. Fiquei sem graça e em silencio. Ramon também em silencio não comentou nada.  Aquela situação fazia meu pau latejar mais e mais. Ramon tirou o pendrive do computador, deu algumas instruções  e quando foi passar novamente por mim, esfregou de propósito no meu pau. Eu sem sabem o que fazer apoiei minhas costas de vez na parede, parado e ele roçando  a bunda em silencio. Ao mesmo tempo que era algo maluco, que era algo excitante, muito excitante.

Ramon esfregava a sua calça social, contra minha calça jeans surrada.  Apenas com as mãos apoiadas no balcão da recepção, e eu apoiado, em pé na parede. No estreito espaço o tesão aumentava, ele se esfregava em mim, num silencio total. Eu estava gostando, ainda que sem entender o que era tudo aquilo. Ramon deixou o pendrive em cima do balcão, puxou minhas mãos que   estavam perdidas sem saber onde apoiar na direção ao seu pau. Ele soltou o cinto da calça social e abriu o botão . Desci o zíper, coloquei minha mão  devagar dentro da cueca dele.  Que pau grosso! Que delicia, peludo! Estou acostumado com os caras que pego na balada, sempre raspadinhos. Minha mão agarrou aquela rola grossa de fé. Tirei para fora da cueca, masturbei ele, o saco peludo era uma delicia e com o dedo eu alisava a cabeça do pau  toda babada.  Eu já sentia minha cueca  melada e ele continuava esfregando na bunda gostosa em mim.

Era tudo muito estranho, não era um filme pornô, mas parecia, eu até ria , alguém esbarra e transa??  Era muito maluco! Eu estava com um tesão enorme e tentava entender aquilo tudo. Ramon permanecia em silêncio. Ninguém dizia nada! O escritório todo em silêncio e o único barulho eram dos carros na rua.

Ramon então, abaixou sua calça e me mostrou sua bunda deliciosa, grande e peludinha. Ele não olhava para o meu rosto e sua boca continuava sem dizer uma só palavra.  Olhei  e alisei a bunda gostosa e peluda dele. Era um tesão aquele traseiro.  Ramon  levou suas mãos para trás, abriu minha calça, desceu o zíper, tirou meu pau pra fora num  puxão só,  todo babado. Quando  alisou minha cabeça eu quase gozei. Ramon esfregava a cabeça do meu pau em sua bunda e eu notava que ele tinha certa experiência nisso. Não era um novato, virgem se guardando para a noiva. Virgem  no máximo era seu signo. Coisa que ele nem acreditava.

Ainda em silêncio, Ramon inclinou seu corpo no balcão do escritório, empinou a bunda e eu entendi o que ele queria. Em silêncio e ofegante, cuspi em minha mão e esfreguei no cuzinho dele. Que delicia, enfiei só o dedo, devagar , Ramon baixou a cabeça e respirou fundo.  Passei meu pau duro no cuzinho, senti piscar. Meu pau todo raspadinho e ele todo peludinho. Forcei,  quase gozei na entrada.  Eu estava com muito tesão, mas respirei fundo e continuei. Aos poucos meu pau foi entrando no rabo grande e guloso de Ramon. Entrou sem lubrificante, no começou enroscou, mas foi  e foi gostoso. Todo aquele silêncio, eu sentia meu coração quase na boca de tensão e medo com tudo aquilo.

O telefone começou a tocar novamente e ignoramos. Em silêncio e de cabeça baixa Ramon aguentava a rolada no cu, meu pau entrava e saía. Eu segurava a sua bunda gostosa e sentia meu púbis bater contra sua bunda. O barulho do meu corpo batendo contra o dele era o único ruído dentro do escritório.  Procurei o pau de Ramon e estava ainda mais babado de tesão.  Alisei a rola dele várias vezes enquanto metia até que ele segurou minha mão. Era a hora de parar. Mas não havia uma palavra qualquer, era tudo em silêncio.  Depois de  bombar alguns minutos, senti que ia gozar, deitei meu corpo em cima das costas de Ramon, meti forte, queria ir o mais fundo que pudesse. Passei meus braços por baixo do ombro dele e  o travei  contra meu corpo. Senti minhas pernas tremerem, gemi bem ao lado do ouvido dele,  meti com mais força e gozei.  Meu corpo tremia todo e o cuzinho peludo de Ramon  lambuzado, que delicia, meu pau latejava lá dentro e ele contraia a bunda me dando ainda mais tesão! Comecei a tirar o pau e voltei pra dentro com força, as pernas de Ramon fraquejaram e ele deu um gemido suave e gostoso.

Tirei o pau do cuzinho de Ramon, encostei na parede em pé, ofegante e o silencio era um regra, Ramon continuava quieto. Ele  se levantou devagar, sem me olhar e mais uma vez não disse nada, apenas puxou minha cabeça para baixo, era o sinal para o boquete. Ajoelhei fácil. Depois de comer aquele cu, não era difícil chupar aquele pau grosso dele.

Mamei gostoso o crente de rola grossa. Ramon foi ficando  cheio de tesão. Eu lambia e sugava a cabeça do pau dele com vontade. Sentia todo o sabor da baba do pau dele, que delicia. Durante todos esses momentos Ramon só disse uma palavra e foi antes de gozar. Eu chupava bem rápido e masturbava ao mesmo tempo. Ele começou a se contorcer, gemer bem baixinho. Foi quando Ramon disse “Perdão Pai, perdão”.  Então num ato inesperado, ele travou minha cabeça com as mãos. Foi violento e não tinha fuga. Fodeu minha boca duas ou três vezes no máximo. Ramon deu um tranco forte, senti o jato  de porra ir pro fundo da garganta. Quente, amargo, foram três jatos fortes e minha cabeça imóvel. Ele forçava, eu engasguei,  meus olhos lacrimejavam ,  tentava chupar e não conseguia, tinha apenas que engolir. Senti o pau dele começar a ficar meia bomba dentro da minha boca, seus braços então relaxaram, eu tirei minha boca toda lambuzada, fodida , melada, respirei e voltei a chupar ele até limpar tudo.

Me levantei. Ramon ainda sem me olhar, em  silencio fúnebre, vestiu a calça e eu também vesti a minha.  Eu nunca tinha comido ninguém em silêncio. Ramon saiu e foi até o banheiro, eu fiquei sozinho no escritório , sem saber o que fazer. Pensei, pensei. Sentei no computador e fui continuar o que eu fui chamado para resolver. Ramon voltou no banheiro, os olhos estavam vermelho de choro, sem dizer nada. Colocou um Hino evangélico e eu fiz meu serviço. Tudo em silêncio, ouvíamos apenas a música dizer “perdão Pai, sou fraco…”. Eu escutei e fiquei quieto.

Cerca de 40 minutos depois,  Ramon quebra o gelo finalmente e me pegunta ” Vai demorar?”, eu respondi que “não”. Era a primeira vez que ele falava comigo depois da foda gostosa que tivemos.  Acabei o serviço, avisei que estava pronto. Ele me pagou e  abriu a porta em silêncio,  sem olhar para os meus olhos outra vez.  Envergonhado talvez, evitava me olhar. Eu saí e ele  fechou a porta.

Nunca mais Ramon me chamou para ir lá e deixou de me responder no Whats, devo estar bloqueado. Mas a melhor parte é que cerca de um mês atrás, vi ele chegar na porta de uma balada Gay aqui  de Curitiba na madrugada, fim de festa. Ele me viu de longe, fingiu não me conhecer e eu fiquei na minha. Uns 20 minutos depois saiu com um cara no carro dele e foi embora. Nas redes sociais dele continuam as fotos de casal feliz e noivo virgem.  Ele já deve ter dado para muitos outros caras que vão lá fazer serviços fora de horário comercial e pelo jeito ir na balada de madrugada as escondidas é rotina.  Apesar desse tipo que ele fez, metendo em silêncio e com ar arrependido, eu  fodi gostoso o cuzinho peludo dele.  Meti sem camisinha, tomei leite, corri riscos. Mas foi muito , muito gostoso e faria tudo de novo.

Fim! 

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11 comentários

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  1. Maine

    Esse conto parece ser bem real. Conheço alguns homens como Ramon. Estranho. Dificil de assumir pra si mesmo. Vai constituir familia hétero e depois num certo momento da vida, não vai aguentar, vai sucumbir e sofrer um pouco mais. Independente disso um ótimo conto e mto bem escrito.

  2. Gato_Oriental

    Ohhh histórinha mentirosa, qualquer gay sabe se for dar o cuzinho sem antes se programar com a fomosa XUCA literalmente vai dar merda kakakakak


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