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Colega da natação

[Se te conto KING] Thomaz, o garoto idiota da natação – Parte 1

Colega da natação

Pessoal, depois do grande sucesso do Punhetei com meu colega de quarto hétero, o nosso querido autor trouxe mais um conto erótico para nos deliciarmos. Queremos saber o que você achou, então comenta lá embaixo para continuarmos! 

Foi numa braçada errada, nado costas, que nossos destinos se encontram. A piscina do clube era pequena, eu bati nele, ele bateu em mim e a confusão estava armada. Quando se é jovem tudo ganha proporções maiores do que realmente é.

Parte 1 – Parte 2 – Parte 3 – Parte 4 – Final

Eu e Thomaz resolvemos as desavenças numa conversa com o professor de natação, sobre amizade e tolerância. Estávamos cagando para o que o professor dizia e nada poderia mudar a antipatia mútua que havíamos conquistado instantaneamente.

A birra é uma coisa engraçada, em que se finge ignorar o outro, quando na verdade se está completamente atento ao que o outro faz. Durante um semestre inteiro sacaneamos um ao outro sempre que possível, deixando claro que não nos bicávamos.

Minha mãe sempre me buscava depois do treino, mas teve um dia em que o carro quebrou e meu pai, que trabalhava lá do outro lado da cidade, ficou de me pegar no clube. Resultado: fiquei de molho. Puto da vida, pois todos os meus amigos já tinham ido embora e começava a escurecer, fiquei nadando sozinho na piscina até que o professor de natação pediu para que eu saísse.

Naquele horário poucas pessoas ainda estavam no clube, que fechava às 19 h. Sabendo disso, fui tomar um banho no vestiário para estar pronto quando, sabe-Deus-quando, meu pai chegasse. O vestiário tinha mictórios, as cabines com privada, mas a parte do chuveiro era aberta. Geralmente tomávamos banho de sunga mesmo, por causa daquela vergonha que jovens têm de ficar nus na frente uns dos outros.

Quando entrei na parte dos chuveiros, qual não foi a minha supresa quando vi Thomaz, com o pau pra fora da sunga, fazendo movimentos de vai-e-vem no cacete completamente duro. Foi rápido, mas deu pra notar o pau branco de base grossa e cheia de pêlos que ia afinando até a ponta, numa cabeça bem rosada.

Percebendo a minha presença Thomaz empalideceu na hora e guardou o pau duro na sunga. Eu também fiquei sem ação e não consegui falar nada. “Colé muleque, cê é bicha?”, Thomaz falou, e saiu puto da vida do vestiário.

Tomei meu banho com a cabeça a mil. Pensar na cena me deixava com o pau duro, mas eu não conseguia entender o motivo dele fazer aqueles movimentos de vai-e-vem. Discretamente, olhando para todos os lados com medo de pagar um mico feito o Thomaz pagou, tentei fazer o mesmo movimento com o meu pau. Mas diferente do Thomaz, a cabeça do meu pau não saía de dentro da pelezinha, e quando eu forçava, doía. Aquilo virou um mistério para mim.

Na aula seguinte Thomaz não foi. Fiquei curioso de saber a reação dele quando me visse, embora provavelmente eu estivesse com mais vergonha que ele. O que ele falou, o lance de ser bicha, me afetou profundamente. Era algo que eu não era, não queria ser.

Thomaz faltou umas três aulas seguidas e eu comecei a achar até que ele havia desistido, quando ele voltou. Durante toda a aula ele não olhou para mim, mas isso estava ok, pois ele me odiava. De minha parte, a coisa tinha mudado. Já não odiava Thomaz e, na verdade, ele me despertava curiosidade.

Depois da aula, quando normalmente eu ficava jogando Pokémon no GBA com os meus amigos, dei um migué neles e consegui pegar Thomaz sozinho. “Mano, o que você tem contra mim?”, falei, meu coração querendo sair pela boca. “O que você quer? Já deve ter contado pra todo mundo o que me viu fazendo…” ele falou, com agressividade. “Não contei pra ninguém.”, eu disse como se estivesse pedindo desculpas por ter visto o que não deveria.

Ele ficou visivelmente surpreso. Pegou seus pertences e se afastou.

Na outra aula, eu que fui pego de surpresa, quando ao nos encontrarmos Thomaz soltou um “Oi Daniel!”. Ele nunca me cumprimentou na vida e, coitado, na primeira vez que o fez, ficou sem resposta kkkkkk.

Quando a aula acabou, ele veio me procurar. “Daniel, você curte Pokémon, né?” “S-sim”, respondi, sem ação. “Então, você já leu o mangá que a Conrad está lançando?”. “Já vi nas bancas, mas não li não.” Ele então tirou um exemplar da mochila e me entregou. “Lê aí, depois você me devolve.” “Valeu Thomaz”, falei, meio bobo com o que estava acontecendo. “Pensei que você me odiasse”, acabei soltando, sem querer.

“É, eu também!”, ele falou, dando um sorriso e indo embora.  Ele nunca me deu um sorriso na vida e, coitado novamente, na primeira vez que o fez, ficou sem retribuição.

Continua…

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18 comentários

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  1. Gerard

    MEUS DEUSES.
    Não da pra acreditar que vc nos deixou nessa curiosidade.
    Essa primeira parte já foi linda. PELO AMOR DE TODOS OS DEUSES QUE EXISTEM NESSA PLANETA, CONTINUE ESSE CONTO.
    Assim como o outro, muito bem escrito. Parabéns <3

  2. Alguém ai

    MDS! q texto maravilhoso, me entreteve do começo ao fim. O texto é muito foi muito bem escrito, e tbm deixou um “ar” de qro muito… muito mais!! E é claro q eu vou querer mais >_<

  3. Matheus

    Nossa! Seus contos são maravilhosos, ja senti uma comoção somente por esta primeira parte, espero que seja tão bom quanto o outro… e por favor, escreva rápido…xD

  4. Rodrigo Sabih

    Comecei imaginando adolecentes tipos uns 15/16 anos, bem na minha idade quando fazia natação, mas daí me deparei com um menino que nunca haverá punhetado, acho que faltou só faltou especificar idades.
    Texto muito bem construído, apesar do outro conto ter me chamado mais atenção.
    Skype: srdick20

  5. LucasRc

    Nossa fico imaginando a cara desse Thomas quando olhou e viu alguém vendo ele se masturbando kkkkk ( ate porque nessa idade realmente as pessoas são mt tímidas..nem todas huehuehue) E o Daniel então, além de ficar curioso, ficou todo bobo com o garoto q n gostava dele vir assim todo simpático kkkkk


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