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[Se te conto KING] Thomaz, o garoto idiota da natação – Parte 2

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Estávamos sozinhos nos chuveiros do vestiário. Thomaz, com o pau de uns 15 cm, duro para fora da sunga, a água do chuveiro deixando o seu corpo branco completamente molhado. Ele fez o pau, que estava apontando para mim, latejar sem usar as mãos, como que me chamando.

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Eu também estava com o pau duro para fora, a cabeça em formato de cogumelo encoberta pela pelezinha. Eu latejei o meu pau em retribuição. Ele riu, se divertindo com a brincadeira. Depois começou o vai-e-vem no pau dele, me incentivando a fazer o mesmo. Tentei, mas a cabeça do meu pau não saía. E a dor me desencorajou a continuar.

Ele então veio ao meu encontro e pegou no meu pau. “Pensei que você me odiasse”, falei. “É, eu também!”, ele falou, sorrindo. Na mão dele, a cabeça do meu pau saiu. Ele iniciou um vai-e-vem, e depois de um tempo, senti um prazer enorme…

Acordei assustado, percebendo que tinha sido apenas um sonho. Senti uma umidade entre as pernas e entrei em pânico, pensando que tinha mijado na cama. Para um rapaz na idade que eu tinha, seria uma vergonha para toda a vida. Ao perceber que a cama estava seca, mas minha cueca estava encharcada, corri para o banheiro para tomar um banho. Lavei minha cueca lá mesmo. Minha mãe estranhou bastante kkkkkk.

Só depois de muito tempo eu viria a descobrir o que eram sonhos molhados. Naquele momento, no entanto, estava mais preocupado em não ter voltado a fazer coisas de quando era criança.

Minha relação com Thomaz não poderia estar melhor. Li todos os mangás do Pokémon que ele me emprestou e descobri que o avô dele tinha uma revistaria. Depois dos treinos eu sempre me juntava a ele e aos amigos dele, o que deixou os meus amigos com ciúme. Como a natação era apenas nas segundas e quartas, trocamos números de ICQ e nos ficamos nos falando nos fins de semana, quando a internet discada era mais barata.

Cheguei a convidá-lo para minha festa de aniversário, o que minha mãe estranhou, dizendo “Ué, esse não era o garoto que você não gostava?”. Apenas ri constrangido e ela não falou mais nada. No dia da festa meus pais se encantaram com Thomaz, que era educado e inteligente, uma boa influência para mim na cabeça deles. Eu também estava encantado por ele, por ser espirituoso, sempre com uma piada pronta, ou uma careta engraçada. Carismático como ele era, conquistava todos ao seu redor. Tudo aquilo que me irritava nele antes, me encantavam agora.

Descobrindo que no caminho para a casa de Thomaz, os pais dele passavam por perto da minha casa, meus pais começaram a deixar que eu pegasse carona com eles. Facilitava e muito a vida dos velhos, principalmente da minha mãe, que tinha que se virar nos 30 para dar conta de me buscar na natação. Como Thomaz era sempre o último a ir embora, os pais dele também gostaram da ideia, pois eu poderia fazer companhia ao filho deles.

Nos tornamos melhores amigos de natação. Depois das aulas, quando não estávamos jogando GBA, Tazo ou qualquer outra bobagem, ficávamos na piscina brincando.

Certo dia, quando apenas eu e ele estávamos dentro d’água e o professor de natação estava longe, eu tomei coragem para perguntar: “Thomaz, o que era aquilo que você estava fazendo naquele dia no vestiário?”. Ele ficou pálido e falou “quando?”. “Naquele dia, pow!”, falei, sem querer entrar em detalhes. “Ahh!”, ele soltou, fingindo que tinha entendido apenas naquela hora. “Você não sabe?”. Ao que eu respondi “Não, o que é?”. Ele me pareceu aliviado e deu um risinho safado. “É punheta, pow!”.

Minha cara de interrogação fez ele prosseguir “É tipo transar, só que com sua mão, daí depois de um tempo você goza e sente um prazer danado!”. “O que é goza?”, perguntei. “Nossa mano, nem isso você sabe?” e ele riu. Quando viu a minha cara, ficou sério novamente. “Ahh mano, não sei explicar direito, é tipo quando você fica fazendo vai-e-vem com o seu pau, e depois sai um líquido do seu pau e você sente uma sensação boa.” “Como você aprendeu essas coisas?”, perguntei. “Um primo meu me mostrou umas revistas e me disse como fazer.”

Estávamos na borda da piscina, um de frente para o outro. Vendo o meu estado através da água, ele deu uma risada e falou “Eita, ficou de pau duro mano?”. Meu pau estava marcado na sunga. Thomaz também estava excitado, e a ereção dele era tão forte, que deixava uma brecha na sunga por onde os pêlos começavam a aparecer. “Você também, ué!”. “É que faz um tempo que não bato punheta”, ele falou, apertando o pau duro por baixo da sunga.

“Não vai sair da piscina desse jeito, mano!” ele falou, mexendo no meu pau com o pé. Eu ri sem graça e retribuí dando um chutinho no pau dele e falando “Você também, ow!”. Ele riu, mas não continuou com a brincadeira. “Vou trazer uma revista pra te emprestar, daí você tenta bater uma punheta em casa.”.

Não estava acreditando naquilo. O garoto que um dia odiei, ia me ensinar a bater punheta. A ansiedade me acompanhou até que nos encontrássemos novamente, na aula seguinte.

Continua…



14 comentários

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  1. Vagner

    Nossa! Nossa! UAUUH!!! Adorei, sonhos molhados *-*
    muito exitante, esse suspense é de matar, meu pau aqui ficou duro rsrsrs.
    Parabéns! 😀

  2. Rodrigo Sabih

    Voltei no outro conto pra vê se eu tinha perdido alguma parte hahaha Vi que era um sonho, muito legal.
    Um texto na 1° pessoa que se passa no passado, bem legal isso. Até fiquei excitado nesse fim, lembrando dos meus colegas da natação e de como eu ficava de pau duro as vezes dentro d’água… Bons tempos!
    Skype: srdick20

  3. Gerard

    Você faz de proposito ne ? PUTA ansiedade. Tava há dias esperando esse conto, e só fiquei com mais vontade de ler. Falar de aprender a ”punhetar” é muito nostálgico. Muito tensão esse conto. PELO AMOR DOS DEUSES, continua essa história.

  4. Alguém ai

    Como sempre uma boa história, vai melhorando a cada dia e o suspense só tente a aumentar né? Adorei a inocência do personagem >_< isso me fez gostar mais dele U_U mas enfim Qro uma 3º parte. Hummm Daniel seu safadinho =P


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