Tudo aconteceu na casa do Rogério, meu melhor amigo – Parte 1
Nota do Autor: Olá! Gostaria de publicar um dos contos que eu escrevi e que ficou como um dos mais lidos de uma antiga comunidade por vários meses. Na época, o conto foi “picado” demais para encaixar no espaço disponível (mesmo sendo dividida em duas partes). Vou postar a história aqui, dividida, mas não mutilada! Espero que gostem! Abraços!
Eu sempre fui muito falador e extrovertido, desde guri. Conhecia muita gente com facilidade, não que fosse popular ou o “pegador”, até por que sempre fui magrelo, mas era o bagunceiro das turmas que estudei.
Mas também nunca fui mau aluno! ‘Tá… médio!! Precisava estudar, e sempre marcávamos uns nas casas dos outros para estudar antes de provas, testes e apresentações.
Cara de pau que sou, adorava marcar trabalhos na casa de um amigo meu, Rogério, que tinha piscina em casa! Claro que chegava cedo, a mãe dele que tinha muita afinidade comigo, sempre me preparava um lanchinho e me deixava ficar na piscina até a hora de estudar!
Com isso, comecei chegando uns 40 minutos a uma hora mais cedo que o combinado, depois de um tempo chegava de manhã quando marcávamos à tarde! Tomava café a almoçava na casa do Rogério! E assim os anos foram passando e nossa amizade fortalecendo.
Com 16, 17 anos, era tão” habituê” da casa que já era convidado para festinhas de primos do Rogério e tudo mais, e o frequentador mais assíduo da piscina da casa!
O Irmão do Rogério, Roberto, tinha seus 22 anos nessa época, estava na faculdade e era nosso ídolo!! O cara legal, que morava noutra cidade, bebia e festava muito! Claro que ele não tinha muito papo com a pirralhada, mas contava suas histórias de vez em quando. E aí que a coisa começou a mudar, pouco depois do meu aniversário de 18 anos.
Nem me lembro quando foi que comecei a sentir alguma atração por homens, mas acontecia e eu nem dava muita atenção. Tinha amigos que haviam assumido sua homossexualidade e não via problema com isso, até considerava a hipótese, mas não dava muita atenção. Com 18 anos recém completados, até esbarrar numa folha de mato causa ereção, então, a meu ver, tudo era normal.
Neste ano ficamos, eu e Rogério, retidos em Matemática. Tínhamos uma única chance de escapar, e eu estava desesperado, pois não entendia nada da matéria (estatística) e já estava matriculado no curso de comissário de bordo em São Paulo, um velho sonho meu!
Então estudávamos quase todo dia, uma rotina estressante mesmo! Meus amigos estranhavam nosso sumiço, mas a coisa era muito séria, ainda mais quando o Rogério passou no vestibular!! Era agora ou agora!!
Tinha um amigo nosso, Fabiano, que era gay assumido (para os amigos) e que tinha uma forte atração pelo Rogério, que até esboçou algum ciúme do tempo que passávamos juntos. Depois de bater nele um pouco, como um bom amigo faria, disse-lhe que não tinha nada a ver, sabia que ele era bonito, mas se não fôssemos irmãos, talvez, mas não dava, seria incestuoso! Isso se eu fosse gay, o que não era…
Realmente Rogério era (e ainda é) um rapaz muito vistoso! Alto, ombros muito largos, bem mais desenvolvido que todos nós, bastante peludo, aliás! A prática constante de esportes o deixaram com uma aparência bem mais madura, eu, que só o acompanhava nas aulas de natação, sequer chegava aos pés de sua forma física, mal começara a pegar alguma massa muscular nessa idade!
Eis que no sábado que precedia a semana de testes, o stress chegou a níveis espetaculares! Lá fui eu, 8h30 da matina, à casa do Rogério, já de mala e cuia (mesmo, como bom gaúcho!) pegar uma piscininha antes de estudar! Sabia que ele não estaria em casa por que havia ido visitar a avó que morava no interior, mas chegaria à tarde. A empregada ou o pai dele deveriam ter ficado em casa, se não, pularia o muro… normal!
Toquei a campainha e quem abriu a porta foi Roberto, irmão mais velho do Rogério, com uma cara de sono e de ressaca lascada! Nem perguntou nada, só falou “entra aí, meu irmão chega lá pelo meio dia” e capotou no sofá!
“’Tá bonito, heim?” pensei! Grande, corpulento… Era “artístico” aquele monte de pele e pelos largados sobre o sofá claro da casa, enrolados numa manta escura, quase como o cabelo dele… Ok, ataquei a geladeira e fui à piscina.
Algumas horas nadando, comecei a sentir o sol incomodar, claro, nem pensei em protetor solar. Saí da água e fui ao banheiro do andar superior pegar protetor solar. Quando dei por mim, vejo o Roberto na porta, de sunga.
“Dae Piá! Já ia pegar uma toalha e te acompanhar na piscina!”
“Pode pegar, entra que já ‘tou terminando!” disse enquanto passava protetor no rosto. – Ele pegou a toalha e parou.
Me olhou de um jeito até nostálgico, de quem me conhecia desde piá (criança), mas um pouco estranho, e falou “você cresceu, heim, guri! Aposto que já ’tá aprontado bastante!”
“Ah… tava! Agora é estudar, se não perco a matrícula no curso de Comissário!”
“’’Tás a fim de ser comissário?? Que legal! Viaja bastante, trepa bastante…”
A essa altura já estranhei o rumo sexual do papo, mas mantive-me frio, se bem que demorei a passar o tal protetor no rosto, depois passei novamente nos braços… para proteger melhor a pele, claro!
“Vai, me empresta o protetor que eu te ajudo, se não tu fica aí até amanhã!”
Ele tomou o frasco da minha mão e espremeu o líquido frio nas minhas costas!
Instintivamente me contraí! Abaixei a cabeça e as costas para tentar evitar o choque térmico, claro, quando me dobrei, acabei encostando o traseiro bem na mala do Roberto!
Ele me segurou por um ombro com uma mão e, com a outra, começou a espalhar o protetor nas minhas costas. Não disse uma palavra sequer, estava assustando sentindo aquele volume rígido entre as minhas nádegas e minha própria excitação, que não conseguia controlar.
Ele também não disse nada, mas sentia seu membro forçando sobre mim aos poucos, então soltei um suave suspiro.
Ele riu discretamente, soltou a mão que me prendia pelo ombro e deslizou, com ajuda do creme, pela lateral esquerda do meu corpo, até minha cintura, e continuava puxando-me contra ele.
A mão que espalhava creme pelas minhas costas desceu em movimentos ondulatórios até entrar pela lateral da minha sunga e chegou às nádegas. Ele espalhava o creme com sofreguidão, apertando-me e já ofegante, nessa hora, senti que havia abaixado minha sunga.
Eu ainda estava estático, apenas tentava manter a respiração, quando senti o tórax musculoso e peludo dele sobre minhas costas e um bafo morno na minha nuca, que me causava cócegas pela barba serrada do queixo dele!
Esbocei uma contorção pelo arrepio quando senti, finalmente, o membro dele entre minhas nádegas, acariciando meu ânus. Então parei, apesar dos arrepios, então Roberto passou o braço pelo meu peito e sussurrou na minha orelha apenas um sibilo: “Psiiiiiiiuuuu….”
Senti então como se me rasgasse! Seu Pênis grosseiro invadiu meu corpo sem dó! A dor só não era maior que o prazer que senti, mesmo assim, procurei fazer o menor ruído possível. Queria pensar, mas não conseguia… “Camisinha! Ele está de camisinha?” pensava, mas não conseguia falar! Concentrava-me no meu imensurável pavor, na minha dor e no meu prazer!
As fortes estocadas daquele touro pareciam não ter fim, senti-me gozar espirrando meu sêmen pela pia e no chão em poucos minutos. A essa altura já gemia alto e nem lembrava do grande medo que senti, e Roberto não parava, socava mais e mais forte. Ele me abraçava, até que urrou e me apertou! Sentia seus mamilos nas minhas costas, tão rígidos quanto seu falo, que pulsava dentro de mim.
Ele manteve o abraço mais algum tempo enquanto recobrava o fôlego. Senti-o amolecer dentro de mim, então ele se afastou, tirou a camisinha, deu um nó e jogou-a na privada, dando descarga em seguida.
“Quando ele colocou a camisinha, afinal?’ pensei. Ele me abraçou e me beijou com certa violência, apertando seus lábios quase que contra os meus dentes, e saiu nu do banheiro enquanto eu tentava processar o que havia acontecido quando o vi, ainda nu, belíssimo, parado na porta do banheiro sorrindo para mim.
“Vamos à piscina?”
Como poderia recusar tal convite?
Continua…
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