Gay On The Train

O Garoto do Trem

Gay On The Train

Imagem: Divulgação

Era para ser uma viagem como qualquer outra….

Estava eu na estação de sempre, voltando para casa quando resolvo descer ao banheiro. Estava em horário de pico, coisa que raramente me ocorria pois saía cedo do trabalho, mas naquele dia eu precisei ficar até mais tarde, então, por que não aproveitar e ver se encontro algo naquele banheiro?

Não sou do tipo atraente, um B- se fosse me dar uma nota: alto, corpo um pouco magro comparado ao comum, barriguinha um pouco saliente, meio pardo, cabelos castanhos, barba por fazer e cabelo bagunçado, na casa dos vinte anos. As vezes passava em banheiros públicos não para pegação, tinha medo e até que um certo nojo de praticar algo ali, mas me dava um puta tesão ver os caras se pegando no mictório, ir mijar e ver aqueles caras de pau duro, uns indo ou voltando da faculdade, do shopping, outros de terno, todos os tipos. Quando aparecia alguém de idade próxima a minha então, o tesão ficava quase tão grande quanto meu medo de estar ali, mas ainda sim nunca tinha feito nada, até esse dia.

Fiquei sentado um bom tempo na estação, perto do banheiro, observando um garoto que estava ali e imaginando se ela curtia. Ele olhava pra mim de vez em quando, mas parecia totalmente desinteressado, fiquei um tempão ali até cogitar que provavelmente era coisa da minha cabeça e não havia interesse algum, então, resolvi entrar no banheiro, mijar e ir pra casa. Quando entro, encontro o garoto que melhoraria aquele dia: Um pouco mais baixo que eu, devia ter mais ou mens 1,75m de altura, magrinho, cabelos loiros na altura do ombro, boné, rosto fino, olhos castanhos, com roupa e jeitinho de skatista. A troca de olhares foi o suficiente pra entender tudo ali, e o momento foi estragado pelo funcionário da limpeza que entrou no banheiro lotado, o garoto saiu e fui logo atrás, sentamos no saguão mesmo, perto um do outro, não falamos uma palavra, apenas trocávamos olhares e olhávamos pro banheiro, atrás de uma oportunidade. Eu esperava no máximo uma espiada no mictório e talvez ele pegasse no meu pau e eu no dele depois, por cima da calça, com havia acontecido das poucas vezes em que ousei. O tempo passou e já estava tarde, precisava voltar pra casa, então levantei e fui em direção a plataforma onde pegaria meu trem, olhei pra ele e ele veio logo atrás de mim.

Entramos no trem lotado, eu já estava trêmulo pelo o que podia acontecer ali, e se ele me tocasse, eu ficasse excitado e alguém visse? Se isso der alguma confusão? Paramos bem perto da porta, e quando o trem começou a se movimentar senti ele tocar no alto da minha coxa, e ir disfarçadamente em direção ao meu pau e nem se movia de tão nervoso que eu estava. Ficamos assim um tempo, sem contato visual até que eu comecei a me deixar levar pelo tesão que surgia acima do medo; o trem chegou na estação seguinte e no tranco eu tive a oportunidade de empurrar minha mão contra o pau dele. Nos olhamos, e o tesão veio com tudo, parei de tremer, meu pau deu sinal de vida e ele logo percebeu que voltou a passar levemente as costas da mão na minha calça, enquanto eu fazia o mesmo.

Mais uma estação, e fomos empurrados pro meio do vagão. Eu não queria ficar longe dele, então logo dei um jeito de ser empurrado na multidão pra perto do menino. Estávamos muito mais perto do que antes, muita gente em volta nos apertando, mal conseguíamos nos mexer, eu olhava aquela boca fina e só pensava em o beijar ali mesmo, morder aquele pescoço branquinho e longo. Estávamos frente à frente, então decidi tomar uma atitude. Aproveitei o balançar do trem e joguei meu corpo no dele, nossos paus duros se encostaram e ficamos ali, sentindo um ao outro. Eu temia que ele não quisesse nada comigo ou que achasse que eu estava desinteressado, o que foi refutado assim que paramos em mais uma estação e tentei me afastar dele. Ele colava o pau cada vez mais em mim, aquela pressão deliciosa estava me deixando louco de tesão e a ele também.

Desci uma estação antes da minha, lá tinha um banheiro e eu não podia perder a oportunidade de ver aquela jeba, ele foi logo atrás de mim. Quando chegamos, o banheiro estava lotado de velhos que também curtiam, ou seja, não conseguiríamos fazer nada pois eles não nos davam espaço, era como se fossem nos atacar a qualquer momento. Sai do banheiro, e ele sempre me seguindo, parei, esperei um tempo e voltei a entrar. Por sorte, tinham dois mictórios vazios e ele veio do meu lado. Tirei meu pau todo babado pra fora, não é grande coisa, uns 16cm, cabeça grande e um pouco grosso. Ele olhou por um tempo e tirou o dele, pude ver saltar da cueca azul um pau tão grosso quanto o meu, longo, branquinho, com o pré-gozo melando ele e a cueca. Nos olhamos, nem sei quanto tempo passou ali, cada um punhetando seu pau devagar, até que entrou mais gente e tivemos que sair. Estávamos o tempo todo calados, sem nenhuma palavra, até que perto da saída da estação eu escuto uma voz rouca e grossa: “quer ir pra outro lugar?”

Não hesitei e saímos dali, direto pra um shopping próximo a estação. Fomos conversando no caminho sobre bobagens, descobri que ele morava por ali mesmo, a um ônibus de distância, e que ele lembrava de mim de uma vez que nos vimos pela manhã, no metrô. Confesso que nunca imaginei que um cara tão bonito como ele gravaria meu rosto.

Fomos para o último piso do shopping, no meio da semana aquele lugar era quase deserto. Fomos ao banheiro mais distante que conhecíamos, só tinha um cara lá, no mictório. Enrolei lavando as mãos na pia enquanto meu parceiro entrava na cabine mais ao fundo. Passou um bom tempo (comparado ao nosso tesão) e o cara não saiu do mictório. O outro saiu aflito da cabine, nos olhamos e eu entrei em uma aleatória enquanto ele lavava as mãos, sentei no vaso, liguei a câmera do celular e deixei discretamente debaixo da porta, pra ver quando o cara saísse. Assim que ele saiu, abri a porta da minha cabine e fomos juntos para a última, a porta mal fechou e ele já estava pendurado no meu pescoço, me beijando fortemente e pegando no meu pau que estava estalando de tesão.

Tiramos as mochilas, ele pendurou a dele no registro e eu deixei a minha no chão, pra caso alguém chegasse não visse que tinham quatro pés ali a invés de dois. Encostei ele na parede e comecei a beijar aquele pescoço lindo, mordia e chupava, enquanto ele agarrava meu cabelo com uma mão e me punhetava por dentro da calça com a outra. Não demorou muito pra ele abaixar e começar a me chupar, e que mamada! Boca macia, a língua passava em volta da cabeça, ele engolia tudo, ia e voltava bem rápido e eu precisei de um puta esforço pra não gozar nessa hora.

Depois chegou a minha vez. Tirei a camisa dele e analisei cada parte daquele corpo delicioso, magro, esguio com algumas poucas definições. Lambi os mamilos e ele gemeu baixo, fui descendo com a língua até chegar na calça aberta, puxei o pau dele pra fora, e olhando nos olhos dele lambi da base até a cabeça devagar, hora em que pude ver ele abafando um gemido enquanto jogava a cabeça pra trás. Chupei com vontade enquanto massageava as bolas e passa a mão pelo seu corpo, depois deixei que ele fodesse minha boca. Enquanto ele fazia isso, minhas mãos passavam por todo o corpo até chegar na bunda dele, pequena, lisa, uma delícia! Fiquei ali e ele parecia não se incomodar, e percebi seu pau pulsar na minha boca quando acariciei seu cuzinho, então continuei, até que abaixou pra me beijar, e enquanto nos punhetavamos, ele chegou no meu ouvido e soltou um “Quer me comer?”

Soltei uma risada safada, abri a mochila e peguei de dentro da carteira uma camisinha, coloquei e ainda sentado no vaso, pedi pra que ele subisse em mim. Ele tirou as calças e sentou devagar no meu pau, fechando os olhos e fazendo uma cara que não sabia se era de dor ou tesão. Ele quicava, o pau dele se esfregando entre nossas barrigas me dava mais vontade de foder, tirei a minha pra poder senti-lo melhor, enquanto nos beijávamos pra evitar que saíssem gemidos muito altos. Uma hora, ouvimos passos dentro do banheiro e congelamos ali. Já passava pela minha cabeça que seríamos pegos, passar a maior vergonha e tudo mais, comecei a tremer e meu pau a broxar dentro do cu dele, até que o senti rebolar devagar, e seu olhar era como se me dissesse pra relaxar que ficaria tudo bem. Fechei os olhos e ele começou a me beijar e depois lamber meu pescoço devagar, depois subir e descer lentamente na minha pica, enquanto ouvíamos o som do visitante mijar, lavar as mãos, e depois partir.

Pedi pra ele levantar, o virei na parede e comecei a foder de novo. Ainda estava com medo, então fui devagar pra não fazer barulho, mas logo o tesão estava no auge novamente, e eu estocava com vontade enquanto batia uma pra ele. Ele começou a gemer mais alto, então levei minha outra mão até a boca dele e o fiz chupar meus dedos. Fodi até não aguentar mais, e então cravei meus dentes na base do pescoço dele, ele gemeu de uma forma que nem meus dedos conseguiram conter, e então eu gozei dentro do seu cu, e ele quase que ao mesmo tempo melou minha mão com porra quente e espessa.

Tirei a camisinha, nos limpamos, beijamos mais e então saímos da cabine, e na mesma hora um funcionário de limpeza chegou. Nos esforçamos pra disfarçar o pau meia-bomba, ele devia ter ainda mais dificuldades com algo daquele tamanho dentro das calças. Lavamos as mãos e saímos em silencio até o estacionamento, onde cada um tomaria seu rumo. Ele com um sorriso lindo e uma voz bem mais animada do que a da estação, perguntou “Quer me passar meu número?” Eu sorri, queria muito aquilo, foder ele mais vezes, talvez até deixar ele me comer um dia, mas não podia. Sorri de volta e respondi “Desculpa, mas não posso.” Encostei ele na parede e o beijei pela última vez, completando minha frase “Mas adoraria te ver novamente.” Ele sorriu, e segui meu caminho de volta para a estação, me esperavam em casa. Quando olhei pra trás, o vi indo para o terminal de ônibus sorrindo, enquanto olhava as vezes pra mim. É realmente uma pena eu ter esquecido de perguntar o nome dele, mas o que fizemos vai ficar na minha memória por um longo tempo.

Autor: Anônimo

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