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Me descobri com o Cadu, meu primo recém advogado!

Olá, me chamo Matias, e esta história que vou contar para vocês, ocorreu bem antes do meu conto anterior. Na verdade, aqui narro os eventos que me levaram a descobrir que o sexo com um homem pode ser tão ou mais gostoso que o sexo com uma mulher, e como isso mudou a minha vida.

Moro no Rio de Janeiro e, na época com 19 anos, morava com meus pais. Sou branco, tenho os cabelos pretos e curtos, 1,78 m e não sou de se jogar fora. Tinha concluído o ensino médio e cursava o primeiro período de Engenharia da Computação na UFRJ. Ainda deslumbrado com um mundo novo que a universidade me apresentava, eu era presença certa em todas as festas e eventos promovidos pelo corpo estudantil ou por quem quer que seja que apenas queria farrear e beber. Apesar disso, eu era bem responsável, evitando dirigir bêbado e negando qualquer cigarrinho que me era oferecido, já que a minha mãe, psicóloga infantil, me punha medo desde sempre sobre os perigos das drogas.

Por volta de maio, meus pais me informaram que meu primo Carlos Eduardo vinha de Curitiba passar uns meses morando conosco, e ficaria hospedado no meu quarto. Ele havia se formado em Direito no final do ano passado e conseguiu um estágio numa firma por aqui. Como ele não tinha intenção de fixar residência (o estágio era apenas um degrau no qual ele não pretendia ficar por muito tempo), meu pai ofereceu ao sobrinho abrigo pelo tempo que ele achasse necessário. Fiquei feliz com a notícia, já que sempre fui bastante amigo do Cadu.

O Cadu era bem alto, devia ter 1,90 m, branco, cabelos pretos curtos, mas rebeldes, os quais ele tinha que usar gel para penteá-los a fim que criasse um visual mais respeitável de advogado. Seus olhos eram escuros, por trás de óculos azul-escuros de lentes espelhadas que ele usava para combater a miopia e o astigmatismo que herdou da mãe. O queixo e as partes inferiores das bochechas tinham um tom cinza-claro da barba que devia ser feita todo dia, e o lóbulo da orelha ainda mostrava um pequeno furo cicatrizado que dizia que um estagiário não devia usar brinco se ainda quisesse continuar na empresa. Lógico que todos esses detalhes só foram percebidos por mim bem mais tarde, quando ele ativou em mim desejos que eu não sabia que tinha. No momento em que ele chegou em casa, só o que me passou pela cabeça é que um grande amigo iria passar um tempo de farra comigo no Rio de Janeiro.

Minhas expectativas foram jogadas pelo ralo durante as duas primeiras semanas em que ele esteve conosco, já que ele passava praticamente todo o tempo dele no trabalho. Apesar de dividirmos o quarto, eu mal o via, já que ele chegava bem depois que eu já tinha dormido e saía bem antes de eu acordar. Quando nos falávamos, sempre rolava aquele clima de amizade antiga, de primos que conviveram bastante quando pequenos, mas não tínhamos muito assunto, já que nos distanciamos com o passar do tempo. Por volta de abril, na Semana Santa, soube pelo próprio que ele iria ficar praticamente o tempo todo em casa, já que a viagem programada para reencontrar seus pais em Curitiba acabou sendo adiada devido a uma viagem que os seus pais fariam para visitar parentes em Santa Maria, no interior do Rio Grande do Sul. Meus pais trataram de dizer que iriam para Búzios curtir alguns dias de férias, então ficaríamos somente nós dois.

Na terça feira à noite, pouco depois dos meus pais irem dormir, já que pegariam a estrada bem cedo pela manhã, encontrei o Cadu arrumando sua cama improvisada no chão do meu quarto. Ele estava com uma camiseta azul-claro meio surrada e um calção fino que ele usava para dormir.

– E aí mano, o que tu pretende fazer durante esses dias? Primeira folga que eu lembro que tu teve desde que chegou, né? – perguntei.

– Pois é, como não vou poder ir pra casa dos meus pais, nem sei o que vou fazer. – respondeu ele, tranquilo. – Tem algum lugar legal pra gente ir, se você puder?

– Ah, tem um clube bem legal que eu e meus amigos costumamos ir de vez em quando em São Conrado. Inclusive vamos hoje à noite. – E, no mesmo momento, ao lembrar que o lugar em questão não é um ambiente tão propício assim para quem é compromissado, emendei: – Tu tem namorada, ou algo do tipo? Porque se tiver, acho que ela não iria gostar de saber que você foi lá.

– Tá me chamando pro puteiro, Matias? – perguntou ele, rindo.

– Não! – ri junto com ele. – É que costuma ter muita pegação lá né? Pista de dança, todo mundo apertado, bebida, tem gente que fuma um cigarrinho pelos cantos…

– Não tenho namorada não. Nem namorado. – respondeu ele, sorrindo. – Curto os dois. Ei, você sabe onde está o lençol que eu usei noite passada? Não tô encontrando, mas eu podia jurar que deixei ele na prateleira de cima do armário hoje de manhã.

Eu fiquei parado, olhando para a cara dele, meio de boca aberta, como se qualquer coisa que eu fosse falar para ele de modo a continuar a nossa conversa tivesse sido apagada da minha mente, e eu tivesse esquecido completamente o que dizer. Tempos depois, vim saber por ele que esse comentário feito de forma casual na nossa conversa, na verdade era bem proposital. Ele queria ver como eu reagia, e quais caminhos ele podia começar a traçar na cabeça dele para chegar até mim. O filho da puta já estava articulando um modo de me comer. Minha cabeça, tão lenta devido ao choque de ouvir aquele comentário despreocupado e deduzir que não se tratava de uma brincadeira dele, só conseguiu transmitir à minha boca uma única palavra a ser dita:

– Oi? – balbuciei.

– O lençol! – disse ele, aparentando impaciência. – Tô procurando e não acho.

– Hã… mas… é que… – tentei formular algo, chacoalhei a cabeça e finalmente as palavras vieram. – Você sabe a que estou me referindo. Você é gay? – e pronunciei a última palavra com a mesma entonação de alguém que pergunta se o outro é um alienígena ou um portador de uma doença particularmente contagiosa (não me julguem, eu era um imbecil na época).

– Talvez, não sei. – ele deu de ombros. – De vez em quando eu como umas minas também. Mas como eu falei, curto os dois. Ei, acho que a dona Elis (nossa empregada) deve ter pego o lençol pra lavar. Vou perguntar dela. – e, antes de sair, se virou pra mim novamente. – Ei, tá fechado hoje à noite então, né? – E saiu, demonstrando que aquilo não era uma pergunta.

No decorrer da tarde, nossas interações foram básicas, comigo inexplicavelmente sempre ficando vermelho na presença dele a cada “boa tarde”, “oi” e “me passa o controle da TV” que eu ouvia dele. Eu ainda estava meio que esperando uma retratação da parte dele sobre a conversa de mais cedo, que ele dissesse que estava só me zoando ou coisa parecida, mas quanto mais o tempo passava, mais remota parecia ser essa possibilidade.

Lá pelas 11 saímos de casa para encontrar o pessoal lá no clube mesmo. No carro, ele conversava animadamente, parecendo nem perceber ou se importar com minhas respostas monossilábicas. Na verdade, eu nunca o tinha visto tagarelando tanto.

O Cadu é uma pessoa muito expansiva. Conheça-o agora e você terá um amigo de infância em 5 minutos. E não foi diferente ao conhecer meus amigos quando chegamos. Pela primeira vez no dia, relaxei completamente, comecei a beber, a tagarelar junto com os demais e, ocasionalmente, dar em cima de algumas gurias que estavam dando mole próximo à nossa mesa.

Enquanto isso, o Cadu já estava umas 5 mesas mais à frente de papo com um menina linda, que parecia completamente derretida com o que quer que ele estivesse falando ao pé do seu ouvido. O cara era bonito, isso eu tinha que admitir: as mulheres deviam fazer fila pra dar pra ele, e aquela com a qual ele estava conversando parecia que estava disposta a abrir as pernas ali mesmo e deixar que ele a comesse se ele pedisse. Não demorou, ele levantou e veio na minha direção, se aproximou da minha orelha e cochichou, em tom de divertimento:

– Tô levando aquela ali pra comer no banheiro. – falou, rindo.

– Tá doido, cara? – arregalei os olhos. Não que fosse algo inédito ali; apesar da política do lugar proibir expressamente esse tipo de atividade dentro das suas dependências, essa não era uma norma das mais respeitadas. Na verdade, eu consigo listar três motivos que me deixaram surpreso naquela única frase: 1) Eu era certinho demais, e a ideia de foder num lugar público, correndo o risco de ser pego no flagra era algo que eu achava que nunca teria coragem. 2) Eu tinha certeza que o Cadu era tão certinho quanto eu, mas ei, ele já tinha proporcionado uma cota bem grande surpresas naquele dia. 3) Eu senti um frio na barriga tão forte como se ele estivesse ME chamando para foder no banheiro, e não avisando que ia traçar aquela gostosinha. E não era um frio ruim. Isso me deixou assustado.

– Eu já fui lá no banheiro ainda há pouco, a última cabine fica bem afastada, relaxa. – disse ele rindo, e se afastando. Será que ele sentiu que eu comecei a tremer da cabeça aos pés? O que estava acontecendo comigo?

Voltei minha atenção para a menina com a qual eu conversava, mas não conseguia prestar atenção. Bebi uns goles de caipirinha, enrolei um pouco mais com respostas curtas. Em menos de 5 minutos, percebi que ela se cansou de mim, arranjou uma desculpa qualquer e saiu para outro ponto do clube. Saí andando pelo lugar, me espremendo por entre as pessoas, e, sem perceber, me vi na porta do banheiro. Eu não queria mijar, lavar o rosto ou qualquer outra coisa que pudesse ser feita ali, então não sabia porque diabos as minhas pernas me levaram até lá. Sem pensar, entrei.

O banheiro tinha o aspecto de um lugar bem conservado, mas não há limpeza que resista a vários bêbados que ocasionalmente erram a mira, deixam a torneira ligada e erram o lixo na hora de jogar o papel-toalha. O resultado era um perfume de rosas sendo pouco a pouco mascarado pelo aroma de mijo que se intensificava à medida que você percorria pelas fileiras de reservados. Ao me aproximar do final, ouço uns gemidos baixos, como se estivessem sendo abafados com a mão. Eu não fazia a menor ideia de por que eu estava ali, mas meu pau começou imediatamente a endurecer dentro da minha calça.

A porta estava entreaberta e pude ver de longe um fragmento do que estava acontecendo ali dentro: o Cadu estava com a boca dentro da buceta da garota, chupando loucamente, enquanto ela se contorcia e gemia. Com as mãos, ela afundava ainda mais a cabeça dele contra ela, quando ela levantou a cabeça e cruzou o seu olhar com o meu. Eu, de pau visivelmente duro, apreciando a cena.

Como que atingida por um choque, ela deu um salto, empurrou ele, levantou a calcinha a saiu correndo do banheiro, morrendo de vergonha, atraindo olhares risonhos e safados dos caras que urinavam nos mictórios ou lavavam as mãos nas pias próximas à porta por onde saiu. Enquanto olhava os caras saindo do banheiro, ouvi perto de mim:

– Gostou do show?

Por um segundo, tinha esquecido do Cadu ao meu lado, do meu pau duro marcando a calça e do tesão inexplicável que tomou conta de mim, ao qual eu só podia atribuir à quantidade de álcool que eu já havia ingerido. Virei de costas para que ele não visse a minha excitação, e gaguejei:

– Não pô, desculpa interromper aí… é que… eu tô meio mal, acho que vou para casa, aí vim te avisar… – era a desculpa mais esfarrapada que eu já dei na minha vida, mas não consegui pensar em mais nada.

De súbito, ele se encaixou por trás de mim, e antes que eu me desse conta do pau dele pulsando de encontro à minha bunda, ele me arrastou pro reservado, encostou a porta e me imprensou na parede. Meu nariz bateu na ponta de um azulejo e soltei um gemido, que ele interpretou erroneamente como um sinal de que ele podia seguir em frente.

Ele não me deu margem para afasta-lo. Com as duas mãos presas no abraço apertado dele, senti sua língua no meu pescoço, seus dentes mordendo o lóbulo da minhas orelha esquerda, seu queixo áspero pela barba por fazer arranhando minha pele e seu quadril que loucamente investia contra a minha bunda simulando uma foda por cima de nossas roupas. Ele estava alucinado, descia as mãos pela minha barriga e enchia ela com o meu pau, que doía de tão duro dentro da minha calça. Eu teria dado pra ele naquele mesmo momento, caso a porta não começasse a abrir lentamente, resultado da falta de tranca, ficando na mesma posição que estava dois minutos atrás, quando a garota estava no mesmo lugar em que eu me encontrava agora.

O medo de alguém aparecer e nos ver foi maior do que o meu tesão. Num momento de desatenção dele, saí do seu amasso com os olhos arregalados, como se eu não tivesse acreditado no que tinha acabado de fazer.

– Caralho… não, porra… o que tu tá pensando, caralho? – eu falava, olhando para ele, que continuava com cara de safado, me olhando com um sorriso no canto da boca, e acariciando o pau dele, tufado na calça jeans.

– A gente tá só curtindo, Matias. Volta aqui, que eu sei que tu tava gostando. – disse.

– Tu é doido, porra. – Eu nem sabia o que dizer. – E se alguém aparece aqui? Eu tô indo embora.

Ele rapidamente andou até chegar ao meu lado e disse em tom casual:

– Vou junto então.

Gelei. Eu tinha gostado demais do que tinha acontecido, mas não queria admitir nem para mim mesmo, quanto mais para ele. Mas o meu pau meia-bomba roçando na minha cueca melada a cada passo que eu dava não me deixava esquecer.

Nos despedimos dos meus amigos (eu absolutamente mecânico, aparentando estar mais bêbado do que realmente estava) e entramos no carro. Eu ainda tremia da cabeça aos pés, mas estava decidido a não dar prosseguimento àquela loucura.

– Aí, vai ficar emburrado agora? – perguntou ele, falando sério desta vez.

– Porra Cadu, que merda é essa que tu fez? – gritei dentro do carro. – Eu não sou viado não, caralho!

Ele se calou diante da minha explosão e seguimos em silêncio até chegarmos em casa. Pensei que o assunto estava definitivamente encerrado, que ele finalmente tinha percebido que eu não queria e nem gostava da mesma fruta que ele. Mas, mal fechamos a porta de casa após entrarmos, ele voou pra cima de mim e me imprensou novamente na parede. Nossa força é parecida, então seria praticamente impossível que ele me estuprasse ali na sala de casa, mas fiquei completamente sem forças diante da pegada dele, que me mordia a orelha, lambia o pescoço e puxava o meu mamilo por cima da camisa polo que eu usava. Sem pensar, parado, e me odiando por isso, fechei os olhos e deixei rolar.

Sentindo o meu sinal verde, pontuado por pequenos gemidos involuntários que eu tentava, sem sucesso, impedir que saíssem da minha boca, Cadu tirou a própria camisa e me fez tirar a minha. Passou as mãos no meu abdômen, chupando meus mamilos com força, deixando marcas. Em seguida, escorregou-as para trás, onde segurou minha bunda com força e dando tapas, como quem estapeia a bunda de uma vadia, o que me deu raiva e tesão ao mesmo tempo. Me apegando ao último fio do que achava que restava da minha masculinidade, tentava ao máximo não demonstrar que estava gostando demais do que ele fazia comigo, mas ele sabia que eu não estava sendo obrigado a nada.

Quando dei por mim, estávamos entrando pela porta do meu quarto, com ele me empurrando colado atrás de mim, e eu sem emitir uma palavra. Ele me empurrou na cama de bruços e eu, sem querer que ele visse a minha cara vermelha de vergonha, permaneci assim, o que facilitou o seu trabalho. Ouvi o barulho do zíper da calça dele abrindo, inclinei a cabeça para o lado e, com o canto do olho, vi quando ele a tirou junto com a cueca box preta que estava usando. Seu pau duríssimo pulou do elástico da cueca em ponto de bala, com a cabeça bem melada do pré-gozo. Devia ter uns 17 cm, menor que o meu, que tem 19 cm, não grosso o suficiente para deixar alguém arrombado, mas nem fino o suficiente para impedir que tudo fosse indolor.

Me virei pensando em protestar, acabar com tudo aquilo, as forças finalmente voltando aos meus músculos, quando ele se jogou sobre mim me chupando a boca, enfiando a língua nos meus lábios, me fazendo voltar a relaxar. Ele sabia que, se tentasse me comer assim, de cara, eu não deixaria. Com as mãos, desabotoou a minha calça, puxou meu pau para fora e começou a me punhetar. Fechei os olhos, sentindo um prazer imenso, quando sinto sua outra mão sobre a minha, levantando-a e guiando-a para o seu pau. Senti um pequeno choque quando encostei nele; nunca tinha pegado no pau de outro cara. Timidamente, comecei os movimentos de sobe-desce enquanto ele gemia junto comigo. Estávamos suados, com ele por cima de mim, sentado na minha barriga, com a mão para trás acelerando os movimentos enquanto eu fazia o mesmo com o pau dele, que brilhava cada vez mais. Ele gozou primeiro, enchendo o meu peitoral de porra (um dos jatos alcançou meu queixo). Essa foi a deixa para que eu também gozasse de um jeito que não fazia havia muito tempo. Sujei suas costas, enquanto parte do gozo escorria para o meu lençol.

Ele apertou meu pau, deixando sair a última gota de porra, saiu de cima de mim e avisou que ia tomar banho, sem olhar para trás.

Fiquei deitado na cama, perplexo com tudo o que tinha acontecido e preocupado pelo que ainda poderia acontecer nos próximos dias em que ainda estaríamos sozinhos.

Continua…

Já viu?




7 comentários

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  1. Wellington

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  2. Daniel

    Olá, Matias (nem sei se esse é seu nome mesmo)! Estou gostando muito do seu conto! Cheio de detalhes, e muito bem escrito! Gostaria muito de conhecer pessoas como vc…não com segundas intenções, mas pelo fato deu ter pouca (quase zero) amizade com garotos gays… 🙁


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